Como comprar passagens aéreas baratas?

A pergunta que inicia qualquer viagem: como comprar passagens aéreas baratas?

Nesse post vamos aprender (ou relembrar) como encontrá-las e mais, o porque se planejar para comprar aquela passagem aérea em promoção, que você tanto quer, é importante.

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As passagens aéreas representam o segundo maior gasto das viagens. Vamos economizar?

Passagens aéreas baratas: é verdade esse bilete?

Já li muita gente comentando na internet que essas promoções de passagens são mentiras, que os buscadores são falsos, etc.

A verdade é que existem algumas regrinhas que é bom seguir, elas fazem a diferença na hora de fechar a melhor compra.

1 – Participe de programas de milhagem

Se você souber usar os gastos do seu cartão de crédito no acúmulo de milhas, você vai poder pular os próximos passos HEHE

A maioria dos cartões dá 1 ponto a cada USD 1 gasto, que pode ser trocado por passagens aéreas.

Há muitos programas, cada um de uma empresa aérea.

Dependendo do seu estilo de viagem, escolha qual companhia se encaixa mais no seu perfil, se cadastre no site e dê preferência por acumular pontos em um programa só.

No site/ app do programa escolhido você pode acompanhar todas as promoções com pontos ou pontos + dinheiro e ainda promoções para multiplicar os pontos que você já tem.

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Algumas promoções de troca de pontos no site/ app da Multiplus

Eu participo do Programa Multiplus, da Latam. Veja como começar a juntar seus pontos.

2 – Compre a passagem aérea primeiro e defina suas férias depois

Nem sempre é possível, depende do seu trabalho e rotina, mas a maioria das pessoas pode escolher suas férias.

Então, que tal aproveitar uma promo primeiro, nas datas em que a oferta surgir e agendar as férias depois?

Em Out/ 18 comprei uma passagem para viajar em Ago/19, aproveitando uma promo para um lugar que eu nem tinha planejado ir tão cedo.

Assim, já sabia que datas pedir à empresa logo no início desse ano.

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Foto por Simon Clayton em Pexels.com

Ter flexibilidade nas datas garante sucesso de quase 100% na busca pelo melhor preço. É a famosa lei da oferta e da procura.

3 – Busque primeiro nos sites das companhias aéreas (janela anônima)

Antes de buscar nos aplicativos ou buscadores de passagens, busque nos sites oficiais das companhias aéreas.

Porém, enquanto estiver só na pesquisa, sem certeza de comprar, busque tudo na janela anônima do Google ou outro navegador – no app não existe essa opção.

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Digite no Google e com o botão direito do mouse, selecione a Janela Anônima

Isso impede que o Google monitore as suas intenções de compra e impede os cookies dos sites que visitar de mandarem pop-up e mensagens o tempo todo.

Isso é real, a inteligência artificial monitora o que queremos ou gostamos para nos enviar alertas o tempo inteiro.

4 – Use buscadores e/ ou aplicativos

Seja no computador, sempre na janela anônima, ou no app, hoje podemos buscar passagens em qualquer lugar e a qualquer hora.

Com os preços médios (das companhias) dos lugares que você tem interesse, em mãos, é hora de comparar com o preço dos buscadores.

A questão aqui não é qual buscador você vai usar, os acordos com as aéreas são bem parecidos.

O ideal é encontrar o melhor valor com a menor taxa de (in)conveniência.

Eu sempre uso o Skyscanner, gosto mais, acho a interface mais amigável para navegar e o app não consome tanta memória e você ainda monta pastinhas com suas viagens, deixando tudo organizado.

Buscadores de melhores preços:

Buscadores gerais:

  • Skyscanner
  • Kayak
  • Momondo
  • 123 Milhas
  • MaxMilhas
  • Google Flights

Agências:

  • Decolar (a taxa de conveniência é alta, mas permite parcelamento, em alguns casos)
  • CVC (sim, eles vendem passagens avulsas nas agências e às vezes, dá pra comprar algo bom)
  • Viajanet (comprei uma passagem Fortaleza – Miami por R$571, em um bug de passagens ano passado, também aceitam parcelamento).

