Viagens baratas no Brasil: 5 lugares imperdíveis para conhecer ainda esse ano

Quais lugares do nosso país você tem vontade de conhecer? Sabia que fazer viagens baratas e sem perrengues pelo Brasil é totalmente possível?

É verdade que há muita estrada ruim e alguns destinos bem salgados… mas, existem muitos outros, perto de você, que você pode conhecer já.

Vamos combinar que, a menos que você tenha dinheiro sobrando e (tempo!), não dá para fazer viagens longas e nem ao exterior o tempo todo. E, não sei vocês, mas viajar só nas férias pra mim, não dá…

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Pôr do sol, sem filtro, em um dos passeios nos Lençóis Maranhenses

Por que então, não dar uma chance ao nosso Brasil, descobrir vários lugares incríveis, com ótimo custo x benefício e deixar aquela trip pra Paris para quando for possível e menos caro, ein?

Nosso país tem opções para todos os gostos e bolsos claro, mas, como o foco do blog é mais voltado à natureza, ecoturismo e botar o corpinho para trabalhar, vou me concentrar nesses destinos aqui nesse post.

Mas não se preocupe, todos os destinos aqui são indicados para todas as pessoas!

Listei aqui 5 viagens baratas e imperdíveis para você fazer no Brasil ainda esse ano:

  1. Carrancas/ MG

O meu crush do mundo é Minas Gerais, falo isso sempre, mas eu garanto que quem der uma (ou várias chances) a esse estado tão rico, não vai se decepcionar.

Para começar, não há nada mais barato nesse país, principalmente para quem já está no Sudeste. E, para quem não sabe, poucos lugares escondem tantas belezas naturais e cachoeiras quanto a terra do pão de queijo.

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Uma das locações favoritas da Globo, a Cachoeira da Fumaça é perigosa. O banho é proibido por lá, mas é linda!

Carrancas é daquelas cidades que você vê nas novelas da Globo, algumas das novelas de época foram filmadas por lá, inclusive.

São oito complexos para visitação, sendo que cinco são pagos (não passam de R$25) e muitas, muitas cachoeiras… além de trechos originais da Estrada Real – quem ai também ama história?

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Banho no poço esmeralda… GRÁTIS!

Dica 1: Vá de carro e reserve, pelo menos, 3 dias inteiros.

Dica 2: Se hospede na Pousada Céu e Serra… que amor. Lógico, você pode se hospedar onde quiser, mas se você conhecer essa pousada, duvido você querer procurar outra.

Não é a mais barata – então, fique em outra se isso for um problema, desde que você vá – mas, valeu cada centavo a experiência de um chalé no alto do morro, com vista para o por do sol.

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Nossa carta… S2

Além de ser um lugar lindo e aconchegante, eles ainda nos serviram, de presente, um pavê – pelo aniversário de um amigo e o meu – com direito a um cartão. Fizemos um mini piquenique, no deck do chalé, vendo o por do sol. Inesquecível pra mim!

Visite: O Complexo da Zilda, a Cachoeira da Fumaça, o Poço Esmeralda, o Complexo Grão Mogol – o único que exige entrada com guia e que SUPER vale a pena,  a Cachoeira do Moinho, que fica ao lado da Pousada e custa apenas R$5 para entrar e o por do sol no Pico da Teta.

Três dias na cidade, fazendo várias coisas,  nos custou cerca de R$500 (Abril/ 2018) – considerando gastos com gasolina, hospedagem, uma diária do guia e entrada dos locais visitados. Como há vários campings e outras pousadas, esse custo pode ficar ainda menor.

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Lugar ideal para bancar a Jane – Complexo Grão Mogol
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E o poço verde, lindo, ao final da caminhada no Grão Mogol

Alguns restaurantes que indico: Uai Tchê, Cataguas Brasil e o lindinho Viradas do Largo (rende umas boas fotos ein).

2. Urubici/ SC

Eu nem sei falar, só sentir… foi o meu lugar favorito de 2018. É uma cidade de serra, fria, linda e perfeita para família, casal, amigos, todo mundo. Urubici serve de base para o início da viagem que terminará no final da Serra do Rio do Rastro, na cidade de Lauro Miller.

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Uma vista privilegiada, incrível e perigosinha (de derrapar o carro) – o Morro do Campestre, é ideal para uma tarde e um por do sol

Para essa viagem eu diria que quatro dias é bom, mas se você for de carro, como eu, dependendo de onde você partir, vai ser um pouquinho cansativo.

Saímos de SP e rodamos cerca de 2.400 km em quatro dias, nas estradas mais lindas que eu já vi no Brasil. Não nos arrependemos nem um pouco.

Urubici fica a 172 km de Florianópolis e do lado de São Joaquim – a cidade onde, às vezes, neva no inverno e de Bom Jardim da Serra, onde fica a famosa Serra do Rio do Rastro. Que lugar!

Dica: Alugue uma casinha de montanha ou chalé com lareira. Eu indico a Pousada e Casa de Campo Doce Vida. Casa linda, de madeira, com lareira e fogão a lenha e vista para o verde e os cavalinhos, soltos. Eles têm quartos e casas inteiras para alugar.

Visite: a Serra do Corvo Branco, o Morro do Campestre, a Cachoeira do Avencal, a Cascata Véu de Noiva, alguns mirantes pela cidade, além do Mirante da Serra do Rio do Rastro, e por favor, desça a Serra de mesmo nome (e haja freio!), sem pressa e ouvindo um som bem marcante, porque essa serra é uma EXPERIÊNCIA à parte. Ouvíamos “I CAN´T STOP LOVIN YOU”, mas teve Chiclete com Banana, Cher e Will Smith também rsrs.

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A Cascata do Avencal é vista de longe, na estrada, mas podemos chegar bem pertinho nesse parque.

Uma frustração: Não ter conseguido chegar na base da Cachoeira do Avencal e nem fazer o rapel nela, por falta de informações. Faça pelo menos a trilha, se puder.

Com um carro a diesel, nosso gasto com combustível saiu por cerca de R$250, pasmem. No total, gastamos cerca de R$500. Nossa refeição mais cara foi a pizza HEHE, porque não há muita opção na região, à noite.

3. Ilha Grande/ RJ

O Rio de Janeiro é lindo, acho que todo mundo ou quase todo mundo concorda, né? Mas, a Ilha Grande… poxa vida, que visu. Ela é a maior ilha da Baía de Angra dos Reis.

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A Praia do Bananal Pequeno era só nossa e só piscina…

Fica a 47 km de Angra dos Reis, onde deixamos o carro e seguimos de lancha, pois carros não entram na ilha. Há vários estacionamentos onde você pode deixar o veículo por quantos dias quiser – pago, claro. A Ilha Grande tem 193 km² e acreditam que, no passado, essa beleza era um lugar para receber presos?

