É, o ano nem acabou e já estamos planejando viagens (ou qualquer outra coisa) para 2019? Sim, já dizia um filósofo contemporâneo por aí “Não planeje vingança, planeje viagens”.

Nesse breve texto, vou compartilhar 5 dicas para você planejar suas próximas viagens da maneira mais fácil e barata possível. E vale para qualquer viagem, desde as de fim de semana até às sonhadas férias em Acapulco.

1 – Veja seu orçamento

Você já pensou em quanto gostaria de gastar antes de começar a pensar na viagem? Não? Além de te ajudar a decidir o local, por eliminação, ainda te poupa diversos gastos desnecessários ao longo dela. Estipule o montante que você vai utilizar e faça o possível para encaixar o “sonho” nele. Eu sugiro que sente pelo menos um dia só para fazer e curtir esse planejamento todo.

2 – Como escolher para onde ir?

Essa é a tarefa mais complicada – escolher o destino, especialmente se o orçamento está mais gordinho. Depois de ter decidido o orçamento da viagem, o ideal é você anotar os 5 lugares que você mais gostaria de ir – seja ousado, vá até à Lua. Se fizer uma lista com mais de cinco, pode ser que continue difícil. Depois, naquele buscador famoso, digite um a um e veja se a época desejada é boa para visitar o lugar. Elimine da lista os que já não se encaixam. Em seguida, busque saber quais têm o melhor custo x benefício, faça as pesquisas de passagem aérea e hospedagem para todos os locais e veja qual sai mais em conta para a data escolhida. Lembrando que, nem sempre a mais barata é a que agrada mais, vá de acordo com a sua prioridade + orçamento e seja feliz!

Quanto mais flexíveis forem suas datas, mais chances de conseguir melhores preços.

Onde buscar as passagens? Eu recomendo o Skyscanner e o Kayak, além do app Passagens Imperdíveis, para ficar de olho em promoções relâmpago.

Como juntar pontos Multiplus e viajar mais em 2019? (Post 1/3)

E as hospedagens? Gosto muito do Booking.com e do Trivago. E para quem vai em mais de duas pessoas, o AirBnb super compensa.

E lembre-se de sempre pesquisar na janela privativa.

3 – Como decidir a melhor época para viajar?

Isso é bem relativo, porque tem lugares para todas as épocas nesse mundo de meu Deus. Porém, é muito fácil conseguir passagens baratas mas, ao chegar ao destino, descobrir que era época de seca ou cheia, de tempestades ou furacões ou ainda, de quase nada funcionando.

Então, decida o destino e se há passeios específicos e procure saber se a época é apropriada para ver o que você deseja. Por exemplo: Salar de Uyuni com chuva? Vá no verão; ver Baleias na Bahia? vá entre Agosto e Novembro; Água nas lagoas dos Lençóis Maranhenses? Visite o site oficial do parque.

Eu descubro essas informações falando com pessoas que moram no local, entro em contato pelas redes sociais ou falo com quem já foi. Infalível! Nada mais frustrante do que visitar um lugar dos sonhos e não aproveitar.

4 – Descubra detalhes sobre o destino

Precisa tomar alguma vacina específica? Precisa de visto? E o seguro viagem? Qual moeda levar? O aeroporto ou rodoviária é longe da hospedagem? O traslado é necessário?

Esses são detalhes que costumamos deixar para a última hora, mas não deveríamos. É  tão bom ter tempo para fazer tudo, não é? Então verifique tudo isso no “dia do planejamento”. Sabemos que o custo de uma viagem não está apenas em passagens e hospedagem, logo, todas essas coisas podem te custar tempo e também, dinheiro.

5 – Como gastar menos ao chegar lá?

Se você, assim como eu, quer viajar mais de uma vez ao ano e de preferência, sempre sem gastar muito, algumas dicas são úteis:

Procure pelo Free Walking Tour no destino – são grupos de voluntários que saem com turistas para conhecer a cidade e sua história, caminhando. Todos são bem-vindos, e em geral, há tours em inglês e espanhol, no exterior, e em inglês e português, aqui no Brasil. Cada participante paga o que achar justo ao final do tour, sem obrigações.

Eu mesma já fiz em: São Paulo, Curitiba, Buenos Aires, Madrid, Londres, Paris, Cidade do Cabo, Amsterdã e muitas outras cidades que visitei tinham, mas eu acabei não aproveitando.

Fuja dos pontos turísticos: Claro que ninguém vai ao Rio e não vai ao Cristo (haha eu já fui mais de 10x e nunca subi, confesso!) ou à Paris e não quer ver a Torre Eiffel, claro. Mas, se você conversar bem com moradores locais, até mesmo nos hotéis, táxis e restaurantes, pode descobrir lugares lindos e exclusivos, muitas vezes, gratuitos.

Exemplos: Piscinas Naturais em Ilha Bela/ SP, o bairro boêmio de Montmartre, em Paris, Atins no Maranhão, Perobas no Rio Grande do Norte, pra falar de alguns que eu já fui.