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Esse foi o que eu comprei. Estão cada vez mais raros!

Reparou que mesmo tão barato, a Viajanet ficou com R$53 (custo + encargos)? Essa é a taxa de (in)conveniência que devemos olhar antes.

Não se esqueça que o buscador vai te direcionar para o site de alguma empresa ou agência para que você finalize a compra.

5 – Não faça pesquisas em horários comerciais

Lembra da lei da oferta e da procura?

Qual horário você acha que tem mais pessoas online, fazendo inúmeras pesquisas na internet? Às 10h em dias úteis ou às 6h em um sábado?

Pois é, escolha os dias e horários mais tranquilos possíveis e faça suas buscas.

A fama das passagens aéreas promocionais da madrugada é real. Faça um esforcinho extra, vale a pena.

Exemplo:

Busca feita dia 03/09/2019, terça-feira, às 09h20

São Paulo – San Francisco

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Busca em dia útil e horário comercial

São Paulo – Manaus

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Busca feita em 07/09/2019, sábado, às 8h15 e 9h15

São Paulo – San Francisco

 

São Paulo – Manaus

 

Economia de quase R$900 na passagem para San Francisco e cerca de R$30, para Manaus.

Quanto mais testar antes de comprar, mais chances de economizar.

6 – Compre com (alguma) antecedência

Sim, eu coloquei alguma entre parenteses porque não existe nenhuma pesquisa científica afirmando qual é a antecedência ideal.

Alguns dizem que são 90, 60 e outros ainda, 30 dias.

Mas será que as companhias aéreas seriam tão previsíveis? Eu acho que não.

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Antecedência na compra de passagens aéreas… será?

Claro que se eu quero uma passagem pra Manaus em Novembro (estamos em Setembro), vou encontrar valores muito mais altos do que se eu quisesse viajar em Abril/ 2020, por exemplo.

O voo de Novembro tem muito mais chances de já estar quase lotado, o que me coloca na coluna “alta demanda” e a cia aérea na coluna “pouca oferta”.

Acredito, pela minha experiência, que o mais importante é entender o que acontece no destino escolhido nas datas que você quer ir.

Busque eventos, fuja da alta temporada, evite o destino da ‘moda’, veja se há algum programa de incentivo para que o local receba mais turistas, se há alguma promoção muito surreal rolando, o que vai levar mais pessoas ao destino, etc.

7 –  Se increva nas newsletters e no whatsapp

Hoje em dia não temos muito tempo de ficar em site ou app procurando preço bom, não é não?

Se inscreva nas newsletters das companhias aéreas, dos programas de milhagem, de alguns buscadores ou até mesmo no whatsapp.

Assim fica sabendo de tudo em tempo real e pode comparar antes de decidir.

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Promo de passagens: o mundo é nosso!

8 – Não compre por impulso

Não, isso não é conselho de mãe rsrs

Imagina comprar a passagem dos sonhos, por um preço maravilhoso. Vários dias no Caribe, lua de mel, romance e… Furacões. Já pensou?

Tem aquela listinha de viagens dos sonhos? Procure saber antes das promos quais são os melhores meses para visitá-los.

Caso contrário, o barato vai sair muito caro!

Resumindo as dicas na pratica

Esse ano eu decidi que iria pra Bahia só para avistar as baleias jubarte.

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Essa é a cena que eu espero ver – Baleias pulando na Bahia

Em Maio, o app do Passagens Imperdíveis enviou um alerta de passagem para Porto Seguro por R$358, vendida pela Latam.

E já aproveitei para ganhar uns pontos com essa compra, já que me cadastrei no programa Multiplus.

Como eu já estava de olho desde Out/ 2018 e os valores nunca eram menores que R$600, eu aproveitei.

Embarco em Out/ 2019 – antecedência de 06 meses, ou seja, não é a que alegam ser a melhor, mas foi quando a promo aconteceu, né?