Normalmente, a maioria das pessoas fica na Vila do Abraão, que é mais movimentada. Porém, se você puder, se hospede em outras praias mais desertas. Há opções de aluguel pelo AirBnb e pousadas, além de hostels também.

Dica: Se for em grupo, feche uma lancha só para vocês, por pelo menos, dois dias inteiros. Fica mais cômodo e mais barato. Negocie com os moradores da Ilha ao invés de negociar com o pessoal no continente, é mais barato e mais justo não? Afinal, eles vivem na Ilha Grande e dela tiram a sobrevivência.

Se o orçamento estiver muito curto, vá mesmo assim, se hospede no Abraão ou mesmo em camping, e faça tudo o que puder a pé. Aproveite as trilhas e as praias próximas.

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A maioria das praias é assim: piscina e água clarinha. Uma das mais bonitas é a Praia do Aventureiro.

Visite: Faça o passeio que contorna a ilha e para em diversas praias lindas – Dentista, Ilhas Botinas, Dois Rios, Parnaioca, entre outras. Visite também a Praia do Aventureiro, onde você pode até acampar, lá está o famoso coqueiro deitado. Não suba nele, please! E nela mesmo você toma o melhor sacolé (geladinho) do mundo, por R$6. Visite também, o mangue e praia Saco do Céu e almoce por lá. Que paraíso!

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O famoso coqueiro… não suba nele, mas pode aproveitar as pedras por lá

Quatro dias é o mínimo para não sair de lá frustrado, mas, a gente sabe que sempre pode voltar. Há muito o que fazer, mesmo. Nossos gastos por lá, foram de cerca de R$700, porque levamos comida para fazer na nossa cabana exclusiva, na Praia do Bananal Pequeno. Não, não procure essa cabana, a praia é incrível, mas a casa, só por Deus…rsrs uma longa história, que fica pra outro post.

4. Sengés/ PR

Esse tem até post completo aqui. Fui conhecer essa cidadezinha no interior do Paraná, no Carnaval/ 2019. Mas, ninguém no grupo sabia o que era, onde era e o que veríamos lá, mas, grazaDeus, confiaram em mim.

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O cânion do Jaguaricatú tem uma das vistas mais chocantes que já vi no meu Brasil

Seguimos de carro por 361 km em busca de sossego e cachoeiras. Achamos muito, dos dois!

A cidade é bem pequena, tem cerca de 20 mil habitantes, zero vida noturna e muita natureza – gratuita – para curtir. Não pagamos uma atração sequer.

Dica: Ir de carro ou alugar um ao chegar no aeroporto de Curitiba, o mais próximo. Assim, fica bem fácil conhecer tudo, sem precisar pagar um guia.

Todos os detalhes dessa linda viagem, a mais econômica dessa lista, clique aqui.

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Por onde você for, sempre haverá uma Véu da Noiva pra visitar… e essa é demais!

5. Lençóis Maranhenses/ MA

Se você ainda acha que para conhecer um dos maiores paraísos do Brasil, os Lençóis Maranhenses, precisa de MUITO dinheiro, está errado.

O gasto é maior que o das opções acima, claro, mas totalmente viável e por isso, quis colocá-lo aqui.

Dica: Vá fora de temporada, mas não esqueça de conferir o nível de água das lagoas antes. Eu visitei em Outubro/ 2018, vi água, comi bem, fiz passeios e NÃO vi muvuca. Quem me conhece sabe que eu fujo mesmo dos lugares cheios.

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Adoro fazer o coração rs… um dos vários lugares privilegiados para ver o por do sol

Quatro dias são suficientes para que você conheça a região, se hospedando em Barreirinhas. Eu escrevi todos os detalhes da minha viagem nesse post, e o melhor, gastei cerca de R$1000 em tudo – o que descobri com outras pessoas que foram que eu fiz milagre – ou seria planejamento? rs

A dica maior é: se hospedar bem, mas sem frescuras, fugir da alta temporada e aproveitar as promoções de passagens com dinheiro ou pontos.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses tem muitas atrações, inclusive uma travessia de 2 ou 3 dias, se hospedando com as famílias locais, mas quatro dias já é bom para começar. Ainda volto para essa travessia, Quem vamos comigo?

Todo brasileiro devia visitar esses paraísos pelo menos uma vez na vida! E muitos outros que ainda vamos descobrir.

Infelizmente, o Norte e o Centro-Oeste do Brasil não estão aqui ainda, porque preciso, URGENTEMENTE, conhecer. Planos? Sempre tenho…

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Foto por Jonny Lew em Pexels.com

#TurismoNoBrasil

Se animou de visitar algum? Viu alguma novidade nesse post? Comenta aí embaixo e deixe suas dúvidas também, vou adorar ajudar nos seus planos de viagens.

Bjs

Thaise

 

 

Voo de asa delta no Rio de Janeiro

Voar de asa delta? E aí galera, já sentiram vontade de curtir um voo desses? E se for no Rio de Janeiro?

Aliás, não existe sensação melhor e de mais liberdade do que a de voar, você concorda?

Então, veja nesse post todas as dicas para a sua experiência ser incrível.

Com toda a certeza, você aventureiro já pensou, pelo menos uma vez, em voar. Não importa como: Parapente, paraquedas, parasail, asa delta, balão… wingsuit (esse eu passo), ser jogado de uma catapulta HA HA Quem nunca?

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Foto por Ekrulila em Pexels.com

Se bem que isso não é regra, há todo tipo de aventureiro: os da terra, os da água e os do ar, os do sofá…cada um na sua. Eu, definitivamente, sou do ar.

Eu já tive o prazer de experimentar quase todos, falta só o parasail. e posso dizer, definitivamente, é impossível não amar.

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@instanaviagem me deu uma saudade vendo seu voo de balão ein?! 📌 Itú/ SP (Kaparóça) Acordei numa sexta, olhei a “brack friday” e lá estava, voo de balão com direito a pouso na fazenda, com café da manhã (e champagne! Cuidado AA! Rs) Fui no dia seguinte, sozinha e sem a menor preocupação por isso. O café nem foi lá essas coisas, mas o voo, ah o voo!! 1h30 de ventos perfeitos e pouso com adrenalina 😳 Voei com a @ecoturbr e tivemos aula de história, conhecendo a charmosa Itú. Super indico!! #trilheirosdobrasil #tireabundadosofa #jornadasincriveis #blogtevejoporai #loucosporgopro #viajenaviagem #destinosimperdiveis #wanderlusts #shootoftheday #goodvibes🍀 #eaiquetalviajar #viajeiviciei #prefiroviajar️ #goworld #globetrotters #vibenaviagem #viajarėpreciso #sejogacomigo #gentequetrilha #itstraveltime #roadtrip #trilhandolitoral #braroundtheworld #melhoresdestinos #conexao_eco #trilhasetravessias #trilhandotrilhas #goprobr

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Meu primeiro salto de paraquedas ainda está no YouTube (ignorem o tamanho da testa):

Por onde começar?