Coma onde os moradores comem: se tem uma coisa que eu não aceito é sugestão de restaurante pra turista – ODEIO rs – além de caros, em geral, tem comida sem graça e estão sempre cheios. O brasileiro gasta, em média, 25% do orçamento da viagem só com comida, é muito! Por isso, é bom colocar isso no planejamento sim, principalmente, se você come como eu 🙂

Pergunta (a menos que você tenha muita grana e com certeza não estaria lendo esse post rs) para o recepcionista do hotel, para um morador, para o atendente do supermercado e você vai ver o que é comida boa e barata. Além disso, sempre é possível visitar aquele supermercado mara e fazer sua comidinha. Que tal?

Quando fiquei em Londres por um mês, em 2017, almocei e jantei muitas vezes a comida ou lanches do Supermercado Tesco. Eram comidinhas muito gostosas e super baratas – cheguei a pagar £2 por um sanduíche bem farto. Não tenha medo de procurar!

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Foto por rawpixel.com em Pexels.com

Bom, sei cada um tem seu estilo de viagem e eu apenas tentei mostrar um pouquinho de como eu faço. Tudo pode ser adaptado! Espero que tenha sido útil e que facilite as próximas viagens de vocês. Compartilhe com os seus amigos e bora viajar muito em 2019!

Vou deixar aqui os links dos sites que uso para minhas pesquisas:

Skyscannerhttps://www.skyscanner.com.br/

Kayakhttps://www.kayak.com.br/

Trivagohttps://www.trivago.com.br/

AirBnbhttps://www.airbnb.com.br/c/thaisec?currency=BRL – USE ESSE LINK E GANHE R$ 130 DE CRÉDITOS EM SUA PRIMEIRA RESERVA!

Booking.com  – https://www.booking.com/s/13_6/79d89ce9 – Nesse link você ganha R$40 de créditos na reserva e eu ganho também.

Quanto Custa Viajarhttps://quantocustaviajar.com/ – Nesse site, é possível fazer pesquisas de média de valores que você vai gastar por dia, em qualquer destino.

Seguros Promo – cotação e compra de seguros viagem – www.segurospromo.com.br/p/toindoatoa/parceiro – Comprando nesse link, eu recebo uma comissão que não altera em nada o valor que você paga ao final. Sempre posto no Instagram quando há descontos ou promoções, fique ligado!

Melhor Câmbio – cotação e compra de moeda – https://www.melhorcambio.com/

Se tiver perguntas ou dicas de como você costuma planejar, só deixar nos comentários abaixo, prometo ler e responder.

Bjos e bom ano novo para todos!

Thaise (@toindoatoa)

 

 

 

 

 
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Mas o que é esse Work & Travel, Thaise?

Ganhar em dólares? QUEREMOS! E quando queremos?  Já! 

Para dar início à esse assunto e deixar uma pulga atrás da sua orelha (que papo de velha!), convidei a Tarsila, do blog Travelover e Youtube Tarsila Travelover (@tarsilatravelover), que está indo para seu terceiro Work & Travel, aos 24 aninhos, para falar mais sobre isso.

Antes, o porque desse assunto:

Aos 32 anos eu vi que, apesar de ter feito muita coisa bacana e interessante – contrariando as previsões pessimistas de quem acha que nascer “pobre” e morrer “pobre” é sinal de honra e de que, algumas coisas são apenas para pessoas ricas de dinheiros – eu nunca fui muito “esperta” ou corajosa o suficiente para descobrir um mundo além das minhas quatro paredes.

Comecei a descobrir esse mundo novo mais tarde, por volta dos 28, 29 anos. Hoje vejo a importância de sermos incentivados a ir além da escola, da faculdade e do bate cartão empresa… Hoje, me arrependo de não ter tentado uma oportunidade como essa quando eu pude.

Parece exagero, mas gostaria que ao menos uma pessoa se inspirasse com essa e outras possibilidades que trarei aqui no blog, e percebesse que se pode fazer bem mais do que apenas aquilo nos é oferecido. Busque você algo novo!

Voltando ao assunto, vamos à conversa:

Thaise: Tarsila, vamos começar explicando o que é o Work & Travel, o que comem, onde vivem? rsrs
Tarsila: Ha Ha o Work & Travel é um programa remunerado, regulamentado pelo governo americano, que promove contato entre empregadores e possíveis empregados, para trabalharem temporariamente no país, nas férias da faculdade.

Thaise: Por que fazer um intercâmbio como o Work & Travel?
Tarsila: Um intercâmbio de trabalho como esse traz inúmeros benefícios: Desenvolvimento pessoal como responsabilidade, auto confiança, aprimoramento de língua inglesa, além do dinheiro ($$$$) e da experiência profissional estrangeira no currículo.

