Praias de Ubatuba/ SP: 7 praias (lindas!) em um dia

Você já conhecem as praias de Ubatuba? Localizada no litoral norte e famosa por suas praias desertas e de água verde ou transparente, é um dos melhores refúgios de natureza do estado.

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Flora de Ubatuba. Foto da amiga Rafa Machida

O que todos concordam é que essa é a mais bela região do litoral paulista para encontrar praias lindas – são mais de 100 – e desertas, além de cachoeiras, trilhas e ilhas.  E certamente, é perfeita para quem vai surfar.

Pois hoje, vou compartilhar com vocês como foi esse dia inteiro conhecendo praias maravilhosas, andando e gastando pouco. Topam?

Trilha das 7 praias

“Thaise, nem me venha com trilha… eu não gosto!!” – AHA, aí que está a parte boa… seja de trilha ou seja de barco, TODO MUNDO vai poder conhecer e curtir esse paraíso.

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Vista constante na Trilha das 7 praias

São cerca de 10 km de caminhada, de nível leve-moderado que acredito, qualquer pessoa em boas condições de saúde pode fazer.

Uma boa notícia é que podemos fazer a trilha na ida e voltar de barco ou até ir e voltar de barco, parando nas praias que mais interessar. Contudo, se estiver bem e puder escolher, vá de trilha, afinal, o conjunto da obra toda é incrível 😉

Vamos aos detalhes…

Preciso de guia para fazer a trilha?

Não!

Como assim? Logo eu, que sou sempre à favor de ir com guia, para ter mais segurança e informação?!

De acordo com tudo o que  eu pesquisei muito antes de ir e, depois de ler alguns artigos, inclusive esse que me ajudou muito, do blog Go Ubatuba – o mais completo que achei – me convenci de que não seria necessário.

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Não sei você, mas acho que caminhar ouvindo o mar é divino

Eu valorizo muito o trabalho dos guias, raramente eu deixo de contratar um, mas não vi a necessidade. Além disso, não gosto de gastar sabendo que não é algo obrigatório.

Informação de amiga aventureira: sempre que quiser fazer qualquer esporte de aventura e/ ou ecoturismo, vai encontrar informações sobre nível de dificuldade, exigência de guiamento, equipamentos específicos, etc. Pesquise sempre e não se preocupe!

Embora esteja acostumada com trilhas e ecoturismo, ter feito toda essa pesquisa,  me deu mais tranquilidade. Na dúvida, contrate  sem dó!

Prefiro ir de barco

Pode ficar tranquilo! Se você for na alta temporada, que vai de Novembro a Abril, pode ser interessante reservar um com alguma antecedência, especialmente para grupos. Ah, e os preços sobem bastante nessa época.

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Nunca se esqueça! Respeite a natureza…

Se você for, como nós, na baixa temporada, fica mais fácil encontrar barqueiros disponíveis e mais baratos. Baixa temporada é vida, é quando os preços são justos e os lugares, mais vazios.

Por onde começar?

Seja de trilha ou de barco, são dois pontos iniciais – Praia da Fortaleza e Praia da Lagoinha.

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Coloque “Praia da Lagoinha” no GPS, entre no condomínio na mesma praia e estacione no canto esquerdo, o mais extremo que puder. Lá tem zona azul, portanto, deixar o carro é tranquilo. O Zona Azul vale o dia todo e para qualquer praia de Ubatuba.

Estacionamos, para ser mais exatos, na Rua Bom Retiro, o mais perto do início da trilha possível. Você pode começar pela outra ponta, a Praia da Fortaleza – a maioria das pessoas começa a trilha por ela, então, resolvemos seguir o contra fluxo e achamos ótimo.

O início da trilha é em uma outra guarita do condomínio (não sabemos se é o mesmo, não tinha placa) – seguindo a rua à direita da Rua Bom Retiro, onde você parou o carro – a Rua José Reis Dores. Siga até o fim e você verá a entrada da trilha, à sua direita.

Na dúvida, pergunte. Não há muitas placas por lá.

Por trilha você tem a liberdade de parar em todas as 7 praias e permanecer o tempo que quiser. De barco, precisa combinar com o barqueiro onde quer ficar e/ ou se quer que ele fique com você o dia todo, parando de praia em praia.

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Primeira praia depois do início da trilha – Praia do Oeste

Isso vai definir o valor total pago por esse passeio. De trilha, o gasto será apenas com o barco, para voltar. Vou deixar os preços (Maio/ 2019) no final do artigo.

Quanto tempo preciso para fazer a trilha?

Isso depende de cada pessoa ou grupo, mas no nosso caso, levamos cerca de 3 horas para fazer 6 praias. Paramos onde queríamos e sem pressa, sabíamos que teríamos tempo para curtir.

Não se esqueça de checar os horários dos barcos disponíveis para voltar – na baixa temporada, pegamos o último barco às 17h30. E se perdêssemos esse, teríamos que voltar pela trilha porque não há sinal de internet para tentar conseguir outro.

Já aconteceu isso em outra trilha, que tinha mais que o dobro da distância dessa e, vai por mim, você não vai querer voltar andando rsrs…

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E essa fofura que estava trilhando também?

E além disso, não se esqueça que fazer trilha no escuro pode ser perigoso, por isso, tome cuidado com a hora. Especialmente, se você resolver parar antes da praia final (Lagoinha ou Fortaleza), onde há estrutura, sinal e pessoas.