Primeiramente, você precisa pensar em onde quer voar. Não sei ao certo, mas existem pelo menos 5 lugares incríveis para esse voo de asa delta, aqui no Brasil.

E escolhemos, claro, o Rio de janeiro… S2

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Topo da Pedra da Gávea – outro pico lindo do Rio

Sobre a Pedra da Gávea, visite esse post.

Em seguida, escolher a dedo com quem você vai voar. Depois de muitas pesquisas, minha amiga Jenni – mochileira com 35 carimbos no passaporte – clica aí e vai conhecê-la – e eu, escolhemos voar com a @asadeltainrio01

ALERTA: O voo de asa delta é, inegavelmente,  um esporte radical de ALTO RISCO. Tenha certeza de encontrar um profissional, afim de que você entenda como tudo funciona.  Desconfie de preços muito baixos, porque é uma baita estrutura por trás do clube e dos voos. Acima de tudo, sempre fique atento às instruções e ao clima.

Saiba mais sobre como funciona a asa delta

Cuidados

Antes de mais nada, de falar quão f*** foi essa experiência, eu não vou esconder que é sim super tranquilo e suave voar, mas que há sempre algum risco.

Sempre prefiro dizer toda a verdade, por mais que doa. Um dos esportes no ar com maior número de acidentes que existe é o voo de asa delta. É verdade esse “bilete”!

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Imagina contar apenas com o vento? Óbvio que existe um trabalho mega profissional por trás, por isso, o esporte ainda é praticado.

Apesar disso, tenha em mente que pode dar tudo certo – e dá na maioria das vezes – como pode acontecer algo errado. A responsabilidade ainda é sua!

Os instrutores têm conhecimento e preparo para isso, e voam, na sua maioria, há muitos anos – dessa maneira podem levar outras pessoas com eles.

No Rio de Janeiro, pelo menos, o Clube de Voo Livre de São Conrado cede a estrutura para os voos e as aulas, tanto de alunos quanto de turistas, controla toda a movimentação e monitora todos os serviços. Isso garante um pouco de paz para quem voa.

Onde fica?

O ponto de encontro no Rio de Janeiro é na praia de São Conrado – que aliás, eu não conhecia e já considero pacas.

Há um quiosque, cheio de asa delta ao lado, onde os instrutores buscam os clientes.

 

 

 

 

 

De lá vamos direto ao Clube de Voo, que fica em frente, para fazer um cadastro online com dados básicos e para aceitar os termos de voo. Eu só não consegui ler, mas tudo bem… na dúvida, leia.

Ali pagamos a taxa do clube que é de R$60, recebidos em dinheiro. Obrigatório!

Como chegar?

A estação de metrô São Conrado (R$4,60) fica à 15 minutos de caminhada.

Você pode usar táxis de aplicativo também, do centro do Rio até o Clube custa cerca de R$30, dependendo do dia e da hora.

Você pode usar, ainda, o app de ônibus do RJ ‘Vá de ônibus’ para descobrir um que te sirva. Pode compensar muito dependendo de onde estiver hospedado.

Rampa de Voo Livre 

O instrutor nos leva do Clube, de carro, até a Rampa de Voo Livre, que fica na Pedra Bonita, no mesmo bairro. É de lá que saem todos os voos, inclusive os voos de parapente.

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É lá de cima, nas nuvens, que saem os voos

A subida é um pouco cansativa, ainda bem que dessa vez subimos de carro. Falo mais sobre ela nesse post. Ainda que você não vá voar, vale muito a pena conhecê-la e apreciar mais essa vista incrível do RJ, especialmente no fim de tarde.

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E… além disso, é um ótimo lugar para fotos! 🙂

Você pode ir com seu carro, há estacionamento no local, pago. Basta combinar isso com o instrutor. Ah, e não tem sinal de celular por lá, ok?

O Voo 

Nosso instrutor confirmou o voo no fim da noite de sábado e só teríamos aquele domingo para aproveitar. Ufa! Achávamos que não ia mais rolar…

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Checando se não tinha nada solto hehe

De fato, eu vi o significado da expressão “se joga”. Confesso que apesar de ser um sonho e de estar bem animada, dessa vez, estava morrendo de medo. Em resumo, eu torci, na noite anterior, para que ele cancelasse o voo. Que coisa, não?

Na rampa mesmo, eu pedi para desistir… mas não conta pra ninguém, tá? rs

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Ao fundo, o Morro Dois Irmãos

Nos preparamos para o voo vestindo a roupa, como se fosse um macacão, que envolve só nosso tronco. As pernas vão soltinhas, presas só nos joelhos por um fecho e usamos capacete.

O treino é ensaiar a posição correta da corrida e durante o voo – eles não te deixam segurar na estrutura da asa. Como precisamos correr com o instrutor, na rampa, é bom alinhar com ele qual a velocidade. Essa corridinha é de, no máximo, três passadas.

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Momento manobra, chamamos de Mulher Maravilha

O monitor do clube checa os equipamentos (o auxiliar do instrutor já montou e deixou tudo pronto só para o voo). Todo instrutor assina uma ficha alegando que tudo está em perfeitas condições, ficha essa que o clube arquiva.

Você pode levar alguém para tirar fotos de antes do voo, se quiser, tem um auditório embaixo da rampa, cuja vista é bem maneira. Enquanto você voa, ela/ ele pode ficar apreciando a linda vista. Rende fotos boas!

Experiência do voo

A sensação de correr na rampa é deliciosa e ao mesmo tempo, tensa. Você se atira no abismo… e quer uma dica? Olhe pro horizonte e não para a rampa, funciona.

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A experiência é linda… é incrível. Dinheiro não paga ver aquela cidade linda do alto, voando como um pássaro, vendo a praia, o Morro Dois Irmãos, a favela da Rocinha, as casas dos ricos e famosos… E assim, depois que decola é só alegria e calmaria.

Uma coisa que eu adorei: tem manobras, se você quiser. Para quem já saltou de paraquedas, sabe, é muito bom dar vários mortais no ar, brincar de montanha russa (amooo!). É massa!

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Eu não me arrependo de ter voado na cidade mais linda do mundo – e pra mim, tinha que ser lá! E que bom que eu não desisti. Foi meu presente de aniversário, 33 aninhos S2.

E o pouso? É suave, na areia da Praia de São Conrado, facinho para ir embora ou pegar aquela praia delícia. Leve a mochilinha preparada, você pode usar os banheiros do clube de voo, se precisar.