Thaise: Muitas pessoas querem saber como estudar ou trabalhar nos Estados Unidos. Você acredita que talvez essa seja a opção mais fácil?
Tarsila: Acredito que seja a opção de intercâmbio com melhor custo-benefício. Só não digo que é a mais fácil porque existem alguns pré-requisitos.

Thaise: Para quem é esse tipo de intercâmbio?
Tarsila: Todas as pessoas que tenham entre 18 e 28 anos, que estejam cursando alguma graduação e que já consigam se comunicar mesmo que com dificuldade, em inglês.

Thaise: Então, por onde começar?

Tarsila: Começa na hora em que você decide se esse tipo de intercâmbio é pra você. Ele exige muito, são muitas situações desafiadoras. Além da língua, você precisa se adaptar à uma cultura diferente, cuidar das suas próprias coisas, como onde morar e fazer suas refeições, organizar seu próprio dinheiro e trabalhar muito. Não é um trabalho “coxa” não, são, no mínimo, 32 horas por semana.

Thaise: Qual o investimento médio de um curso desse?

Tarsila: Bom, sem contar passagens aéreas e visto, o custo do programa é de USD 2000 e, as agências costumam facilitar o pagamento. Quanto antes você começar a pagar, mais tempo tem de se programar com as parcelas.

Thaise: Há algumas opções onde o inglês não seja tão necessário no primeiro momento?

Tarsila: Você precisa garantir o mínimo da comunicação, especialmente porque você precisa lidar, antes de ir, com a entrevista de emprego com a empresa e a do visto que são ambas em inglês. As agências recomendam que você tenha inglês intermediário e fazem um teste de inglês para checar sua aptidão, antes de fechar o programa.

Thaise: Você acha ideal fazer no início da faculdade ou deixar para o último ano?

Tarsila: Quanto antes melhor, porque assim, você pode pode tentar aproveitar e ir em todas as suas férias da faculdade, melhorando cada vez mais o inglês e também, seus horizontes. No fim do curso, as pessoas já estão mais voltadas a buscar oportunidades de trabalho na sua própria área.

Thaise: Tem descontos para quem vai pela segunda ou terceira vez?

Tarsila: Sim, a cada ano você pode conseguir um desconto no valor do programa.

Thaise: As vagas estão relacionadas aos cursos de graduação?

Tarsila: Não. Eu estudo Biologia, mas as vagas são para trabalhos operacionais – cozinheiro, atendente, recepcionista, caixa, garçom, entre outras.

Thaise: Qual o período mínimo de permanência?

Tarsila: Varia de 03 a 04 meses, sendo um mês de férias, o que eles chamam de ‘grace period’, onde você está proibido de trabalhar e, então, você tem esse mês para curtir o país. Mas também dá para fazer algumas viagens mais curtas durante o período do trabalho.

Thaise: Como escolher pra qual cidade ir e qual trabalho fazer?

Tarsila: Importante conversar com uma agência de intercâmbio, lá eles podem te passar uma lista de cidades, empregadores e vagas. Importante pensar no que você gosta e/ ou tem habilidade. Gosta de frio ou calor? Prefere público ou números?

Assim você consegue encaixar algum lugar e trabalho mais facilmente. Dentro de um mesmo local, há diversas funções que você pode exercer.

As vagas não estão relacionadas à sua formação. Importante também pensar quanto vai custar morar naquela cidade. O site Quanto custa viajar pode te ajudar nessa pesquisa.

Thaise: Quais países oferecem esse tipo de intercâmbio?

Tarsila: Atualmente somente Estados Unidos (importante consultar as agências sobre outros países).

Thaise: Qual o visto exigido para esse programa?

Tarsila: Para esse programa é o J1 – que também é exigido para Au Pairs (babás). O valor hoje é USD 160, mesmo valor do visto comum de turista, mas com formulários diferentes. Dá uma lida no post abaixo e entenda mais sobre o visto.

https://travelover.com.br/blog/visto-j1

Thaise: E sobre a hospedagem?

Tarsila: Alguns empregadores oferecem o ‘housing’. Todos os ‘internacionais’ ficam nessa casa. Se não estiver disponível, as agências e/ou os empregadores auxiliam na busca por um.

Lembrando que os aluguéis são pagos pelo intercambista, com seu próprio salário durante o programa. Existe a opção de alugar um espaço privado, e também é possível trocar, caso haja interesse.

Thaise: E sobre os salários?

Tarsila: Os valores variam de USD 7 a 12/ hora. Importante que você veja isso no momento de fechar o programa. É bom lembrar que a conta entre o que você vai receber e o que você vai pagar de aluguel, por exemplo, é o que define o melhor negócio para você.

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Thaise: Como são pagos os salários?

Tarsila: Pode ser em pagamento direto na conta – e você tem direito a abrir uma conta em um banco americano e sem taxas. Antes de voltar pra casa, você saca seu dinheiro e traz de volta.

A parte boa de não fechar essa mesma conta é que, se eu for novamente para os EUA, posso mandar esses mesmos dólares para o banco onde tenho conta e não pagar o IOF (imposto sobre operações financeiras), porque o cartão já é americano.