Um dia eu conto os perrengues das minhas aventuras por aí, incluindo descer uma montanha no escuro e sem lanterna… HAHA

DICA: sempre avise, pelo menos uma pessoa, onde você vai trilhar e o horário que pretende voltar. Em caso de emergência, alguém poderá ajudar.

Estrutura das praias

Eu adoro lugar onde não há muita interação do homem com a natureza, mas, para quem quer fazer essa trilha e está começando nessa vida de aventura, a estrutura da Trilha das 7 Praias é ideal.

Há um quiosque com bebidas, comida, petiscos e um banheiro – sem sinal de internet ou luz elétrica – na praia do Oeste e um outro na praia do Cedro. Pelo que entendemos, só abra em dias de sol, ok?

Aliás, eu prefiro levar minha água, isotônico, barras de cereal (as boas e nutritivas, nean?), salgadinhos assados e/ ou lanchinhos e frutas que não estraguem, para garantir. Não dá para fazer trilha com fome.

Melhor época?

Ubatuba é conhecida como “Ubachuva” rs imaginem porque, né? Então, a melhor coisa é programar a trilha e acompanhar a previsão do tempo até um dia antes de ir.

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Foto por icon0.com em Pexels.com

Mas, minha experiência me diz que, se o deslocamento não for muito longo e caro, vale a pena arriscar, mesmo com previsão ruim. Já cansei de desafiar a previsão e, em geral, dá certo! Nesse dia, por exemplo, foi assim. Não tem como saber mesmo!

Li que a melhor época para ir é entre Maio e Agosto, época com menos chuvas. Pode ser muito perigoso trilhar com chuva e principalmente, se aventurar no mar.

Se preferir o verão, saiba que costuma ser bem quente e o ideal é começar o mais cedo possível e eu começaria, no máximo, até às 8h, depois de um bom café da manhã.

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Na hora dessa foto, tínhamos subido a parte mais “chatinha” e o calor estava demais. Foto: Rafa Machida

No verão também, a trilha fica mais cheia e logo, as praias que vimos desertas podem não ficar tão vazias e tranquilas assim.

Ordem das praias

Essa é a ordem das praias começando pela Praia da Lagoinha. Para começar pela Praia da Fortaleza, é só inverter:

Praia do Oeste > Praia do Peres > Praia do Bonete > Praia do Grande Bonete > Praia do Deserto > Prainha do Deserto > Praia do Cedro do Sul

Lembrando que, o trecho mais longo é entre a Praia do Cedro do Sul e a Praia da Fortaleza (a última), com 3 km de extensão.

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Vista (linda) da Praia do Deserto

As praias do Deserto, Prainha e Cedro do Sul são coladas uma na outra, parecem até a mesma. Porém, são separadas por pedras.

A distância entre as praias é bem curta, coisa de 10 a 15 minutos, como eu disse, dependendo do ritmo. O trecho em que demoramos mais foi entre a praia do Grande Bonete e a Praia do Deserto.

A única praia com identificação – rústica – é a praia do Bonete, as demais só sabíamos os nomes porque vimos o mapa antes de começar.

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Não se deixe enganar, as últimas praias são bem juntinhas, por isso, caminhe e veja tudo, para não perder todos os detalhes.

Decisão difícil

Parar e curtir a praia favorita ou seguir até o fim? Eis a questão.

É, decidimos abortar a Praia da Fortaleza (fica para a próxima) para curtir mais, a tarde toda, na Praia do Cedro do Sul e na Praia do Deserto. Que praias! Minhas favoritas de SP – junto com a Barra do Una da Juréia (litoral sul).

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Minha favorita: Praia do Cedro

Ficamos apaixonados, é praticamente uma piscina de água clara, com rochas – eu AMO uma pedra rs – e tartarugas para lá e para cá. Não toque nelas, por favor!

Você decide se vai ou se fica e tá tudo bem, seja lá o que você decidir. Sempre podemos voltar, certo?

E foi uma ótima decisão, porque ficamos com a praia do Cedro só para nós – Lagoinha e Fortaleza são muito mais acessíveis, portanto, mais cheias, E ainda pegamos um barco de volta para o carro por apenas R$20, que encontramos por lá mesmo. Um luxo!

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Na pedra mais alta, você vai ver qual é, é de onde dá pra ver as tartarugas pra lá e pra cá

Saindo de Fortaleza, esse mesmo barco custaria, pelo menos, R$35, se não mais. Fica a dica!

Os barcos na alta temporada, os mesmos, chegam a custar R$100/ pessoa. Vai vendo! Baixa temporada é vida. No verão, eu prefiro estudar, tem menos concorrência HAHA e você? 

Dicas e sugestões

Minha sugestão é que você se hospede na cidade, aproveite o fim de semana porque há muita coisa linda para visitar na região. Eu indico o bairro Itaguá, no Centro, onde as opções de restaurantes, bares e vida noturna estão.

Há muitas opções de hotel, pousada, hostel e aluguel de casas e aptos na cidade. Uma delas vai agradar seu gosto e seu bolso.

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Bebezinhos que encontramos (muito) pelo caminho

Aliás, opções na cidade não faltam: Ilha das Couves, Projeto Tamar, Praia do Félix, Itamambuca, Brava da Almada, Praia e Cachoeira de Prumirim. Essas praias, aliás, foram eleitas entre as 13 mais paradisíacas do litoral norte de São Paulo, segundo a revista Viagem & Turismo.