Eu não só recomendo como os encorajo: se joguem! Quantas pessoas você conhece que podem dizer que comeram nuvem?

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Ah, e se aceitam uma sugestão, voem pela manhã… muita luz, tempo aberto e menos gente na rampa.

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Aquele momento em que você pode pilotar e vê que não é tão simples assim

“Dá mais medo do que saltar de paraquedas?”

A pergunta que mais ouvi foi: “Dá mais medo do que saltar de paraquedas?” ORRA! Muito mais.

No paraquedas o instrutor está acoplado à você, literalmente, e basicamente faz tudo sozinho, você só curte…

Só para ilustrar: Você além de correr em uma rampa, não apenas com neblina, mas também com medo, cuidando para não atrapalhar o instrutor, ainda lida com o fato de DEPENDER só do vento.

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Não foca na testa! Ha Ha Ha #WhatATesta . O céu NÃO é + o limite! 🎯 Qdo foi a última vez que vc fez algo pela 1a vez?! . Quem vê pensa que eu nem tava com medo, curti demais, saltamos já com acrobacia! E gostei tanto, que já saltei de novo. Uma das coisas que quero fazer nas viagens futuras – saltar em todos os lugares possíveis, até chegar em #Dubai ❤️. . Escolha um medo hoje e mostre quem é que manda! 👊🏻 Fica a dica que tem alguns cupons de desconto pra saltar no @peixeurbano | 🇺🇸 When was the last time you did sth for first time? Gnarly, so gnarly. . #toindoatoa #paraquedasboituva #gnarlygirl #nofearnogain #theskyisntthelimit #parachuting #adventuresports #goforit #gnarlylifestyle #prefiroviajar

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Mas é por isso que eu amo a ADRENALINA!

Adrenalina: hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais e fundamental no mecanismo da elevação da pressão sanguínea; importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos

Não há nenhum equipamento envolvido. De tudo o que eu já fiz na vida, isso foi o que mais me deixou nervosa e apreensiva.

Ele nos contou que há um paraquedas para a asa e um para nós, caso aconteça algum acidente. Menos mal, eu acho.

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E sobre o medo na hora do voo: se você não se sentir bem ou preparado, você pode pedir para sair da fila de asas e voltar assim que se sentir melhor. No seu tempo!

Quanto tempo dura o voo de asa delta?

O meu voo durou quase 9 minutos. Isso depende do peso das pessoas e do vento. Foi um bom tempo! Passou voando – tum tum pá! 😀

Eles não costumam prometer tempo de voo, o que vimos é uma média de 7 a 20 minutos. Se alguém voar 20 minutos, por favor, me conta. Sério!

Preço do voo de asa delta no Rio de Janeiro

Pagamos R$500 pelo voo, que inclui:

  • Taxa do Clube de Voo – R$60
  • Instrutor + fotos e vídeos (lateral e frontal) – R$440 (choramos desconto, porque esse valor era para ter apenas um ângulo de fotos)

O valor pode ser pago no cartão, porém, com adicional de 10% – seja débito ou crédito.

Ano passado falei com muitos instrutores e recebi valores entre R$350 a R$600. Acredito que depende da experiência, da fama, da agenda, dos equipamentos em si. Vale a pena conversar.

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Empresa

Eu indico o trabalho do Giovani do @asadeltainrio01, que foi super correto, profissional, gente fina e nos tranquilizou, claro. Você pode falar com ele no whatsapp também, o que garante comunicação o tempo todo antes do voo.

Importante agendar porque, por depender do tempo, nem sempre será possível encontrar um instrutor livre em um dia bom, sem agendamento.

Antes de viajar

Seguro Viagem – Se você não tem plano de saúde com cobertura nacional, faça a cotação de um seguro viagem. É um investimento e claro que sempre torcemos para não usar, mas se precisar, estará à mão. Você pode usar meu cupom TOINDOATOA e ganhar 5% de desconto e mais 5% se pagar no boleto. Clique aqui!

Booking – Já pensou na hospedagem da próxima viagem? Usando meu link você ganha uma recompensa de R$40 e eu também.

99 Taxi – Se você ainda não usa o app, use esse código promocional BR9AG558 e ganhe R$10 na sua primeira corrida e eu ganho também… economizando sempre para viajar mais 😉

E aí me conta? Curtiu essa experiência e esse post? Teria coragem?!

Comenta aqui embaixo, curte se gostou e help the blog a crescer 😉

Sempre bom receber sua visita… todas as minhas aventuras estão no instagram, acompanha lá?!

Beijo

Thaise

 

 

 

Capitólio/ MG – Mar de Minas, Cachoeiras e precinho camarada

Fala viaxantes desse blog! Tudo bem por aí?

Antes de mais nada, esse não será apenas um post sobre o que fazer em Capitólio, suas cachoeiras e seu precinho camarada. Não, afinal, se você digitar isso no buscador, vai encontrar “só” um milhão de artigos à respeito, né?

Hoje, vou reunir as dicas da cidade com a história dessa viagem e contar porque ela deu o start na minha vida de “organizadora de viagens que não ganha nada com i$$o”, com o intuito de conhecer pessoas que eu jamais conheceria de outra forma, a não ser viajando.

Lembrando que, respondendo às perguntas que recebo, às vezes, no insta, eu não trabalho com viagens ou turismo, tudo o que organizo é só pelo prazer de reunir a turma

Primeiramente, há alguns anos eu já sabia de Capitólio, ainda não era moda, era pouco explorada e muito barata. Porém, sempre sem companhia para as viagens e irritadinha com excursões, eu decidi que ia começar a chamar as pessoas que conhecesse pelo caminho para montar grupos e conhecer os lugares mais próximos de SP, e comecei por ela.

No começo éramos apenas três amigos, sem muitas expectativas. No meio desse planejamento, fechei com um grupo para subir o Pico Agulhas Negras, no Parque Nacional de Itatiaia/ RJ (ainda vou escrever sobre esse dia!), era um tipo de “excursão de aventura” e ali conheci uma galera.

Quando já estávamos prontos para ir embora, conheci uma das meninas do grupo, e conversando sobre viagem, comentei com ela sobre Capitólio e ela, na mesma hora, se animou de ir. No dia seguinte, ela já havia convidado mais duas pessoas desse mesmo grupo.

Eu, que já conhecia duas outras pessoas do grupo, comentei a respeito e eles também se animaram – inclusive, os conhecemos porque nos deram carona de SP até nossa base em Itamonte/ MG, para subir o pico no dia seguinte. Já éramos oito pessoas depois desse rolê. Na mesma semana resolvi fechar a acomodação e um dos amigos resolveu chamar mais duas pessoas, que gostaram da ideia. Fechamos o dia com dez!