Com o holerite, você pode sacar o seu dinheiro no banco, pessoalmente.

Thaise: Como escolher a melhor agência?

Tarsila: No site da Belta (http://www.belta.org.br/), que reúne as principais empresas de intercâmbio do Brasil, você encontra todas as agências cadastradas e seus programas.

Procure pessoas que tenham feito o programa e peça referências, isso ajuda muito. Tem que ter o melhor custo x benefício.

Thaise: E sobre aproveitar o local de trabalho de ‘graça’?

Tarsila: Existe a opção de curtir o local de trabalho de graça ou por valores menores do que os cobrados aos turistas. Sobre o snowboard, por exemplo, um esporte muito caro, eu aproveitava a estação de esqui em que trabalhava, de graça.

E as estações vizinhas por metade do preço ou menos. Um day-pass pode custar mais de USD 100. Dependendo de onde você trabalha, a economia com a diversão pode ser bem alta.

Thaise: Dicas para economizar na viagem?

Tarsila: Para começar, cozinhar. A hospedagem hoje significa 25% do orçamento dos viajantes brasileiros. Eu viajei, comprei, saia para jantar de vez em quando e mesmo assim, essa foi a forma que me fez economizar mais. Você é quem decide entre o ‘só se vive uma vez’ ou ‘prefiro investir e curtir mais depois’.

Thaise: Dá para economizar e trazer $$ de volta?

Tarsila: Sim. E muito!!! A questão é se organizar. O custo-benefício é incrível. Fiz um post no blog e um vídeo no YouTube, mostrando até o contracheque, para mostrar como vale a pena.

https://travelover.com.br/blog/work-experience-vale-a-pena

Thaise: Dica sobre escolha de lugares famosos?

Tarsila: O ideal é escolher um local que fique próximo ao local famoso do seu interesse. Se você tem interesse em conhecer NYC, por exemplo, onde o custo de vida da cidade é muito mais caro, você pode optar por trabalhar e se hospedar em uma cidade menor.

Deixa para curtir a cidade famosa nos dias de folga, os custos serão muito menores.

Thaise: É possível receber os impostos pagos de volta?

Tarsila: O contracheque mostra os valores pagos de cada imposto: um federal, um estadual e um municipal. Existem empresas que cobram para assessorar quem quer resgatar esses valores.

Eu descobri outra forma, muito mais barata, e em breve, vou lançar um guia de como resgatar 100% desse valor de volta, sem gastar muito.

Thaise: Gostaria de comentar mais algum detalhe, outra dica?

Tarsila: Sim, claro. O governo americano solicita que seja preenchido uma avaliação mensal, onde você explica as condições em que se encontra, o que tem feito em seu tempo livre, se está tudo correto com o empregador, hospedagem, se está bem de saúde, etc. Depois disso tudo é só aproveitar a viagem e os lucro$!

Agradeço muito à Tarsila por ter topado fazer essa live no Instagram e depois me ajudado a montar esse post. Essa conversa NÃO substitui uma visita à uma agência, nela, você pode tirar todas as suas dúvidas.

Outro detalhe importante: NÃO se esqueça do seguro viagem, com certeza as agências vão falar dele com você! É imprescindível ter um, especialmente nas terras do Trump.

Se quiser saber mais sobre seguro viagem, tem desconto disponível, é só clicar aqui: https://linktr.ee/toindoatoa

Se ainda ficou alguma dúvida, sugestão ou emojis, coloca aí nos comentários que eu ‘vou estar ficando feliz’.

Espero que tenha sido  inspirado com essa ideia!

Thaise 🙂

 

Juntar pontos e milhas parece difícil, não? Mas, com um pouquinho de paciência e algumas leituras ou vídeos, você consegue e ainda tira onda ensinando os amigos e a família.

Por que vou falar só de Multiplus? O fato de eu apenas usar esse programa é o maior motivo, não curto falar de algo que eu não conheço.

Afinal, o que é esse tal de Multiplus?

É o programa de pontos e milhas da Latam. Esse programa consiste em converter os seus ‘dinheiros’ gastos as suas compras do dia a dia, nos parceiros do programa e até na própria Latam, em pontos, que juntos podem ser trocados por diversos produtos e serviços. Entre eles, os mais queridos e motivos desse post – passagens aéreas, hotéis e tudo relacionado à viagem.

Por onde começo?

Simples. só acessar o site do programa – http://www.pontosmultiplus.com.br e se cadastrar. O seu CPF será o seu número Multiplus, o que facilita a vida na hora de informar o mesmo no final de cada compra.

O site solicita apenas sua data de nascimento, nacionalidade e número do CPF, em seguida, os dados pessoais básicos, como endereço, e pede que você leia o regulamento (vê se lê né?!)

Como começo a juntar os pontos?

