Capitólio/ MG – Mar de Minas, Cachoeiras e precinho camarada

Fala viaxantes desse blog! Tudo bem por aí?

Antes de mais nada, esse não será apenas um post sobre o que fazer em Capitólio, suas cachoeiras e seu precinho camarada. Não, afinal, se você digitar isso no buscador, vai encontrar “só” um milhão de artigos à respeito, né?

Hoje, vou reunir as dicas da cidade com a história dessa viagem e contar porque ela deu o start na minha vida de “organizadora de viagens que não ganha nada com i$$o”, com o intuito de conhecer pessoas que eu jamais conheceria de outra forma, a não ser viajando.

Lembrando que, respondendo às perguntas que recebo, às vezes, no insta, eu não trabalho com viagens ou turismo, tudo o que organizo é só pelo prazer de reunir a turma

Primeiramente, há alguns anos eu já sabia de Capitólio, ainda não era moda, era pouco explorada e muito barata. Porém, sempre sem companhia para as viagens e irritadinha com excursões, eu decidi que ia começar a chamar as pessoas que conhecesse pelo caminho para montar grupos e conhecer os lugares mais próximos de SP, e comecei por ela.

No começo éramos apenas três amigos, sem muitas expectativas. No meio desse planejamento, fechei com um grupo para subir o Pico Agulhas Negras, no Parque Nacional de Itatiaia/ RJ (ainda vou escrever sobre esse dia!), era um tipo de “excursão de aventura” e ali conheci uma galera.

Quando já estávamos prontos para ir embora, conheci uma das meninas do grupo, e conversando sobre viagem, comentei com ela sobre Capitólio e ela, na mesma hora, se animou de ir. No dia seguinte, ela já havia convidado mais duas pessoas desse mesmo grupo.

Eu, que já conhecia duas outras pessoas do grupo, comentei a respeito e eles também se animaram – inclusive, os conhecemos porque nos deram carona de SP até nossa base em Itamonte/ MG, para subir o pico no dia seguinte. Já éramos oito pessoas depois desse rolê. Na mesma semana resolvi fechar a acomodação e um dos amigos resolveu chamar mais duas pessoas, que gostaram da ideia. Fechamos o dia com dez!

Mas, como dez é pouco rsrs, convidei um casal muito amigo, sem muita expectativa de que topassem e no fim, eles também foram. Só sei que entre nós poucos se conheciam, íamos dividir carros de SP até lá, quarto de hotel e 4 dias inteiros.

Mas, e aí Thaise? Com esse tanto de gente desconhecida, como foi?

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Parece que foi bom! rs

Foi a primeira viagem em grupo que organizei, fiz amigos muito queridos e nos divertimos muito, muito mesmo.

Agora, contada essa história, vamos às dicas dessa cidade gracinha – Capitólio/ MG.

Por que ir à Capitólio?

Bom, nossa viagem foi em Junho/ 2017 – mas, acredite, esse post é bem atual –  pegamos um feriadão. Apesar de hoje estar na moda e muito cheio, vale a pena conhecer e se você puder, vá em dias de semana, fora de feriados.

Capitólio faz parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, um parque gigantesco, com 198 mil hectares, que preserva a nascente do rio São Francisco. É a cidade mais famosa e com mais estrutura para o turismo. Só o fato de ser parte do parque já seria suficiente para conhecê-la. Ela é muito famosa por causa dos altos cânions, com mais de 20 m de altura, invadidos pela água verde do Lago de Furnas.

São muitas trilhas, muitas cachoeiras e piscinas naturais, muito verde e o Lago de Furnas, de onde saem os famosos passeios de barco que vocês veem no Instagram.

Melhor época

Nós fomos no início do inverno, chovia muito em SP, mas ao chegar lá, só vimos sol e tempo aberto. À noite as temperaturas caiam bem, vocês podem ver pelos trajes da noite de sábado, mais abaixo.

Sempre aconselho checar os apps de tempo e temperatura alguns dias antes, mas toda vez que vou à MG e vou muito, nunca consigo pegar a chuva que o app previa. Fica difícil prever muita coisa.

Ir após a época de chuvas é bom porque tanto as cachoeiras como o lago estão mais cheios.

Como chegar?