Mas, como dez é pouco rsrs, convidei um casal muito amigo, sem muita expectativa de que topassem e no fim, eles também foram. Só sei que entre nós poucos se conheciam, íamos dividir carros de SP até lá, quarto de hotel e 4 dias inteiros.

Mas, e aí Thaise? Com esse tanto de gente desconhecida, como foi?

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Parece que foi bom! rs

Foi a primeira viagem em grupo que organizei, fiz amigos muito queridos e nos divertimos muito, muito mesmo.

Agora, contada essa história, vamos às dicas dessa cidade gracinha – Capitólio/ MG.

Por que ir à Capitólio?

Bom, nossa viagem foi em Junho/ 2017 – mas, acredite, esse post é bem atual –  pegamos um feriadão. Apesar de hoje estar na moda e muito cheio, vale a pena conhecer e se você puder, vá em dias de semana, fora de feriados.

Capitólio faz parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, um parque gigantesco, com 198 mil hectares, que preserva a nascente do rio São Francisco. É a cidade mais famosa e com mais estrutura para o turismo. Só o fato de ser parte do parque já seria suficiente para conhecê-la. Ela é muito famosa por causa dos altos cânions, com mais de 20 m de altura, invadidos pela água verde do Lago de Furnas.

São muitas trilhas, muitas cachoeiras e piscinas naturais, muito verde e o Lago de Furnas, de onde saem os famosos passeios de barco que vocês veem no Instagram.

Melhor época

Nós fomos no início do inverno, chovia muito em SP, mas ao chegar lá, só vimos sol e tempo aberto. À noite as temperaturas caiam bem, vocês podem ver pelos trajes da noite de sábado, mais abaixo.

Sempre aconselho checar os apps de tempo e temperatura alguns dias antes, mas toda vez que vou à MG e vou muito, nunca consigo pegar a chuva que o app previa. Fica difícil prever muita coisa.

Ir após a época de chuvas é bom porque tanto as cachoeiras como o lago estão mais cheios.

Como chegar?

Para quem sai de SP, RJ ou outras cidades de MG, é bem fácil ir de carro. Também, existem opções de ônibus, é importante conferir o itinerário das empresas. A Expresso União leva saindo de São Paulo. A Viação Gardênia leva saindo de Belo Horizonte. Não encontrei nenhum saindo do Rio de Janeiro. Confesso que sem carro, é um pouquinho complicado, você acaba tendo que contratar guia para tudo, mas se seu orçamento permite, vai fundo.

O site da Click Bus é muito útil para fazer as buscas de onde saem ônibus e para quais lugares, mas a taxa de inconveniência, me desagrada – acho alta, mas é só minha opinião.

Se for de avião, a descida é em Belo Horizonte e de lá, você segue de carro.

Uso sempre o site do Mapeia, para calcular distância e gastos com combustível e pedágio, usando um valor médio para os dois itens. Faça a conta de acordo com o seu veículo.

Sem título

Isso ajuda muito na hora de convencer as pessoas de que o rolê não vai sair tão caro e assim, todo mundo já vai bem preparado.

Quantos dias ficar?

Sempre gosto de falar que isso quem decide é você, é a sua experiência. Ainda que você more em um lugar, não tenha a pretensão de achar que você vai conhecer e saber tudo. Por isso, faça como você puder!

Eu com certeza voltarei para essa região algumas vezes.

Minha sugestão? Quatro dias para curtir com calma e ver o que precisa ser visto de mais famoso.

Hospedagem

Hoje, se você buscar no Booking hospedagem com café da manhã, cancelamento gratuito (isso é bem importante) e localização de ótima à excelente, você tem 23 opções. A decisão tem que ser de acordo com a quantidade de pessoas e com o bolso delas.

Eu também sugiro que faça pesquisas de hospedagem fora dos sites de busca, nesse caso, foi o que eu fiz. A vantagem do buscador, como o Booking, é que você não paga nada antes, apenas usam o cartão de crédito como uma garantia.

Nós ficamos no Cyrilo’s Palace Hotel, reservamos quartos triplos. Uma porque tinha cama para todos, fica na entrada da cidade e à 700 m do centro. Ah e tem piscina e churrasqueira. Sim, usamos. Além disso, fica de frente para o Lago de Capitólio, uma baita vista.

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“Esse arrocha é pra você que achou que aqui tava chovendo, uh, vai vendo!” – eles cantaram.
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Vista da piscininha amor do hotel

Eles servem um ótimo café da manhã, são muito atenciosos e é super limpo.

Orçamento

Eu não sei vocês, mas não tenho problema algum em fazer o possível para economizar e ainda assim, ter as melhores experiências. Não veja isso como “pão durice”, “ser muquirana”, etc. Isso é uma forma de fazer tudo o que você precisa fazer na vida e ainda, viajar.

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Foto por Snapwire em Pexels.com

Estipulamos um orçamento e o cumprimos – foram R$ 700, incluindo tudo.

Dia 1

Check-in e Cachoeira do Lobo

Como dirigimos a noite toda, fizemos o check in e até a gente se arrumar, já era quase hora do almoço.

Saímos meio sem rumo atrás de um restaurante e em busca, também, da Cachoeira do Lobo.

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São 16 km do centro de Capitólio, metade em estrada de terra, e fica dentro de uma área de camping e pousada. É cobrada um taxa para entrar e tem estacionamento, é permitido o uso da piscina também. Infelizmente, não consegui nenhuma informação sobre o valor atual, mas pagamos cerca de R$25/ pessoa na época.

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A trilha até a cachoeira tem apenas 300 m e é super simples – mas, nesse dia aprendi que cada um tem seu limite e por via das dúvidas, faça devagar e com alguém. Não sofra!

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Foto: Google

Passamos a tarde nela e voltamos para o hotel, jantamos lá mesmo, eles têm um cardápio à la carte para quem quer fazer as refeições nele.

Dia 2

Passeio de lancha e buggy até a Lagoa Azul

O passeio de lancha é o mais tradicional da cidade, são inúmeras lanchas disponíveis. Na época, eu reservei duas lanchas com antecedência, mas pelo que soube, está bem fácil conseguir ali mesmo, nas barraquinhas.

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O local do embarque é na Ponte do Rio Turvo, um pouco antes da entrada da cidade. Inclusive, em frente à ponte, também tem as opções de restaurante para esse dia – que, aliás, indico o Restaurante do Turvo. Ali também fica o quiosque do buggy. Dia mais fácil, impossível.

 

Dica: procure saber sobre a reputação da empresa de lanchas que vai contratar, veja se tem colete para todos e se possível, espaguetes, para quem não sabe nadar (eu!).  

Gostamos muito da que contratamos, os pilotos até juntavam as lanchas só para que todos saíssem nas fotos. Eu realmente não vou lembrar o nome, se não, postava aqui, mas os valores não mudam muito. Hoje, vi que está em torno de R$70/ pessoa – quando fomos era R$50 e o meu ainda saiu na faixa, porque eu levei 11 pagantes. Olha a economia aí gente!