O segredo para juntar todos os pontos possíveis é SEMPRE acessar o site da Multiplus e dentro dele buscar o site do parceiro que procura. Vou colocar aqui o meu exemplo real de hoje:  Quero comprar uma mochila de hidratação de 2L, para trilhas e sei que a Netshoes e a Centauro vendem esse tipo de produto e são parceiras do programa (você pode consultar todos os parceiros em: https://www.pontosmultiplus.com.br/junte/busca)

Pesquiso o nome da loja na barra de pesquisas do site:

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Veja que lindo: hoje, cada real gasto vale 4 pontos no programa e isso é muito bom, normalmente essas lojas oferecem 1 ou 2 pontos, no máximo.

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Ao clicar sobre o banner (esse que mostra a pontuação), o site da Multiplus te levará ao site da empresa – no caso, a Centauro – e lá você pode fazer suas pesquisas e efetuar sua compra:

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Se você prestar atenção às informações da esquerda, vai poder conferir até quando aquela pontuação é válida, porque como falei ali em cima, as empresas costumam oferecer uma pontuação padrão e, às vezes, faz uma promoção ou ação para quem é cliente Multiplus. Para esse caso, posso fazer a compra até 22/11/2018 e ganhar os 4 pontos por Real. No mesmo lugar também, tem a informação do prazo para que os pontos sejam creditados na sua conta.

O cadastro na loja em questão continua sendo válido e necessário, o site da compra vai solicitar independente de estar logado no site da Multiplus 😉

Fiz a pesquisa do produto e efetuei a compra. No caso desse site, ele já leu meu cpf lá no momento do meu login para compra. Em alguns sites é necessário, fique de olho ao finalizar a sua compra.

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Para essa compra então, eu ganhei 650 pontos – o arredondamento é para mais ou menos, de acordo com as regras da matemática haha.

Lembrando que, os pontos são multiplicados pelo valor do produto e isso não inclui valor pago por frete, ok? Não se esqueça 🙂

Será que vale a pena mesmo, Thaise?

Bom, minha indicação é que tudo que a gente faça nessa vida seja ‘friamente calculado’, já alertava Chapolin. Por exemplo, se você já precisa ou vai comprar algo de qualquer jeito, porque não aproveitar essa compra e ter um bônus com ela?

Eu não recomendo comprar o produto mais caro nos parceiros só para ganhar pontos. Eu sempre pesquiso em várias lojas antes de fazer a compra, muitas vezes consegui os melhores preços nesse programa – como essa mochila, a geladeira, o cooktop e o micro-ondas. Também consegui um smartphone ano passado, com bom preço, em um dos parceiros.

Você só mostrou a parte fácil e boa, qual a ruim?

Todos sabemos no Brasil da fama da Latam, não é mesmo? Pois bem, esse programa é apenas para troca de passagens Latam. Essa é a parte ruim (vê-se que não estou ganhando nada com esse post, a não ser ver você viajando mais ano que vem!).

De fato, é complicado ficar ‘preso’ à apenas uma empresa, mas considerando que o queremos mesmo e queremos agora é viajar, o que importa? Pense que eles tem mais de 1000 rotas e isso é muito bom para quem quer rodar o mundo.

Sendo assim, você também acumula pontos comprando suas passagens aéreas pelo site da Latam – não esqueça de entrar pelo site da Multiplus ein!

Comprei uma passagem antes de me cadastrar, e agora?

Não tem problema bebê! No site da Latam você encontra uma forma de solicitar os pontos dos seus voos recentes.

  • Você precisa esperar 7 dias após o voo
  • Você precisa informar o número dos seus voos (a cia aérea sempre envia para nosso e-mail, fique calmo)

Basta acessar: https://www.latam.com/pt_br/latam-fidelidade/como-ganhar-mais-pontos/pontos-em-voos/como-solicitar-pontos-de-voo/ e solicitar.

Depois é só aguardar 7 dias úteis para os pontos serem creditados.

E eu posso acelerar o processo?

Se você é ansioso como eu rsrs e tem planos mirabolantes para o futuro próximo e quer usar esses pontos mas, não pretende comprar tanto para juntar os mesmos, você pode aderir ao Clube Multiplus.

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Nada mais é do que uma mensalidade, paga no cartão de crédito, para que você possa receber mais pontos mensalmente – digamos que pode ser uma ‘poupança’ para pessoas que não tem a disciplina de investir sempre para viajar depois.

Se eu recomendo? Só posso dizer que eu prefiro investir bem meu dinheiro e então, aproveitar qualquer promoção que apareça no caminho. Uma coisa importante a se pensar é: se eu comprar os pontos que ainda preciso para completar os que já tenho para a viagem ‘x’, sai mais ou menos caro do que assinar o Clube por um ano todo? Será que vou viajar tanto assim para gastar 120 mil pontos por ano, por exemplo (para quem comprar o Clube 10.000)?