Lembrando que, reservando sua hospedagem pelo Booking, você acumula pontos que viram milhas e que você troca por passagens aéreas, entre outros produtos. Não sabe do que eu tô falando? Saiba mais!

Ganhe R$40 reservando sua hospedagem com meu link.

Foto: Rafa Machida

Se você não pode ir de carro, não tem problema, há viações de ônibus saindo de São Paulo que te deixam no centro – o app Clickbus é muito bom para encontrar qualquer trecho de ônibus Brasil afora.

Há, também, opções de ônibus (transporte público) na cidade, além dos táxis de aplicativo que funcionam muito bem por lá.

Leve itens básicos para a trilha, nada que uma mochila de 10L não resolva: lanterna, toalha, canga, boné ou chapéu, dinheiro, protetor e repelente.

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Vá com roupa confortável, com sua roupa de banho por baixo – não há banheiros – e use tênis, você nem vai molhá-los, mas pode evitar de se machucar. Nunca se esqueça do protetor solar e do repelente.

Tudo bem usar short nessa trilha, a vegetação não castiga, mas, você vai voltar parecendo que foi atingida (o) por bolinhas de paintball, de tantas picadas de inseto rs

Gastos do dia

Pedágio e gasolina (saindo de São Paulo) – R$ 59/ pessoa – use o site Mapeia para calcular seus gastos de forma mais rápida e fácil, e ainda facilita a divisão dos gastos com a galera

Pastel na Praia do Cedro – R$ 10

Barco de volta da Praia do Cedro à praia da Lagoinha – R$ 20

Total do dia – R$ 89

Muito caro… #sqn. Com esse valor, muitas vezes, não pagamos nem uma saidinha básica na nossa cidade – aqui em São Paulo, então, mal paga o Outback rsrs

Sabe o que eu acho?

Lembre-se, não é apenas o fato de ir ou viajar, ou sobre gastar muito ou pouco. É sobre experimentar, é ter o dia todo com os amigos ou a família sem a interferência do celular ou da TV… é o por do sol, é a água gelada, o cheiro de mato…

É a vista que enche os olhos, os amigos que se faz na estrada. É a borboleta azul neon que você vê o caminho todo, como se te acompanhasse.

É o gosto do desafio superado ou até mesmo o riscar algo da sua lista de desejos, se isso te faz feliz!

Vai lá e veja você mesmo! Junte as moedas, gaste menos com o que não tem necessidade. Faça amigos novos se os atuais não te acompanham.

Os velhos amigos continuarão no seu coração e na sua vida, mas os novos também podem estar. Não tenha preguiça! Ela nunca levou ninguém á lugar nenhum 😉

Gaste energia e quebre a rotina com coisas maravilhosas e simples…

Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.

Albert Einstein

Nesse dia, com exceção da minha irmã e cunhado, todas as outras pessoas eu conheci assim, viajando, no grupo de outras pessoas ou até pela internet. E até hoje, só me fez bem!

Quer fazer um passeio desse (ou qualquer outro) e está sem grana?

Qualquer dia, eu posto um artigo detalhado sobre esse assunto, mas quantos amigos/ conhecidos você tem? Olha a quantidade de contatos no seu celular. Quantas dessas gostariam de viajar mais?

Monte um grupo no Whatsapp, escreva um roteiro bacana, bem pesquisado, com valores e mais informações, sugestões de datas e os convide para viajar.

Se ofereça para pesquisar e organizar tudo, até a divisão dos carros e a hospedagem (se for o caso). Seja proativo e anime a galera, mande fotos dos locais e avaliações. Seja o agente de turismo personalizado deles.

Fechou um carro com 5 pessoas? Ótimo. Só ir! Não espere mais do que isso e nem precisa. Converse com eles e depois de todo seu trabalho e esforço para ter um dia como esses, será que eles não poderiam bancar o seu dia?

Se cada um dos quatro restantes te “pagasse” R$20, você levasse seu lanchinho e esquecesse o pastel que falei rs, você já não poderia curtir esse dia sem colocar a mão no bolso? Sim, poderia e PODE.

Eu já fiz MUITO disso e vai por mim, ninguém que veja seu esforço e dedicação vai te negar isso. É totalmente dentro da lei e indolor.

Hoje os tempos são outros, mas um dia eu disse que eu não queria ver mais só ver TV nos fins de semana por causa de grana e fui lá e… “dei meus pulos!”

Eu te encorajo a fazer o mesmo por você, em qualquer área da sua vida. Pense nisso! Boa sorte e depois me conte! 🙂

Descontos

Não viaje sem ter um seguro viagem, queremos nunca usar, mas é melhor se prevenir. O seguro viagem pode custar muito menos do que você imagina. Se tiver alguma dúvida sobre como escolher, deixa um comentário que eu te ajudo. Faça um orçamento!

A passagem aérea está cara? Experimente o Buser e vá de ônibus – os mais confortáveis que existem – e economize muito. A primeira viagem custa apenas R$10 e nas demais você economiza até 60%. Cadastre-se e conheça as cidades disponíveis.

Está sem carro, vá de 99 – baixe o app, use meu código e receba R$10 em suas corridas – digite BR9AG558.

Agradeço muito a sua visita, deixe seu comentário sobre o texto, as ideias, os locais e prometo responder. Deem aquela força comentando e curtindo, isso ajuda o blog a crescer da maneira mais honesta possível.