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O passeio dura cerca de três horas, tem vários horários ao longo do dia, mas os primeiros são os melhores – não está tão quente, não tem muita gente (não tinha né?!) e você pode aproveitar o resto do dia para curtir outras coisas. É nesse passeio que você conhece os famosos cânions e infelizmente, nenhum rapel estava permitido neles quando fomos #chateada. Nossa lancha nos permitiu levar os coolers, o que foi ótimo.

Mesmo que você saiba nadar, tome cuidado, é uma represa e assim como todas, tem muitos riscos. Eu entrei na água, de colete, e ainda assim, era “pesado” me manter no mesmo lugar.

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Essa foto foi tirada no pier de um estabelecimento que fica no lago. Juro que não lembro bem o que era.

Na volta, era 11h30 ainda, decidimos que queríamos alguma outra coisa e sem querer – esse não tava no roteiro – eu avistei um quiosque escrito “PASSEIO DE BUGGY”. Como diria meu caro amigo Gil – “AI QUE TUDOOOOO!”.

O passeio, que nos levaria até à Lagoa da Pedreira, que também não estava no roteiro, custava R$130/ pessoa (cada buggy leva 03 pessoas). Claro, que nosso querido amigo, vamos chamá-lo aqui de Muleke Piranha, um negociador nato, conseguiu, com muito custo, que ficasse por R$100. Carinho né? Mas é aquilo gente, só se vive um vez…

 

O caminho em si é bem bacana, com certa adrenalina, muita pedra, mas também um baita visu. Nós subimos, subimos e enfim, chegamos à borda da Lagoa da Pedreira ou Lagoa Azul, como os turistas chamam. Sim, é artificial, de uma pedreira desativada, mas a água é de chuva, ou seja, não há riscos.

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Olha, que lugar lindo ein! As “mina pira” para as fotos…

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O bugueiro para em algum lugar se você pedir e paramos em um mirante, de onde vimos a cidade toda e demos uns pulinhos. Amamos o passeio!

 

Antes de voltar ao hotel, eu tomei um baita rola, de cara no chão, em cima das pedras… fiquei com alguns belos hematomas, um roxo gigante na coxa, um caucário preso no dente (só saiu um mês depois, na cadeira da dentista, isso depois que ela acabou de rir da minha desgraça kkk). Meus amigos preocupados, mas rindo por dentro… enfim, com exceção da minha dignidade, estava tudo bem!

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Passamos no Mirante dos Cânions, já sem a luz do sol, mas onde deu pra curtir o visual. O bugueiro ficou em cima de mim, com medo que eu caísse de lá de cima, num tropeço haha. O mirante fica na rodovia, “facin” de achar. Ouvi boatos de moradores, recente, dizendo que uma rede de hotéis comprou a área e que esse mirante logo deixa de existir – pelo menos para quem não se hospedar no hotel. Será?

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Foto linda do Trilhando Montanhas, mostrando o mirante sem edição. Por que é cada filtro que colocam, que nem reconheço. É lindo assim!

Obs.: Não tenho foto sozinha no Mirante, pois a pessoa que as tirou nunca “a las envió” :S rindo de nervoso! Não sejam essa pessoa, tá migos?!

Noitada

Chegamos do passeio, tomamos aquele banho e sobrou para mim a missão de escolher um lugar legal. Essa é uma tarefa bem difícil viu, especialmente quando você não curte balada e bebida (SIM, sou uma aventureira careta e feliz!).

Encontrei um condomínio/ bairro chamado Escarpas do Lago onde há barzinhos e restaurantes. Resolvemos procurar um restaurante por lá… entramos no Hud´s Lounge.

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Bebo uma taça de vinho à cada 6 meses… e olhe lá!

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Só tenho a dizer que o lugar nunca mais foi o mesmo. Imagina um restaurante “elegante”, com pessoas comendo quietinhas, com seus vinhos e ninguém coloca o cotovelo sob a mesa. Isso não é uma crítica maliciosa, educação é bom e todos gostam, apenas não era nossa vibe aquele dia. MAS, onde Diadema e Zona Leste (vulgo ZL) chegam, nada permanece como está HA HA

Fizemos nosso pedido, bebemos, conversamos em tom educado, ao som de MPB suave e quase sem volume (muito bom, na verdade!). Mas poxa, era sábado à noite e não queríamos procurar outro lugar.

De repente, de nossa mesa sai um “toca Raullllll”, o cantor nos atendeu e então, começamos a variar. Quando percebemos, estávamos todos no salão, dançando, cantando alto, o cantor mega empolgado, as pessoas saíram das mesas e terminamos todos dançando músicas do Wesley Safadão. Fomos de “Evidências” (veja o vídeo) à arrocha.

 

Depois disso, eu nem lembrei que tinha celular… só deixamos fluir rs 

Gente, até os funcionários estavam se divertindo! Foram demitidos… brinks. Foi muita risada, dança, interação com pessoas que nunca vimos na vida. Foi demais! Não sei que horas voltamos para o hotel. Única coisa que lembro é que deixei o carro morrer na estrada, escura, sem sinalização e na curva… ninguém morreu, passam bem.

Com certeza, você encontra lugares mais baratos para um jantar, mas eu paguei com muito gosto. Diria que é $$$ e cobram couvert artístico.

Dia 3

Essa galera é da trilha – aliás, 90% das pessoas com as quais ando hoje, amam trilhas e aventuras. Resolvemos pegar essa que, é das mais famosas na região e que todo mundo pode fazer.

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É um parque de trilhas e cachoeiras, particular e de preservação e o valor para acessar a trilha é R$30. Tem quiosque restaurante, banheiro na entrada e uma loja de souvenirs. Super recomendo boné ou chapéu, não é à toa que a chamam de Trilha do Sol, sombra só em alguns pedacinhos. Estão abertos das 9h às 17h.

São três pontos de interesse: Cachoeira do Grito, Poço Dourado e Cânion do Limite.

 

Todas as trilhas são tranquilas, sério, e o que encontramos ao final delas, nossa… que delícia de lugar, que água.

Infelizmente, minhas fotos não fazem justiça ao lugar, mas o Instagram deles não me deixa mentir.

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O poço dourado faz a gente se sentir num filme do Indiana Jones, andando cânion adentro, com água na canela e sem saber o que vem na frente, eu “paxônei”… E sim, é dourado mesmo.

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Poço Dourado – foto: Portal Capitólio

O esquema é ir sem pressa, parar para banho, descansar, curtir cada pedaço de trilha e sair de lá ao fim da tarde. Aproveita e já almoça por ali mesmo, a comida é boa e o preço é $$. Peço perdão, mas NUNCA fotografo comida, não tem quem me faça. Mas, tenho aprendido a pelo menos, mostrar o cardápio e o lugar. Nesse dia, eu ainda não fazia isso.