Não pretendo dar dicas de finanças aqui hihihi, mas fica a dica pra quem quiser…

Outra forma de ganhar mais pontos sem comprar nada é o Game Multiplus. Quando você acessa sua conta, no perfil mesmo, você pode encontrar quais games o programa está oferecendo. Você executa a tarefa e ganha os pontos. Hoje, tem disponível:

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São alguns games e costumam ficar bastante tempo no ar. Para quem vai se cadastrar agora, o game da direita é justamente um ganha pontos muito simples – baixe o app e faça login e ganhe 100 pontos. Baba, vai?!

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Os banners dos jogos mostram a validade da brincadeira e ao clicar em PARTICIPAR, você consegue ler as regras do jogo e aí é só começar.

Eu já fiz todos!! Afinal, não me custou nada rsrsrs Só nos games disponíveis hoje, você já pode ganhar até 4100 pontos.

Validade dos pontos

Para quem não é parte do Clube Multiplus ou Multiplus Itaúcard, onde os pontos duram para sempre, os mesmos valem por 2 anos, à partir da data do crédito dos pontos.

Você até pode renovar seus pontos, mas o programa cobra uma taxa e aí deixa de ser vantajoso. Se programe! “Não deixe o ponto morrer, não deixe o ponto acabar”

Vou fazer mais dois posts sobre esse assunto, para não ficar insuportável de ler. Enquanto isso, vai lá, se cadastra, conheça os parceiros e planeje as próximas compras pensando nisso. No próximo post, vou falar sobre os pontos gerados pelo cartão de crédito e Km de vantagens do Posto Ipiranga e por fim, no terceiro post da saga, falarei de detalhes das viagens com esses pontos.

Gostou?! Curte, comenta, deixe uma sugestão, xinga não e compartilha.

Bjs e até a próxima!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você também tem aquele local que é quase uma necessidade conhecer? Pois é, subir a Pedra da Gávea era isso para mim até uma semana atrás. Quase como a Disney para muitos! rsrs

Não tinha ido ainda por falta de oportunidade – ano passado até entrei em um grupo, mas por motivos de falta de forças físicas, desisti da viagem no dia. E sinceramente, ainda bem que não fui.

Chegar até a Gávea, que fica na praia de São Conrado, é fácil – você chega facilmente de carro (há um bolsão para estacionar), de ônibus ou ainda, táxi. A Pedra fica no Parque Nacional da Tijuca, onde há uma guarita e o horário para visitas é das 8h às 17h. O ideal é começar a subida o quanto antes, tanto por causa do calor carioca, quanto pelo risco de muvucas, comum aos fins de semana. E sim, vá com um guia! Tem economias que não valem o risco ou riscos que não valem a economia, não sei.

A Gávea é a maior trilha à beira mar do MUNDO (chupa mundo!). Tem 843 m de altitude e tem, com certeza, uma das melhores vistas da cidade. Ela é temida por muitos por causa da famosa Carrasqueira, um paredão de 30 m onde é essencial usar as mãos para continuar. Subi-la com medo é até bom, um pouco de medo nos coloca no devido lugar, sejamos aventureiros sim, idiotas jamais. Para quem não quiser arriscar, o Seu Jorge está lá todo dia, com seu equipamento de rapel, pronto para encarar a subida ou a descida da Carrasqueira com segurança – R$40 (dois trechos) ou R$30 (apenas um dos trechos).

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Eu acredito que todos conseguem subir, porém, além de superar o medo de altura (muitos trechos são verdadeiros abismos), é preciso um bom condicionamento físico. Há quem suba em 1h30 e há quem faça em mais de 3h – nós subimos em 2h14, parando pouco para descansar. Nosso guia disse que eu sou “sinixtra” e que eu devia subir correndo haha, combinamos de voltar para melhorar nosso tempo. O importante é subir, afinal ninguém está competindo, né non?!

O início da trilha é basicamente subida pela mata – e coloca subida nisso. O trecho de pedras começa mesmo na Carrasqueira e vai até o fim, no famoso platô. Você usa todos os músculos do corpo e não há uma pessoa que não se sinta realizada depois de ver o seu feito ao chegar lá em cima. As fotos você pode guardar para o fim, se concentre em subir e não desmaiar 🙂

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Qual é a melhor subida?

São dois os caminhos que levam ao topo – a Carrasqueira e a P4. Como não conheci a P4, fico com a opinião de quem a subiu – ela é mais arriscada, mas tem a vista da Garganta do Céu (Google it!).

Mas não se preocupe, por onde quer que vá, você chega lá! Cada parada é um queixo caído diferente. É vista da Barra da Tijuca, da Rocinha, do Leblon, da rampa de voo livre, de vários outros picos irados da cidade… é coisa demais para apreciar.

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Chegada

No platô você tem a vista 360º da cidade, é onde você pode descansar, comer algo e tirar as duas fotos mais clássicas da trilha.

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À esquerda do platô, depois do merecido descanso, os corajosos – e que vão com guia – também podem conhecer a Orelha do Imperador. O trecho é, na minha opinião, tão lindo quanto perigoso, qualquer deslize pode se tornar um problemão, então só desça se tiver certeza.