Me acompanhem também no Instagram 🙂

Ah, só queria dizer que todas as fotos tanto no blog quanto no instagram são minhas, a menos que eu mencione o contrário. Levo direito autoral à sério!

Bjos!

Voo de asa delta no Rio de Janeiro

Sengés-PR: 4 dias de cachoeiras e belezas naturais

Capitólio/ MG – Mar de Minas, Cachoeiras e precinho camarada

O que fazer em 4 dias nos Lençóis Maranhenses?

Pedra da Gávea e Mirante Dona Marta/ RJ – Como é a subida?

 

 

 

Voo de asa delta no Rio de Janeiro

Voar de asa delta? E aí galera, já sentiram vontade de curtir um voo desses? E se for no Rio de Janeiro?

Aliás, não existe sensação melhor e de mais liberdade do que a de voar, você concorda?

Então, veja nesse post todas as dicas para a sua experiência ser incrível.

Com toda a certeza, você aventureiro já pensou, pelo menos uma vez, em voar. Não importa como: Parapente, paraquedas, parasail, asa delta, balão… wingsuit (esse eu passo), ser jogado de uma catapulta HA HA Quem nunca?

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Foto por Ekrulila em Pexels.com

Se bem que isso não é regra, há todo tipo de aventureiro: os da terra, os da água e os do ar, os do sofá…cada um na sua. Eu, definitivamente, sou do ar.

Eu já tive o prazer de experimentar quase todos, falta só o parasail. e posso dizer, definitivamente, é impossível não amar.

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@instanaviagem me deu uma saudade vendo seu voo de balão ein?! 📌 Itú/ SP (Kaparóça) Acordei numa sexta, olhei a “brack friday” e lá estava, voo de balão com direito a pouso na fazenda, com café da manhã (e champagne! Cuidado AA! Rs) Fui no dia seguinte, sozinha e sem a menor preocupação por isso. O café nem foi lá essas coisas, mas o voo, ah o voo!! 1h30 de ventos perfeitos e pouso com adrenalina 😳 Voei com a @ecoturbr e tivemos aula de história, conhecendo a charmosa Itú. Super indico!! #trilheirosdobrasil #tireabundadosofa #jornadasincriveis #blogtevejoporai #loucosporgopro #viajenaviagem #destinosimperdiveis #wanderlusts #shootoftheday #goodvibes🍀 #eaiquetalviajar #viajeiviciei #prefiroviajar️ #goworld #globetrotters #vibenaviagem #viajarėpreciso #sejogacomigo #gentequetrilha #itstraveltime #roadtrip #trilhandolitoral #braroundtheworld #melhoresdestinos #conexao_eco #trilhasetravessias #trilhandotrilhas #goprobr

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Meu primeiro salto de paraquedas ainda está no YouTube (ignorem o tamanho da testa):

Por onde começar?

Primeiramente, você precisa pensar em onde quer voar. Não sei ao certo, mas existem pelo menos 5 lugares incríveis para esse voo de asa delta, aqui no Brasil.

E escolhemos, claro, o Rio de janeiro… S2

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Topo da Pedra da Gávea – outro pico lindo do Rio

Sobre a Pedra da Gávea, visite esse post.

Em seguida, escolher a dedo com quem você vai voar. Depois de muitas pesquisas, minha amiga Jenni – mochileira com 35 carimbos no passaporte – clica aí e vai conhecê-la – e eu, escolhemos voar com a @asadeltainrio01

ALERTA: O voo de asa delta é, inegavelmente,  um esporte radical de ALTO RISCO. Tenha certeza de encontrar um profissional, afim de que você entenda como tudo funciona.  Desconfie de preços muito baixos, porque é uma baita estrutura por trás do clube e dos voos. Acima de tudo, sempre fique atento às instruções e ao clima.

Saiba mais sobre como funciona a asa delta

Cuidados

Antes de mais nada, de falar quão f*** foi essa experiência, eu não vou esconder que é sim super tranquilo e suave voar, mas que há sempre algum risco.

Sempre prefiro dizer toda a verdade, por mais que doa. Um dos esportes no ar com maior número de acidentes que existe é o voo de asa delta. É verdade esse “bilete”!

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Imagina contar apenas com o vento? Óbvio que existe um trabalho mega profissional por trás, por isso, o esporte ainda é praticado.

Apesar disso, tenha em mente que pode dar tudo certo – e dá na maioria das vezes – como pode acontecer algo errado. A responsabilidade ainda é sua!

Os instrutores têm conhecimento e preparo para isso, e voam, na sua maioria, há muitos anos – dessa maneira podem levar outras pessoas com eles.

No Rio de Janeiro, pelo menos, o Clube de Voo Livre de São Conrado cede a estrutura para os voos e as aulas, tanto de alunos quanto de turistas, controla toda a movimentação e monitora todos os serviços. Isso garante um pouco de paz para quem voa.

Onde fica?

O ponto de encontro no Rio de Janeiro é na praia de São Conrado – que aliás, eu não conhecia e já considero pacas.

Há um quiosque, cheio de asa delta ao lado, onde os instrutores buscam os clientes.

 

 

 

 

 

De lá vamos direto ao Clube de Voo, que fica em frente, para fazer um cadastro online com dados básicos e para aceitar os termos de voo. Eu só não consegui ler, mas tudo bem… na dúvida, leia.

Ali pagamos a taxa do clube que é de R$60, recebidos em dinheiro. Obrigatório!