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Comprada em Maio para viajar em Outubro. 

E eu já sabia, por ter pesquisado antes, qual era a época ideal para ir se eu quisesse ver as baleias, o que vai evitar uma baita frustração.

Fiz o mesmo com o Chile, há um mês comprei passagens para Santiago por menos de R$700, para Março/ 2020.

Fazendo essa pesquisa há alguns meses sei que esse é um preço bom e que não aparece todo dia.

A época não coincide com alta temporada, não está super calor e nem frio ainda, há menos turistas e o clima está propício para o meu objetivo – subir um vulcão em Pucón.

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Sonhando em 3.2.1… Foto: Tirachard Kumtanom.

Essa passagem eu comprei através de uma promo divulgada pelo site Melhores Destinos, e vendida pela Submarino Viagens, onde cadastrei o meu whatsapp e recebo todas as novidades.

Isso só é possível quando monitoramos os sites e apps, de forma anônima.

Assim o cérebro já sabe quando “vem a boa” e podemos aproveitar sem peso na consciência.

Não existe nenhuma ciência exata, nem mágica. O segredo é planejar e ter paciência ou ainda, muita flexibilidade na agenda.

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Foto por Janiere Fernandez em Pexels.com

E aí? Gostou? Bora viajar mais e com menos, sempre…

Deixe o seu comentário, compartilhe com aquele amigo que tá perdidinho da silva e me conta qual passagem pechincha você achou!

Viajadamente,

Thaise

 

 

 

 

 

Lençóis Maranhenses: O que fazer em 4 dias nas dunas do Maranhão?

Os Lençóis Maranhenses é, sem dúvida, um dos destinos mais procurados e amados do Brasil e, com certeza, será um dos destinos tendência desse ano, portanto, se programe!

Dúvidas para planejar? Se liga nas dicas em 5 dicas para planejar as viagens em 2019

Primeiro post de 2019 é sobre um destino que habita a imaginação de muita gente e que parece caro, mas não precisa ser.

Eu resolvi visitá-lo porque as férias foram adiantadas, eu não tive tempo de programar o que eu realmente queria fazer e uma amiga me convidou.

Resolvemos tudo em um mês! Como era baixa temporada, não tivemos problemas. Às vezes, não planejar pode ser muito bom, sabia?

É um lugar para ir com amigos, em casal, com a família e tem para todos os bolsos.

O atrativo principal é conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (PNLM), que tem uma área de “apenas” 155 mil hectares, além das pequenas lagoas que ficam fora dele.

Impossível dizer que é “só” isso… é como chamar o Atacama de “só” um deserto ou o Uyuni de “apenas” sal.

O parque e toda a região são lindos, intriga imaginar como aquilo tudo foi formado, é incrível mergulhar em água doce no meio do deserto.

Por onde começar?

São três cidades base: Barreirinhas, a mais famosa e com mais estrutura, Santo Amaro e Atins.

A primeira coisa é escolher a melhor época para a visita. Algumas lagoas têm água o ano todo, outras, apenas por um período – que, em geral, vai de Junho à Setembro.

Você pode consultar a situação delas no site oficial.

Fizemos essa viagem no fim de Setembro/ 2018 e mais alguns poucos dias, já não veríamos muita água.

Vou compartilhar aqui o roteiro por dia e, na minha opinião, 4 dias inteiros foram suficientes (para o meu estilo de viagem).

Lembrando que, por causa da oferta de voos até São Luís e do traslado entre a capital e as cidades, você “perde” um dia todo na ida e outro na volta.

Logo, esse roteiro teve 6 dias.

Como chegar?

De São Luís a opção é ir de van, legalizadas e com preço tabelado, até uma das cidades.

As vans, além de terem ar condicionado, te deixa na porta da sua hospedagem, ou você pode alugar um carro no aeroporto.

Vale lembrar que a entrada no Parque só é permitida com guias locais. Não senti falta de carro.