Noite

Nessa noite resolvemos fazer um churrasco perto da piscina, que era só nossa e foi sucesso. Acabamos brincando de bicho-bebe (prefiro não comentar), rindo até a barriga doer, deitamos nas cadeiras perto da piscina, com cobertores, todos juntos – faz frio à noite, no inverno. Vimos as estrelas e dormimos felizes.

Dia 3 

Paraíso Perdido e volta pra casa

Deixamos esse paraíso por último porque seria mais viável, assim já pegaríamos estrada dali mesmo. Ele fica em São João Batista do Glória, a mais ou menos 50 min de Capitólio.

Aproveitamos a manhã por lá e foi meu lugar favorito. São “cânions” com 18 piscinas naturais e oito quedas d’água.

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Chegar até ele foi um pouquinho chato, porque não tínhamos certeza se acertaríamos a entrada, à partir da rodovia. Mas vimos as placas, deu tudo certo.

Lá também tem uma pequena estrutura, estacionamento, restaurante com comidinha simples e bem baratinha, além do camping. A taxa cobrada para o pernoite é de R$ 40 (vai aumentar para R$ 50 em 01/03/2019). Você pode usar o day-use, como nós, sem ter que dormir por lá. Eles oferecem cortesia, a cada 10 pagantes, o 11º é grátis. Está aberto das 08 às 18h.

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É só seguir a trilha pelas pedras e ribeirão até o lago. Se você for apenas até o lago, talvez não goste tanto do lugar. A melhor parte é atravessá-lo.

Mas menina, você não disse que não sabe nadar? Pois é, por isso que nossos anos de montanha nos ensinam a dar a volta por cima, tínhamos dois guias de montanha (amigos) no grupo e eles deram um jeito para os não nadadores rs. Olha, o que eu não nado, eu escalo viu?!

 

Mas, todos podem ir, desde que seguros, ok? Duas das amigas não foram, nos esperaram no lago.

Você sobe paredão atrás de paredão e vai até onde sua coragem permitir. Sei que subimos bastante. Lá em cima, tem um laguinho super gostoso, uma área para sentar e tomar um sol, um riozinho com árvores nas beiradas. Um silêncio absoluto, quer dizer, só o som do vento, das árvores e dos passarinhos. Não, minto, tinha o drone do Mlk Piranha também. Credo, que delícia!

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Se você tiver um drone, esse é o lugar…

Achamos tudo bem fácil, apesar da “escaladinha”, mas mesmo assim, todo cuidado é pouco. Infelizmente, com tantas pedras molhadas, tivemos um infeliz acidente, que prejudicou muito um amigo nosso, foi bem na hora de voltar para a casa. Não foi culpa de ninguém, mas graças à Deus, não foi pior.

Recadinho do local: Se for entrar nos ribeirões lembre-se que todos os ribeirões com piscinas naturais profundas oferecem perigo de morte e aqui existem váriaspor isso é importante trazer colete salva-vidas, tênis com solado de borracha que possa molhar que ajudam a evitar escorregões ao caminhar pelos ribeirões. Algumas marcas pintada em forma de pezinhos foram colocadas no chão para ter uma ideia da direção a seguir, mas você só deverá ir ate onde se sinta seguro. A pessoa deve ter uma boa mobilidade física e estar com bom condicionamento físico e mental. Evite chegar nas margens dos ribeirões a noite que é quando as cobras saem para caçar e não se pode prever enchentes.”

Ainda assim, foi a viagem mais gostosa que já fiz com amigos. Não sei explicar a sintonia, as risadas, os perrengues, nos ajudamos e nos divertimos muito mais do que podíamos planejar.

Outras dicas

Os únicos bancos na cidade são Bradesco e Sicoob.

Não se preocupe com refeição, não tem como você ficar sem opção. Saia e pare no primeiro que te der vontade. O custo da cidade, em geral, é barato.

Combustível nesses lugares costuma ser muito mais caro que em SP, por exemplo. Prepare o bolso!

O que eu vou visitar na próxima?

Morro do Chapéu – eu sempre prefiro a trilha, mas se você tiver um carro maior ou motor 1.6, vai até o topo direto. Aprecie sem moderação! Entrada grátis.

Cachoeira Lagoa Azul, Cachoeira Diquadinha, Cachoeira Fecho da Serra e do Grotão – Entrada Grátis.

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Fomos embora tristes…
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mas com trocos!!

Relato mais recente da Beatriz do @canalnossab

Gente, pedi para uma querida nova instamiga que mandasse um breve relato da experiência dela, mais recente, de 25/01/2019. Veja o que ela disse:

“Capitólio é um destino que dá para curtir muito as cachoeiras e piscinas naturais. Eu amei!

O paraíso perdido custa R$ 40/ pessoa e dá pra curtir o dia inteiro! A água de lá é gelada e as pedras são escorregadias. Lá não pega sinal de internet, o que é muito bom para realmente aproveitar! Sugiro levar dinheiro em espécie, já que o cartão dificilmente pega (por conta do sinal de internet). Lá tem banheiros, estacionamento e restaurante.

O passeio de lancha de 3h está em torno de R$ 90 reais/ pessoa [verificamos em outras empresas e achamos até por R$70, então bom pesquisar bastante] e te leva para conhecer os cânions (maravilhosos!), mas só tem 20 min para se banhar e nadar.

Aconselho se hospedar em Capitólio mesmo, porque achei Passos um pouco longe.

Não é um lugar muito aconselhável para viagens de terceira idade, porque as pedras dificultam a caminhada. Inclusive sugiro usar aqueles sapatinhos antiderrapante para água [vende na Decathlon], porque as pedras escorregam muito! Outros itens para não esquecer: água, capinha à prova dagua para celular, roupa de banho, toalha, boné e óculos de sol.”

Muito obrigada Bia, acompanhem a trip dela no instagram =)

Enfim, esse relato ficou um pouco maior do que os que costumo escrever, mas acredito que boas viagens são feitas de bons encontros e boas histórias. E é uma forma de dizer que também estou com saudades desses malucos.

Capitólio, obrigada porque foi em você que meu despertar ganhou força! 

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E não viaje sem plano de saúde com cobertura nacional. Se você não tem, importante contratar um seguro viagem, que é muito mais barato do que você possa imaginar. Clique aqui. E com meu cupom TOINDOATOA5, você ganha 5% desconto 🙂

Divirtam-se e me marquem quando estiverem por lá.

Beijão,

Thaise Caires (@toindoatoaoficial)

 

 

 

 

 

 

Pedra da Gávea e Mirante Dona Marta/ RJ – Como é a subida?