Como chegar?

A estação de metrô São Conrado (R$4,60) fica à 15 minutos de caminhada.

Você pode usar táxis de aplicativo também, do centro do Rio até o Clube custa cerca de R$30, dependendo do dia e da hora.

Você pode usar, ainda, o app de ônibus do RJ ‘Vá de ônibus’ para descobrir um que te sirva. Pode compensar muito dependendo de onde estiver hospedado.

Rampa de Voo Livre 

O instrutor nos leva do Clube, de carro, até a Rampa de Voo Livre, que fica na Pedra Bonita, no mesmo bairro. É de lá que saem todos os voos, inclusive os voos de parapente.

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É lá de cima, nas nuvens, que saem os voos

A subida é um pouco cansativa, ainda bem que dessa vez subimos de carro. Falo mais sobre ela nesse post. Ainda que você não vá voar, vale muito a pena conhecê-la e apreciar mais essa vista incrível do RJ, especialmente no fim de tarde.

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E… além disso, é um ótimo lugar para fotos! 🙂

Você pode ir com seu carro, há estacionamento no local, pago. Basta combinar isso com o instrutor. Ah, e não tem sinal de celular por lá, ok?

O Voo 

Nosso instrutor confirmou o voo no fim da noite de sábado e só teríamos aquele domingo para aproveitar. Ufa! Achávamos que não ia mais rolar…

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Checando se não tinha nada solto hehe

De fato, eu vi o significado da expressão “se joga”. Confesso que apesar de ser um sonho e de estar bem animada, dessa vez, estava morrendo de medo. Em resumo, eu torci, na noite anterior, para que ele cancelasse o voo. Que coisa, não?

Na rampa mesmo, eu pedi para desistir… mas não conta pra ninguém, tá? rs

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Ao fundo, o Morro Dois Irmãos

Nos preparamos para o voo vestindo a roupa, como se fosse um macacão, que envolve só nosso tronco. As pernas vão soltinhas, presas só nos joelhos por um fecho e usamos capacete.

O treino é ensaiar a posição correta da corrida e durante o voo – eles não te deixam segurar na estrutura da asa. Como precisamos correr com o instrutor, na rampa, é bom alinhar com ele qual a velocidade. Essa corridinha é de, no máximo, três passadas.

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Momento manobra, chamamos de Mulher Maravilha

O monitor do clube checa os equipamentos (o auxiliar do instrutor já montou e deixou tudo pronto só para o voo). Todo instrutor assina uma ficha alegando que tudo está em perfeitas condições, ficha essa que o clube arquiva.

Você pode levar alguém para tirar fotos de antes do voo, se quiser, tem um auditório embaixo da rampa, cuja vista é bem maneira. Enquanto você voa, ela/ ele pode ficar apreciando a linda vista. Rende fotos boas!

Experiência do voo

A sensação de correr na rampa é deliciosa e ao mesmo tempo, tensa. Você se atira no abismo… e quer uma dica? Olhe pro horizonte e não para a rampa, funciona.

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A experiência é linda… é incrível. Dinheiro não paga ver aquela cidade linda do alto, voando como um pássaro, vendo a praia, o Morro Dois Irmãos, a favela da Rocinha, as casas dos ricos e famosos… E assim, depois que decola é só alegria e calmaria.

Uma coisa que eu adorei: tem manobras, se você quiser. Para quem já saltou de paraquedas, sabe, é muito bom dar vários mortais no ar, brincar de montanha russa (amooo!). É massa!

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Eu não me arrependo de ter voado na cidade mais linda do mundo – e pra mim, tinha que ser lá! E que bom que eu não desisti. Foi meu presente de aniversário, 33 aninhos S2.

E o pouso? É suave, na areia da Praia de São Conrado, facinho para ir embora ou pegar aquela praia delícia. Leve a mochilinha preparada, você pode usar os banheiros do clube de voo, se precisar.

Eu não só recomendo como os encorajo: se joguem! Quantas pessoas você conhece que podem dizer que comeram nuvem?

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Ah, e se aceitam uma sugestão, voem pela manhã… muita luz, tempo aberto e menos gente na rampa.

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Aquele momento em que você pode pilotar e vê que não é tão simples assim

“Dá mais medo do que saltar de paraquedas?”

A pergunta que mais ouvi foi: “Dá mais medo do que saltar de paraquedas?” ORRA! Muito mais.

No paraquedas o instrutor está acoplado à você, literalmente, e basicamente faz tudo sozinho, você só curte…

Só para ilustrar: Você além de correr em uma rampa, não apenas com neblina, mas também com medo, cuidando para não atrapalhar o instrutor, ainda lida com o fato de DEPENDER só do vento.

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Não foca na testa! Ha Ha Ha #WhatATesta . O céu NÃO é + o limite! 🎯 Qdo foi a última vez que vc fez algo pela 1a vez?! . Quem vê pensa que eu nem tava com medo, curti demais, saltamos já com acrobacia! E gostei tanto, que já saltei de novo. Uma das coisas que quero fazer nas viagens futuras – saltar em todos os lugares possíveis, até chegar em #Dubai ❤️. . Escolha um medo hoje e mostre quem é que manda! 👊🏻 Fica a dica que tem alguns cupons de desconto pra saltar no @peixeurbano | 🇺🇸 When was the last time you did sth for first time? Gnarly, so gnarly. . #toindoatoa #paraquedasboituva #gnarlygirl #nofearnogain #theskyisntthelimit #parachuting #adventuresports #goforit #gnarlylifestyle #prefiroviajar

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Mas é por isso que eu amo a ADRENALINA!