A estrada até Barreirinhas não é o que podemos chamar de tapete, mas já vi piores. O trajeto leva, em média, 3h30. Barreirinhas é a primeira cidade e a mais estruturada.

Sobre as outras cidades

Não conhecemos Santo Amaro, mas ouvimos que é uma cidade mais exclusiva e com um passeio à duas outras lagoas, que só podem ser acessadas por lá – melhor para quem vai entre Setembro e Abril.

Atins – Ah! Se eu soubesse teria ficado por lá. É uma Jericoacoara menor e mais roots, com pouquíssimas pessoas e, em geral, habitada por gringos construindo seus negócios nos quais brasileiros vão trabalhar.

Achei muito charmosa! Fizemos um passeio até lá e conto mais abaixo.

Dia 1 – Passeio de Jeep até o Parque e visita à Atins (dia todo)

Nesse passeio, que contratamos na noite anterior, no meio da rua, fechamos um dia todo, com dois guias e um jeep só nosso. O trajeto é sempre com muita areia e vento!

Visitamos 2 lagoas: Tropical (a mais famosa) e a Sete Mulheres.

A primeira lagoa é linda demais e olha que nem estava tão cheia. E o vento? Realmente chega a incomodar.

O gostoso é subir aquelas dunas enormes, descer rolando ou correndo e apreciar o entorno. A água tem uma temperatura muito deliciosa, não dá vontade de sair.

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Lagoa Tropical

Dali partimos para Atins, que fica à 20km. Meca do kitesurfe no Brasil, é o encontro do rio com o mar, onde venta pra Dilma nenhuma botar defeito e, com apenas um quiosque disponível, que serve algumas bebidas e poucos petiscos.

O local não é muito apropriado para banho de mar/ rio ou sol, especialmente porque fica lotado de kitesurfistas dando show. Além de ser uma faixa de areia muito pequena. Mas é um bom point (ainda falam isso?! Ha Ha)

Uma empresa oferece aluguel de equipamento e aula – R$250/ hora.

O centrinho é bem pacato, minúsculo, mas algumas pousadas e restaurantes estão ficando incríveis – e só abrem à noite.

Por isso, recomendo que durma pelo menos uma noite por lá. É a mais cara das três cidades e só carro 4×4 passa por ali.

Na volta, antes da última lagoa e do pôr do sol, fomos almoçar o famoso camarão do Seu Antônio: não vi nada demais, mas pelo menos a porção serviu as três.

Não sei se foi a época ou o Seu Antônio não estava, mas achei um serviço mega preguiçoso e quase não tinha opção para almoçar.

Almoço + bebida e uma cocada = R$ 40/ pessoa.

E por fim, ficamos horas na Lagoa das 7 mulheres, tomamos um banho maravilhoso, subimos dunas e vimos um dos pores do sol mais lindos de todas as viagens.

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Dica: todo mundo vai assistir o sol se por na Lagoa Tropical, que fica cheia. Nessa só tinha a gente 🙂 sunset mais do que exclusivo, né?!

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Tiramos fotos demais e saímos de lá quase no escuro. Atolamos no caminho de volta, sem luz! Quer dizer, sob a luz das estrelas… e que céu! Segunda atolada esse ano?! Má oeee! Ficam as experiências rsrs

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Valor do passeio/ por pessoa – R$120 (s/ almoço)

Depois de um banho na pousada, fomos jantar e achamos um restaurante nos fundos de uma casa, às margens do rio, quase vazio.

Comemos um peixe bem gostoso com um suco de bacuri, típico da região, por R$ 30.

Dia 2 – Vassouras, Mandacaru e Praia de Caburé (dia todo)

No segundo dia, saímos do Parque e visitamos uma área de lagoa também, mas bem menor.

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Vassouras ou Pequenos Lençóis é tão encantador quanto as demais lagoas.

O barco busca no próprio hotel, por isso, escolha um que fique às margens do rio (se possível).

O caminho todo é pelo rio, que aliás, merece ser apreciado. O rio é fonte de vida para a região, tem 120 km de extensão, águas calmas e muitos animais.