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A Orelha é uma caverna – dá até para acampar nela – e tem, também, parte da linda vista. Rende um bom descanso e fotos à sombra.

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As famosas fotos

Nós brincamos na viagem que, em alguns anos, as selfies matarão mais do que muitas doenças. Nós rimos, mas é de nervoso. Não se brinca com coisa séria, mas com um pouco de cuidado e moderação, você vai ter fotos incríveis e instagrâmicas (essa palavra existe?!)

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Ao final, lá no topo, ficam os trechos mais perigosos: a Cadeirinha e a Pedra do Raio. Qualquer descuido pode ser fatal! Na Cadeirinha eu nem sentei, já na Pedra do Raio… Ainda bem que minha mãe não gosta de internet!

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Agora saiba que se os bombeiros tiverem que subir ou mandar um helicóptero pra socorrer alguém, esse alguém vai ter que aguentar o maior esculacho e com toda a razão.

O que levar?

Essa é a lista do que levei:

  • Água
  • Lanchinhos (não há nada por lá)
  • Protetor solar
  • Bota de trilha
  • Roupa confortável
  • Óculos de sol

O ideal é começar a descida cedo, já que o tempo de descer é quase igual ao da subida, mas agora com o cansaço. Ao fim da trilha, quase na entrada, à esquerda, há uma queda d´água para um banho bem refrescante, finalizando a aventura.

Acesso

O acesso à trilha é livre e gratuito. Caso queira subir com o guia, é preciso contratá-lo antes. Eu super indico nosso guia, Beto (@beethovennorberto) que conheci no nosso amado Instagram. Além de super paciente e responsável, tira fotos lindas! Se falar com ele, fala que leu aqui =)

Na volta, tomamos aquele açaí maravilhoso e voltamos para o apartamento. Depois da Gávea, duvido você querer qualquer outra coisa rsrs

Mirante Dona Marta

Para aproveitar o domingo, já que estávamos na cidade, acordamos às 3h30 para ver o nascer do sol no mirante. Por motivos de força maior, acabamos chegando tarde e vimos só o amanhecer, o que já foi bem legal. A vista da esquerda é da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar e a da direita, o Cristo. Dali se vê também o Maracanã, a Gávea e o morro Dois Irmãos.

A estrada que leva até o mirante é asfaltada e sinalizada. A entrada do mirante é à direita e o da comunidade, à esquerda, ou seja, você não precisa ficar com medo de entrar em local desconhecido. Eu também indico que você vá com um morador que conheça o lugar ou guia, garante mais tranquilidade à sua visita.

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Quanto antes você subir, mais chances de ter exclusividade nas fotocas e também, pode apreciar com calma o céu se abrindo lindamente.

O local, que abriga um heliponto, foi usado na gravação do DVD do Natiruts “Acústico no Rio de Janeiro”, que todo mundo ficava tentando descobrir onde era; agora eu entendo o motivo.

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O mirante e o estacionamento também são gratuitos, não tem desculpas, vai?!

Só sei dizer que me senti mega realizada, há 3 anos namorando aquela rocha, pensando na vista. E ainda é melhor saber que todas as trilhas anteriores têm me preparado para as maiores e melhores. Rumo ao Everest haha! Vá com tudo galera, o céu é o limite!

E aí, gostou? Vai encarar? Se for me conta.

Obrigada pela companhia na leitura, espero que aproveitem as dicas.

Bjão, Thaise

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você acha incrível esse papo de ‘larguei tudo e caí no mundo’? Acha que isso é maravilhoso, mas não pra você?

Nem todas as pessoas querem ser nômades, viajantes compulsivos ou viver dormindo em camas que não as suas, certo? Então, aprender a administrar melhor a sua rotina e fazer dela sua aliada sem ter que largar tudo para isso é algo que você precisa começar a fazer. Assim, viajar mais e melhor poderá ser possível, sem que você tenha que mudar toda a sua vida.

Comecei a fazer pequenas viagens um mês após perder meu pai em 2016 – isso com 30 anos, ok? Foi uma época extremamente difícil de encarar, minha saúde não estava em dia – especialmente a emocional – e eu sentia a necessidade de fazer algo novo, mas que me permitisse continuar cumprindo com as minhas responsabilidades. Viajar se tornou uma espécie de terapia e foi juntamente com a bondade de Deus, que pude passar pela fase do luto com certa “paz”.

Um dia resolvi jogar no Google – “trilhas de um dia em SP”, porque eu já havia feito algumas pequenas antes e achei que fosse boa ideia. Entrei em vários sites e depois de um tempo encontrei uma empresa que levaria à uma trilha de um dia, em Extrema/ MG, cujo valor cabia no meu orçamento. Eu não tinha companhia, também não tinha nem ideia de como seria a caminhada, além de estar bem sedentária.

Dica 1 – Não se prenda à falta de companhia se você sabe falar e se locomover!