Adrenalina: hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais e fundamental no mecanismo da elevação da pressão sanguínea; importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos

Não há nenhum equipamento envolvido. De tudo o que eu já fiz na vida, isso foi o que mais me deixou nervosa e apreensiva.

Ele nos contou que há um paraquedas para a asa e um para nós, caso aconteça algum acidente. Menos mal, eu acho.

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E sobre o medo na hora do voo: se você não se sentir bem ou preparado, você pode pedir para sair da fila de asas e voltar assim que se sentir melhor. No seu tempo!

Quanto tempo dura o voo de asa delta?

O meu voo durou quase 9 minutos. Isso depende do peso das pessoas e do vento. Foi um bom tempo! Passou voando – tum tum pá! 😀

Eles não costumam prometer tempo de voo, o que vimos é uma média de 7 a 20 minutos. Se alguém voar 20 minutos, por favor, me conta. Sério!

Preço do voo de asa delta no Rio de Janeiro

Pagamos R$500 pelo voo, que inclui:

  • Taxa do Clube de Voo – R$60
  • Instrutor + fotos e vídeos (lateral e frontal) – R$440 (choramos desconto, porque esse valor era para ter apenas um ângulo de fotos)

O valor pode ser pago no cartão, porém, com adicional de 10% – seja débito ou crédito.

Ano passado falei com muitos instrutores e recebi valores entre R$350 a R$600. Acredito que depende da experiência, da fama, da agenda, dos equipamentos em si. Vale a pena conversar.

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Empresa

Eu indico o trabalho do Giovani do @asadeltainrio01, que foi super correto, profissional, gente fina e nos tranquilizou, claro. Você pode falar com ele no whatsapp também, o que garante comunicação o tempo todo antes do voo.

Importante agendar porque, por depender do tempo, nem sempre será possível encontrar um instrutor livre em um dia bom, sem agendamento.

Antes de viajar

Seguro Viagem – Se você não tem plano de saúde com cobertura nacional, faça a cotação de um seguro viagem. É um investimento e claro que sempre torcemos para não usar, mas se precisar, estará à mão. Você pode usar meu cupom TOINDOATOA e ganhar 5% de desconto e mais 5% se pagar no boleto. Clique aqui!

Booking – Já pensou na hospedagem da próxima viagem? Usando meu link você ganha uma recompensa de R$40 e eu também.

99 Taxi – Se você ainda não usa o app, use esse código promocional BR9AG558 e ganhe R$10 na sua primeira corrida e eu ganho também… economizando sempre para viajar mais 😉

E aí me conta? Curtiu essa experiência e esse post? Teria coragem?!

Comenta aqui embaixo, curte se gostou e help the blog a crescer 😉

Sempre bom receber sua visita… todas as minhas aventuras estão no instagram, acompanha lá?!

Beijo

Thaise

 

 

 

Pedra da Gávea e Mirante Dona Marta/ RJ – Como é a subida?

Você também tem aquele local que é quase uma necessidade conhecer? Pois é, subir a Pedra da Gávea era isso para mim até uma semana atrás. Quase como a Disney para muitos! rsrs

Não tinha ido ainda por falta de oportunidade – ano passado até entrei em um grupo, mas por motivos de falta de forças físicas, desisti da viagem no dia. E sinceramente, ainda bem que não fui.

Chegar até a Gávea, que fica na praia de São Conrado, é fácil – você chega facilmente de carro (há um bolsão para estacionar), de ônibus ou ainda, táxi. A Pedra fica no Parque Nacional da Tijuca, onde há uma guarita e o horário para visitas é das 8h às 17h. O ideal é começar a subida o quanto antes, tanto por causa do calor carioca, quanto pelo risco de muvucas, comum aos fins de semana. E sim, vá com um guia! Tem economias que não valem o risco ou riscos que não valem a economia, não sei.

A Gávea é a maior trilha à beira mar do MUNDO (chupa mundo!). Tem 843 m de altitude e tem, com certeza, uma das melhores vistas da cidade. Ela é temida por muitos por causa da famosa Carrasqueira, um paredão de 30 m onde é essencial usar as mãos para continuar. Subi-la com medo é até bom, um pouco de medo nos coloca no devido lugar, sejamos aventureiros sim, idiotas jamais. Para quem não quiser arriscar, o Seu Jorge está lá todo dia, com seu equipamento de rapel, pronto para encarar a subida ou a descida da Carrasqueira com segurança – R$40 (dois trechos) ou R$30 (apenas um dos trechos).

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Eu acredito que todos conseguem subir, porém, além de superar o medo de altura (muitos trechos são verdadeiros abismos), é preciso um bom condicionamento físico. Há quem suba em 1h30 e há quem faça em mais de 3h – nós subimos em 2h14, parando pouco para descansar. Nosso guia disse que eu sou “sinixtra” e que eu devia subir correndo haha, combinamos de voltar para melhorar nosso tempo. O importante é subir, afinal ninguém está competindo, né non?!

O início da trilha é basicamente subida pela mata – e coloca subida nisso. O trecho de pedras começa mesmo na Carrasqueira e vai até o fim, no famoso platô. Você usa todos os músculos do corpo e não há uma pessoa que não se sinta realizada depois de ver o seu feito ao chegar lá em cima. As fotos você pode guardar para o fim, se concentre em subir e não desmaiar 🙂

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Qual é a melhor subida?