No caminho vemos até pés de açaí – que delícia.

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Cerca de 40 minutos e chegamos à Vassouras. Há uma lagoa bem grande, uma duna alta e atrás dela um parque eólico – é a terceira vez que visito um!

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Tieta do agreste – editada no app Lightroom

Há um restaurante rústico no local e… macaquinhos. São vários deles, que são fofinhos mas, ladrões.

Roubam tudo o que podem. Sou sempre contra mexer com os animais, não interajo, não dou comida, não ponho a mão. Acho que o fato de já estarmos ali, já é mudança demais na vida deles.

Depois seguimos para a vila de Mandacaru, cuja atração é o Farol de Preguiças. Eu amo faróis, então, com certeza eu subi. Ele não é muito alto, tem 35m, mas é bacana para ver a praia, o rio e a vila no mesmo plano.

A entrada é gratuita, eles pedem apenas que assinemos o caderno de visitas. A vila tem várias lojinhas de souvenirs e lanches. A visita ali é rápida, logo seguimos para a Praia de Caburé.

O que eu gostei nessa praia é o sossego. Não tinha nem 20 pessoas nesse dia – do jeito que eu gosto. A areia é branquinha e o mar, nosso bom e velho Atlântico, bravo.

O almoço deve ser pedido com 1h de antecedência e há chuveiro de água doce e rede para os clientes. Um prato de peixe, arroz e suco bem simples – R$ 45.

Vimos algumas casinhas coloridas, de madeira, mas não deu para entender se eram dos moradores – imagino que ir e voltar até ali todo dia seja cansativo – ou se era para hóspedes.

Infelizmente, nesse dia, o guia nos tirou da praia às 15h, quando o combinado era às 16h. Tivemos que ir embora na melhor hora. Falamos com ele, mas não adiantou, ele nos disse que entendemos errado.

Na praia oferecem passeios de quadriciclo, que dá a volta na “ilha”. Custa R$ 80 e dura 30 min.

Esse passeio custa R$ 80 e sai às 8h e retorna às 16h (é o que dizem).

Chegamos à tempo de pegar uma piscina na pousada, vendo o pôr do sol, como eu disse antes, à beira do rio.

À noite fomos à uma hamburgueria artesanal, a Rock ‘n’ Beer, cujo dono é francês, que serve lanches muitos bons e chopps artesanais, com preços maravilhosos. Sério! Muito justos.

Dia 3 – Lagoa Bonita (tarde/ noite)

Esse tour é o mais tradicional para quem visita a região, mas não por isso, o menos interessante. Foi o conjunto da obra mais lindo que eu vi lá!

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O nome é singular, mas são várias lagoas, cada um pode escolher uma e ter um sunset exclusivo.

Mas… o trajeto… só por Deus rs O caminho é feito em uma jardineira, balança muito, é areia – montes – por todo lado. Chacoalha demais, venta muito, então óculos e chapéu são muito úteis.

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Para chegar às lagoas, é necessário subir uma duna, um pouco inclinada e alta. Colocaram até uma corda para auxiliar quem precise. Acho que equivale à cinco semanas de exercício de panturrilha (brincadeira!). Com calma e paciência, todo mundo sobe.

O tour leva justamente para ver o pôr do sol, então, o bom é andar por ali, apreciar, tomar banho e curtir o fim do dia.

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Não se esqueça que tudo o que vai, volta. Quanto mais longe você for, mais vai demorar para voltar, não vai perder a carona ein?!

 

Esse tour também custa R$ 80.

Terminamos a noite em um restaurante muito gostoso, O Bambu, que serve de tudo, e comemos uma bela pizza e bebida, com direito à um forrozinho pé de serra – R$ 40.