No dia marcado, encontrei todos no metrô em São Paulo e seguimos em um carro só. Éramos o guia e mais cinco mulheres aventureiras, ah! e um cachorro. Me senti em casa! Conversamos muito sobre natureza, viagens e estilo de vida e ali já fui percebendo o quanto aquilo era bom. A Thaís (à direita da foto abaixo) se preparava para subir o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, aos 61 anos. Pasmem!

Fiz duas novas amigas nesse dia e agora, estamos planejando a viagem de férias de 2019, que será digna de um filme de Hollywood! Pega essa dica…

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Dica 2 – Não espere o dia perfeito, condicionamento perfeito, diversão perfeita ou guarda roupa perfeito para começar a fazer algo novo.

Fui super preparada para a subida, tinha bota e mochila – e mesmo que eu não as tivesse, eu teria ido; comidinhas, água, pau de selfie ha ha. Foi muito mais “fácil” do que eu imaginei, mas muito mais delicioso do que eu esperava. Nesse dia eu vi que estava fazendo um bem enorme ao meu corpo, ao meu coração e à minha mente e Deus sabe o quanto eu precisava.

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Dica 3 – Não espere encorajamento de fora para mudar certas rotas

Ter escolhido a trilha para reiniciar meu corpo foi um instinto, por algum tempo, por mais lindo que fosse, eu achava um peso subir montanha, carregar mochila, torrar ao sol, mas de alguma forma, eu me adaptei e hoje não sei ficar muito tempo sem isso.

Acho que todos nós conseguimos eleger um hobby se quisermos, não precisa ser algo grande, difícil ou que demande muito dinheiro. Para mim, vale mais a disposição do que qualquer outra coisa. O desejo de sair da inércia de trabalhar – reclamar – comer – dormir – repete tem que partir de nós.

Dica 4 – Faça alguma coisa pela primeira vez sem ter que agendar

O foco desse primeiro texto não é falar da trilha em si, mas do ato de levantar do sofá e dar um basta na mesmice. Acredito que nós somos infelizes e sabemos, sim! Imagina que perfeito você conseguir se organizar, trabalhar, estudar, comer bem, dormir o necessário, pagar as contas, ver filmes e ainda por cima, conseguir se divertir mesmo sem estar de férias?

“Ah Thaise, você por acaso faz isso tudo?”. Sim, eu faço. Sou perfeita na regra? Não tenho regras. Eu criei um hábito de não aceitar que minha vida seja só o círculo vicioso e ao longo do tempo, consegui levar isso para muitos amigos que queriam, mas também não conseguiam. E se eu consegui, todo mundo consegue, porque sempre fui a rainha da indisciplina.

Hoje, com a internet, a gente encontra lazer e companhia a qualquer hora do dia e da noite, em quase todo lugar do mundo. Você já pensou em sair de casa de patins – aquele encostado – e conhecer o parque que fica na sua rua? Já pensou em acordar mais cedo só pra passar naquela padaria maravilhosa e comer sem pressa? E por acaso, já parou para se testar em uma corrida de 5 km que seja? E já foi fotografar os grafites do seu bairro?

Dica 5 – Se não tem quem faça, faça você!

Depois dos pequenos passos, fui gostando tanto disso que não queria mais só conhecer o que tinha por perto, não queria só o “bate e volta” mais. Eu percebi que as agências de viagens e excursões, além de cobrar mais caro por tudo, levavam pessoas demais e isso acabava com a experiência (e com o descanso também). Era tanta gente envolvida que era difícil manter um relacionamento com mais de uma ou duas pessoas e se organizar quanto ao tempo necessário para aproveitar tudo.

Percebi que moro numa região privilegiadíssima – Sudeste – e que, se eu quisesse, poderia me divertir só por aqui mesmo, por um bom tempo.

Foi aí que comecei a criar meus roteiros por conta própria – em SP, MG e RJ – pesquisar todos os custos envolvidos e apresentar isso para as pessoas que eu conhecia. Daí surgiram diversas viagens, muitos novos amigos, gastos bem menores – porque dividir um carro por cinco pessoas é bem melhor melhor do que em uma só – e mais do que isso, experiências de viagem e parcerias que dinheiro não paga.

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Hoje já são 8 países, mais de 20 cidades e quatro viagens sozinha – isso em apenas dois anos. Tudo porque em um dia ruim eu resolvi mudar de postura. Portanto, pode trabalhar, estudar, não precisa vender tudo o que você tem para ser feliz. Basta saber dar um basta no que não te serve mais!

Essa trilha eu fiz com a Bioventura Ecoturismo e as fotos são deles também. Recomendo!

Se quiser mais dicas de viagem, economia, aventura, encorajamento curiosidades e afins, fica de olho aqui no blog e no meu instagram.

Se gostou, acaricia a estrela aí embaixo e deixe seu comentário pra mim!

Obrigada por ler até aqui 🙂

Thaise (@toindoatoa)

 

 

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