Para quem sai de SP, RJ ou outras cidades de MG, é bem fácil ir de carro. Também, existem opções de ônibus, é importante conferir o itinerário das empresas. A Expresso União leva saindo de São Paulo. A Viação Gardênia leva saindo de Belo Horizonte. Não encontrei nenhum saindo do Rio de Janeiro. Confesso que sem carro, é um pouquinho complicado, você acaba tendo que contratar guia para tudo, mas se seu orçamento permite, vai fundo.

O site da Click Bus é muito útil para fazer as buscas de onde saem ônibus e para quais lugares, mas a taxa de inconveniência, me desagrada – acho alta, mas é só minha opinião.

Se for de avião, a descida é em Belo Horizonte e de lá, você segue de carro.

Uso sempre o site do Mapeia, para calcular distância e gastos com combustível e pedágio, usando um valor médio para os dois itens. Faça a conta de acordo com o seu veículo.

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Isso ajuda muito na hora de convencer as pessoas de que o rolê não vai sair tão caro e assim, todo mundo já vai bem preparado.

Quantos dias ficar?

Sempre gosto de falar que isso quem decide é você, é a sua experiência. Ainda que você more em um lugar, não tenha a pretensão de achar que você vai conhecer e saber tudo. Por isso, faça como você puder!

Eu com certeza voltarei para essa região algumas vezes.

Minha sugestão? Quatro dias para curtir com calma e ver o que precisa ser visto de mais famoso.

Hospedagem

Hoje, se você buscar no Booking hospedagem com café da manhã, cancelamento gratuito (isso é bem importante) e localização de ótima à excelente, você tem 23 opções. A decisão tem que ser de acordo com a quantidade de pessoas e com o bolso delas.

Eu também sugiro que faça pesquisas de hospedagem fora dos sites de busca, nesse caso, foi o que eu fiz. A vantagem do buscador, como o Booking, é que você não paga nada antes, apenas usam o cartão de crédito como uma garantia.

Nós ficamos no Cyrilo’s Palace Hotel, reservamos quartos triplos. Uma porque tinha cama para todos, fica na entrada da cidade e à 700 m do centro. Ah e tem piscina e churrasqueira. Sim, usamos. Além disso, fica de frente para o Lago de Capitólio, uma baita vista.

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“Esse arrocha é pra você que achou que aqui tava chovendo, uh, vai vendo!” – eles cantaram.
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Vista da piscininha amor do hotel

Eles servem um ótimo café da manhã, são muito atenciosos e é super limpo.

Orçamento

Eu não sei vocês, mas não tenho problema algum em fazer o possível para economizar e ainda assim, ter as melhores experiências. Não veja isso como “pão durice”, “ser muquirana”, etc. Isso é uma forma de fazer tudo o que você precisa fazer na vida e ainda, viajar.

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Foto por Snapwire em Pexels.com

Estipulamos um orçamento e o cumprimos – foram R$ 700, incluindo tudo.

Dia 1

Check-in e Cachoeira do Lobo

Como dirigimos a noite toda, fizemos o check in e até a gente se arrumar, já era quase hora do almoço.

Saímos meio sem rumo atrás de um restaurante e em busca, também, da Cachoeira do Lobo.

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São 16 km do centro de Capitólio, metade em estrada de terra, e fica dentro de uma área de camping e pousada. É cobrada um taxa para entrar e tem estacionamento, é permitido o uso da piscina também. Infelizmente, não consegui nenhuma informação sobre o valor atual, mas pagamos cerca de R$25/ pessoa na época.

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A trilha até a cachoeira tem apenas 300 m e é super simples – mas, nesse dia aprendi que cada um tem seu limite e por via das dúvidas, faça devagar e com alguém. Não sofra!

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Foto: Google

Passamos a tarde nela e voltamos para o hotel, jantamos lá mesmo, eles têm um cardápio à la carte para quem quer fazer as refeições nele.

Dia 2

Passeio de lancha e buggy até a Lagoa Azul

O passeio de lancha é o mais tradicional da cidade, são inúmeras lanchas disponíveis. Na época, eu reservei duas lanchas com antecedência, mas pelo que soube, está bem fácil conseguir ali mesmo, nas barraquinhas.

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O local do embarque é na Ponte do Rio Turvo, um pouco antes da entrada da cidade. Inclusive, em frente à ponte, também tem as opções de restaurante para esse dia – que, aliás, indico o Restaurante do Turvo. Ali também fica o quiosque do buggy. Dia mais fácil, impossível.