São dois os caminhos que levam ao topo – a Carrasqueira e a P4. Como não conheci a P4, fico com a opinião de quem a subiu – ela é mais arriscada, mas tem a vista da Garganta do Céu (Google it!).

Mas não se preocupe, por onde quer que vá, você chega lá! Cada parada é um queixo caído diferente. É vista da Barra da Tijuca, da Rocinha, do Leblon, da rampa de voo livre, de vários outros picos irados da cidade… é coisa demais para apreciar.

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Chegada

No platô você tem a vista 360º da cidade, é onde você pode descansar, comer algo e tirar as duas fotos mais clássicas da trilha.

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À esquerda do platô, depois do merecido descanso, os corajosos – e que vão com guia – também podem conhecer a Orelha do Imperador. O trecho é, na minha opinião, tão lindo quanto perigoso, qualquer deslize pode se tornar um problemão, então só desça se tiver certeza.

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A Orelha é uma caverna – dá até para acampar nela – e tem, também, parte da linda vista. Rende um bom descanso e fotos à sombra.

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As famosas fotos

Nós brincamos na viagem que, em alguns anos, as selfies matarão mais do que muitas doenças. Nós rimos, mas é de nervoso. Não se brinca com coisa séria, mas com um pouco de cuidado e moderação, você vai ter fotos incríveis e instagrâmicas (essa palavra existe?!)

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Ao final, lá no topo, ficam os trechos mais perigosos: a Cadeirinha e a Pedra do Raio. Qualquer descuido pode ser fatal! Na Cadeirinha eu nem sentei, já na Pedra do Raio… Ainda bem que minha mãe não gosta de internet!

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Agora saiba que se os bombeiros tiverem que subir ou mandar um helicóptero pra socorrer alguém, esse alguém vai ter que aguentar o maior esculacho e com toda a razão.

O que levar?

Essa é a lista do que levei:

  • Água
  • Lanchinhos (não há nada por lá)
  • Protetor solar
  • Bota de trilha
  • Roupa confortável
  • Óculos de sol

O ideal é começar a descida cedo, já que o tempo de descer é quase igual ao da subida, mas agora com o cansaço. Ao fim da trilha, quase na entrada, à esquerda, há uma queda d´água para um banho bem refrescante, finalizando a aventura.

Acesso

O acesso à trilha é livre e gratuito. Caso queira subir com o guia, é preciso contratá-lo antes. Eu super indico nosso guia, Beto (@beethovennorberto) que conheci no nosso amado Instagram. Além de super paciente e responsável, tira fotos lindas! Se falar com ele, fala que leu aqui =)

Na volta, tomamos aquele açaí maravilhoso e voltamos para o apartamento. Depois da Gávea, duvido você querer qualquer outra coisa rsrs

Mirante Dona Marta

Para aproveitar o domingo, já que estávamos na cidade, acordamos às 3h30 para ver o nascer do sol no mirante. Por motivos de força maior, acabamos chegando tarde e vimos só o amanhecer, o que já foi bem legal. A vista da esquerda é da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar e a da direita, o Cristo. Dali se vê também o Maracanã, a Gávea e o morro Dois Irmãos.

A estrada que leva até o mirante é asfaltada e sinalizada. A entrada do mirante é à direita e o da comunidade, à esquerda, ou seja, você não precisa ficar com medo de entrar em local desconhecido. Eu também indico que você vá com um morador que conheça o lugar ou guia, garante mais tranquilidade à sua visita.

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Quanto antes você subir, mais chances de ter exclusividade nas fotocas e também, pode apreciar com calma o céu se abrindo lindamente.

O local, que abriga um heliponto, foi usado na gravação do DVD do Natiruts “Acústico no Rio de Janeiro”, que todo mundo ficava tentando descobrir onde era; agora eu entendo o motivo.

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O mirante e o estacionamento também são gratuitos, não tem desculpas, vai?!

Só sei dizer que me senti mega realizada, há 3 anos namorando aquela rocha, pensando na vista. E ainda é melhor saber que todas as trilhas anteriores têm me preparado para as maiores e melhores. Rumo ao Everest haha! Vá com tudo galera, o céu é o limite!

E aí, gostou? Vai encarar? Se for me conta.

Obrigada pela companhia na leitura, espero que aproveitem as dicas.

Bjão, Thaise

@toindoatoaoficial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 dicas para sair da rotina sem jogar tudo para o alto

Você acha incrível esse papo de ‘larguei tudo e caí no mundo’? Acha que isso é maravilhoso, mas não pra você?

Nem todas as pessoas querem ser nômades, viajantes compulsivos ou viver dormindo em camas que não as suas, certo? Então, aprender a administrar melhor a sua rotina e fazer dela sua aliada sem ter que largar tudo para isso é algo que você precisa começar a fazer. Assim, viajar mais e melhor poderá ser possível, sem que você tenha que mudar toda a sua vida.

Comecei a fazer pequenas viagens um mês após perder meu pai em 2016 – isso com 30 anos, ok? Foi uma época extremamente difícil de encarar, minha saúde não estava em dia – especialmente a emocional – e eu sentia a necessidade de fazer algo novo, mas que me permitisse continuar cumprindo com as minhas responsabilidades. Viajar se tornou uma espécie de terapia e foi juntamente com a bondade de Deus, que pude passar pela fase do luto com certa “paz”.