Você também tem aquele local que é quase uma necessidade conhecer? Pois é, subir a Pedra da Gávea era isso para mim até uma semana atrás. Quase como a Disney para muitos! rsrs

Não tinha ido ainda por falta de oportunidade – ano passado até entrei em um grupo, mas por motivos de falta de forças físicas, desisti da viagem no dia. E sinceramente, ainda bem que não fui.

Chegar até a Gávea, que fica na praia de São Conrado, é fácil – você chega facilmente de carro (há um bolsão para estacionar), de ônibus ou ainda, táxi. A Pedra fica no Parque Nacional da Tijuca, onde há uma guarita e o horário para visitas é das 8h às 17h. O ideal é começar a subida o quanto antes, tanto por causa do calor carioca, quanto pelo risco de muvucas, comum aos fins de semana. E sim, vá com um guia! Tem economias que não valem o risco ou riscos que não valem a economia, não sei.

A Gávea é a maior trilha à beira mar do MUNDO (chupa mundo!). Tem 843 m de altitude e tem, com certeza, uma das melhores vistas da cidade. Ela é temida por muitos por causa da famosa Carrasqueira, um paredão de 30 m onde é essencial usar as mãos para continuar. Subi-la com medo é até bom, um pouco de medo nos coloca no devido lugar, sejamos aventureiros sim, idiotas jamais. Para quem não quiser arriscar, o Seu Jorge está lá todo dia, com seu equipamento de rapel, pronto para encarar a subida ou a descida da Carrasqueira com segurança – R$40 (dois trechos) ou R$30 (apenas um dos trechos).

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Eu acredito que todos conseguem subir, porém, além de superar o medo de altura (muitos trechos são verdadeiros abismos), é preciso um bom condicionamento físico. Há quem suba em 1h30 e há quem faça em mais de 3h – nós subimos em 2h14, parando pouco para descansar. Nosso guia disse que eu sou “sinixtra” e que eu devia subir correndo haha, combinamos de voltar para melhorar nosso tempo. O importante é subir, afinal ninguém está competindo, né non?!

O início da trilha é basicamente subida pela mata – e coloca subida nisso. O trecho de pedras começa mesmo na Carrasqueira e vai até o fim, no famoso platô. Você usa todos os músculos do corpo e não há uma pessoa que não se sinta realizada depois de ver o seu feito ao chegar lá em cima. As fotos você pode guardar para o fim, se concentre em subir e não desmaiar 🙂

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Qual é a melhor subida?

São dois os caminhos que levam ao topo – a Carrasqueira e a P4. Como não conheci a P4, fico com a opinião de quem a subiu – ela é mais arriscada, mas tem a vista da Garganta do Céu (Google it!).

Mas não se preocupe, por onde quer que vá, você chega lá! Cada parada é um queixo caído diferente. É vista da Barra da Tijuca, da Rocinha, do Leblon, da rampa de voo livre, de vários outros picos irados da cidade… é coisa demais para apreciar.

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Chegada

No platô você tem a vista 360º da cidade, é onde você pode descansar, comer algo e tirar as duas fotos mais clássicas da trilha.

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À esquerda do platô, depois do merecido descanso, os corajosos – e que vão com guia – também podem conhecer a Orelha do Imperador. O trecho é, na minha opinião, tão lindo quanto perigoso, qualquer deslize pode se tornar um problemão, então só desça se tiver certeza.

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A Orelha é uma caverna – dá até para acampar nela – e tem, também, parte da linda vista. Rende um bom descanso e fotos à sombra.

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As famosas fotos

Nós brincamos na viagem que, em alguns anos, as selfies matarão mais do que muitas doenças. Nós rimos, mas é de nervoso. Não se brinca com coisa séria, mas com um pouco de cuidado e moderação, você vai ter fotos incríveis e instagrâmicas (essa palavra existe?!)

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Ao final, lá no topo, ficam os trechos mais perigosos: a Cadeirinha e a Pedra do Raio. Qualquer descuido pode ser fatal! Na Cadeirinha eu nem sentei, já na Pedra do Raio… Ainda bem que minha mãe não gosta de internet!

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Agora saiba que se os bombeiros tiverem que subir ou mandar um helicóptero pra socorrer alguém, esse alguém vai ter que aguentar o maior esculacho e com toda a razão.

O que levar?

Essa é a lista do que levei:

  • Água
  • Lanchinhos (não há nada por lá)
  • Protetor solar
  • Bota de trilha
  • Roupa confortável
  • Óculos de sol

O ideal é começar a descida cedo, já que o tempo de descer é quase igual ao da subida, mas agora com o cansaço. Ao fim da trilha, quase na entrada, à esquerda, há uma queda d´água para um banho bem refrescante, finalizando a aventura.

Acesso

O acesso à trilha é livre e gratuito. Caso queira subir com o guia, é preciso contratá-lo antes. Eu super indico nosso guia, Beto (@beethovennorberto) que conheci no nosso amado Instagram. Além de super paciente e responsável, tira fotos lindas! Se falar com ele, fala que leu aqui =)

Na volta, tomamos aquele açaí maravilhoso e voltamos para o apartamento. Depois da Gávea, duvido você querer qualquer outra coisa rsrs

Mirante Dona Marta

Para aproveitar o domingo, já que estávamos na cidade, acordamos às 3h30 para ver o nascer do sol no mirante. Por motivos de força maior, acabamos chegando tarde e vimos só o amanhecer, o que já foi bem legal. A vista da esquerda é da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar e a da direita, o Cristo. Dali se vê também o Maracanã, a Gávea e o morro Dois Irmãos.

A estrada que leva até o mirante é asfaltada e sinalizada. A entrada do mirante é à direita e o da comunidade, à esquerda, ou seja, você não precisa ficar com medo de entrar em local desconhecido. Eu também indico que você vá com um morador que conheça o lugar ou guia, garante mais tranquilidade à sua visita.

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Quanto antes você subir, mais chances de ter exclusividade nas fotocas e também, pode apreciar com calma o céu se abrindo lindamente.

O local, que abriga um heliponto, foi usado na gravação do DVD do Natiruts “Acústico no Rio de Janeiro”, que todo mundo ficava tentando descobrir onde era; agora eu entendo o motivo.

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O mirante e o estacionamento também são gratuitos, não tem desculpas, vai?!

Só sei dizer que me senti mega realizada, há 3 anos namorando aquela rocha, pensando na vista. E ainda é melhor saber que todas as trilhas anteriores têm me preparado para as maiores e melhores. Rumo ao Everest haha! Vá com tudo galera, o céu é o limite!

E aí, gostou? Vai encarar? Se for me conta.

Obrigada pela companhia na leitura, espero que aproveitem as dicas.

Bjão, Thaise

@toindoatoaoficial