Dia 4 – Piscina

Bom, pode ser que você não goste de ficar à toa em suas viagens, mas hoje em dia, penso como é bom. Tiramos o dia para descansar da andança e para bater papo na piscina. Saímos para almoçar na cidade, e acredite, encontramos apenas uma café aberto às 15h. Foi um achado, comemos um cuscuz com carne seca e manteiga de garrafa que oh, tava divino. E Divino, aliás, é o nome do café! Fica na Rua Prof. Viana, 62 e fecha às 23h.

Se você gosta de visitar os “cafezinhos” como eu, super recomendo. Bom gosto e preço muito bom. E finalmente, uma proprietária brasileira.

Na última noite, visitamos o restaurante Canoas, para um baita de um mix de frutos do mar, generoso. O prato serve três pessoas e custa R$ 180.

Outras dicas

Se eu tivesse interessada ou mais dias por lá, teria voado de monomotor sobre o Parque – eu costumo pagar por experiências – mas o fato de não estarem tão cheias me desanimou um pouco. O voo custa R$ 300 e dura 30 min.

Visitaria também outros pequenos lençóis, em Tutóia.

Voo

Os voos saindo de São Paulo custam, em média, R$ 700 (preços de 2018), considerando o período de lagoas cheias. Há preços mais altos em épocas de férias, como Julho.

Eu emiti passagem ida e volta, pela Latam, usando 18 mil pontos Multiplus. Poderia ter sido menos, se eu tivesse planejado.

Saiba mais sobre pontos Multiplus nesse artigo

Traslado

Pesquisei e vi que todos os preços são tabelados, então apenas me preocupei em procurar uma empresa séria (mas eu não me lembro qual, perdão!). Cada trecho custa R$60.

No aeroporto você encontra mapas com relação de diversos serviços e roteiros. Recomendo fechar o traslado antes, para evitar problemas.

Você também pode ir de ônibus, que sai da rodoviária. A viação Cisne Branco leva por R$ 51. Desvantagem: pouca oferta de horários.

Hospedagem

Ficamos na Pousada Beira Rio, fechamos lá mesmo. Acontece que havíamos reservado um hostel pelo Booking, porém, o local não era tão agradável para ficar. Na manhã seguinte, mudamos para esse.

Gostamos do local, mesmo simples, com café da manhã incluído e uma piscina pequena.

Na mesma rua dessa pousada, encontramos dois restaurantes, de comida caseira, e almoçamos por R$ 20.

A cidade não tem vida noturna, soubemos de algumas festas, mas normalmente fora do centrinho e frequentado pelos moradores. Então, para quem quiser, é só fazer amizades. Há alguns restaurantes com música ao vivo na Avenida Beira Rio.

Comemos um açaí (juçara) muito bom, sem xarope, com banana, granola e amendoim (!!!) por R$ 10. Não anotei o nome, mas fica em frente à duna, no centro da cidade. Sim, tem uma duna bem ali.

O que eu faria diferente?

Se eu não tivesse feito outra viagem antes dessa, estava de férias, eu teria ficado uns 3 dias em São Luís para conhecer. Teria também, dormido uma noite em Atins.

Definitivamente, eu faria a travessia ou trekking dos Lençóis, mas precisaria de mais alguns dias livres. Eu voltarei! Quem topa?

Dicas

Procure guias que deixam você levar o passeio e não o contrário. Percebemos que a maioria faz tudo correndo!

Você encontra muitas empresas no centro, só escolher uma. Fale com duas ou três e pechinche, se estiver em mais de duas pessoas.

Vale a pena visitar, porém, não ficaria mais do que cinco dias, mas é só minha opinião 🙂

Você pode, também, visitar Jericoacoara à partir de Atins. Uma viagem 2 em 1 não é nada má. A travessia é feita de barco.

Deixei stories dessa viagem nos destaques do instagram – @toindoatoaoficial. Se gostar, indique para seus amigos que estão planejando visitar essa região. Deixe seu comentário abaixo, isso ajuda na divulgação do blog.

Espero vocês nas próximas histórias! Obrigada por ler até aqui!

Feliz 2019 de muitas viagens e graça de Deus para vocês.

Bjs

Thaise Caires