Um dia resolvi jogar no Google – “trilhas de um dia em SP”, porque eu já havia feito algumas pequenas antes e achei que fosse boa ideia. Entrei em vários sites e depois de um tempo encontrei uma empresa que levaria à uma trilha de um dia, em Extrema/ MG, cujo valor cabia no meu orçamento. Eu não tinha companhia, também não tinha nem ideia de como seria a caminhada, além de estar bem sedentária.

Dica 1 – Não se prenda à falta de companhia se você sabe falar e se locomover!

No dia marcado, encontrei todos no metrô em São Paulo e seguimos em um carro só. Éramos o guia e mais cinco mulheres aventureiras, ah! e um cachorro. Me senti em casa! Conversamos muito sobre natureza, viagens e estilo de vida e ali já fui percebendo o quanto aquilo era bom. A Thaís (à direita da foto abaixo) se preparava para subir o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, aos 61 anos. Pasmem!

Fiz duas novas amigas nesse dia e agora, estamos planejando a viagem de férias de 2019, que será digna de um filme de Hollywood! Pega essa dica…

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Dica 2 – Não espere o dia perfeito, condicionamento perfeito, diversão perfeita ou guarda roupa perfeito para começar a fazer algo novo.

Fui super preparada para a subida, tinha bota e mochila – e mesmo que eu não as tivesse, eu teria ido; comidinhas, água, pau de selfie ha ha. Foi muito mais “fácil” do que eu imaginei, mas muito mais delicioso do que eu esperava. Nesse dia eu vi que estava fazendo um bem enorme ao meu corpo, ao meu coração e à minha mente e Deus sabe o quanto eu precisava.

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Dica 3 – Não espere encorajamento de fora para mudar certas rotas

Ter escolhido a trilha para reiniciar meu corpo foi um instinto, por algum tempo, por mais lindo que fosse, eu achava um peso subir montanha, carregar mochila, torrar ao sol, mas de alguma forma, eu me adaptei e hoje não sei ficar muito tempo sem isso.

Acho que todos nós conseguimos eleger um hobby se quisermos, não precisa ser algo grande, difícil ou que demande muito dinheiro. Para mim, vale mais a disposição do que qualquer outra coisa. O desejo de sair da inércia de trabalhar – reclamar – comer – dormir – repete tem que partir de nós.

Dica 4 – Faça alguma coisa pela primeira vez sem ter que agendar

O foco desse primeiro texto não é falar da trilha em si, mas do ato de levantar do sofá e dar um basta na mesmice. Acredito que nós somos infelizes e sabemos, sim! Imagina que perfeito você conseguir se organizar, trabalhar, estudar, comer bem, dormir o necessário, pagar as contas, ver filmes e ainda por cima, conseguir se divertir mesmo sem estar de férias?

“Ah Thaise, você por acaso faz isso tudo?”. Sim, eu faço. Sou perfeita na regra? Não tenho regras. Eu criei um hábito de não aceitar que minha vida seja só o círculo vicioso e ao longo do tempo, consegui levar isso para muitos amigos que queriam, mas também não conseguiam. E se eu consegui, todo mundo consegue, porque sempre fui a rainha da indisciplina.

Hoje, com a internet, a gente encontra lazer e companhia a qualquer hora do dia e da noite, em quase todo lugar do mundo. Você já pensou em sair de casa de patins – aquele encostado – e conhecer o parque que fica na sua rua? Já pensou em acordar mais cedo só pra passar naquela padaria maravilhosa e comer sem pressa? E por acaso, já parou para se testar em uma corrida de 5 km que seja? E já foi fotografar os grafites do seu bairro?

Dica 5 – Se não tem quem faça, faça você!

Depois dos pequenos passos, fui gostando tanto disso que não queria mais só conhecer o que tinha por perto, não queria só o “bate e volta” mais. Eu percebi que as agências de viagens e excursões, além de cobrar mais caro por tudo, levavam pessoas demais e isso acabava com a experiência (e com o descanso também). Era tanta gente envolvida que era difícil manter um relacionamento com mais de uma ou duas pessoas e se organizar quanto ao tempo necessário para aproveitar tudo.

Percebi que moro numa região privilegiadíssima – Sudeste – e que, se eu quisesse, poderia me divertir só por aqui mesmo, por um bom tempo.

Foi aí que comecei a criar meus roteiros por conta própria – em SP, MG e RJ – pesquisar todos os custos envolvidos e apresentar isso para as pessoas que eu conhecia. Daí surgiram diversas viagens, muitos novos amigos, gastos bem menores – porque dividir um carro por cinco pessoas é bem melhor melhor do que em uma só – e mais do que isso, experiências de viagem e parcerias que dinheiro não paga.

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Hoje já são 8 países, mais de 20 cidades e quatro viagens sozinha – isso em apenas dois anos. Tudo porque em um dia ruim eu resolvi mudar de postura. Portanto, pode trabalhar, estudar, não precisa vender tudo o que você tem para ser feliz. Basta saber dar um basta no que não te serve mais!

Essa trilha eu fiz com a Bioventura Ecoturismo e as fotos são deles também. Recomendo!

Se quiser mais dicas de viagem, economia, aventura, encorajamento curiosidades e afins, fica de olho aqui no blog e no meu instagram.

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Obrigada por ler até aqui 🙂

Thaise (@toindoatoaoficial)