 

Dica: procure saber sobre a reputação da empresa de lanchas que vai contratar, veja se tem colete para todos e se possível, espaguetes, para quem não sabe nadar (eu!).  

Gostamos muito da que contratamos, os pilotos até juntavam as lanchas só para que todos saíssem nas fotos. Eu realmente não vou lembrar o nome, se não, postava aqui, mas os valores não mudam muito. Hoje, vi que está em torno de R$70/ pessoa – quando fomos era R$50 e o meu ainda saiu na faixa, porque eu levei 11 pagantes. Olha a economia aí gente!

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O passeio dura cerca de três horas, tem vários horários ao longo do dia, mas os primeiros são os melhores – não está tão quente, não tem muita gente (não tinha né?!) e você pode aproveitar o resto do dia para curtir outras coisas. É nesse passeio que você conhece os famosos cânions e infelizmente, nenhum rapel estava permitido neles quando fomos #chateada. Nossa lancha nos permitiu levar os coolers, o que foi ótimo.

Mesmo que você saiba nadar, tome cuidado, é uma represa e assim como todas, tem muitos riscos. Eu entrei na água, de colete, e ainda assim, era “pesado” me manter no mesmo lugar.

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Essa foto foi tirada no pier de um estabelecimento que fica no lago. Juro que não lembro bem o que era.

Na volta, era 11h30 ainda, decidimos que queríamos alguma outra coisa e sem querer – esse não tava no roteiro – eu avistei um quiosque escrito “PASSEIO DE BUGGY”. Como diria meu caro amigo Gil – “AI QUE TUDOOOOO!”.

O passeio, que nos levaria até à Lagoa da Pedreira, que também não estava no roteiro, custava R$130/ pessoa (cada buggy leva 03 pessoas). Claro, que nosso querido amigo, vamos chamá-lo aqui de Muleke Piranha, um negociador nato, conseguiu, com muito custo, que ficasse por R$100. Carinho né? Mas é aquilo gente, só se vive um vez…

 

O caminho em si é bem bacana, com certa adrenalina, muita pedra, mas também um baita visu. Nós subimos, subimos e enfim, chegamos à borda da Lagoa da Pedreira ou Lagoa Azul, como os turistas chamam. Sim, é artificial, de uma pedreira desativada, mas a água é de chuva, ou seja, não há riscos.

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Olha, que lugar lindo ein! As “mina pira” para as fotos…

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O bugueiro para em algum lugar se você pedir e paramos em um mirante, de onde vimos a cidade toda e demos uns pulinhos. Amamos o passeio!

 

Antes de voltar ao hotel, eu tomei um baita rola, de cara no chão, em cima das pedras… fiquei com alguns belos hematomas, um roxo gigante na coxa, um caucário preso no dente (só saiu um mês depois, na cadeira da dentista, isso depois que ela acabou de rir da minha desgraça kkk). Meus amigos preocupados, mas rindo por dentro… enfim, com exceção da minha dignidade, estava tudo bem!

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Passamos no Mirante dos Cânions, já sem a luz do sol, mas onde deu pra curtir o visual. O bugueiro ficou em cima de mim, com medo que eu caísse de lá de cima, num tropeço haha. O mirante fica na rodovia, “facin” de achar. Ouvi boatos de moradores, recente, dizendo que uma rede de hotéis comprou a área e que esse mirante logo deixa de existir – pelo menos para quem não se hospedar no hotel. Será?

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Foto linda do Trilhando Montanhas, mostrando o mirante sem edição. Por que é cada filtro que colocam, que nem reconheço. É lindo assim!

Obs.: Não tenho foto sozinha no Mirante, pois a pessoa que as tirou nunca “a las envió” :S rindo de nervoso! Não sejam essa pessoa, tá migos?!

Noitada

Chegamos do passeio, tomamos aquele banho e sobrou para mim a missão de escolher um lugar legal. Essa é uma tarefa bem difícil viu, especialmente quando você não curte balada e bebida (SIM, sou uma aventureira careta e feliz!).

Encontrei um condomínio/ bairro chamado Escarpas do Lago onde há barzinhos e restaurantes. Resolvemos procurar um restaurante por lá… entramos no Hud´s Lounge.

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Bebo uma taça de vinho à cada 6 meses… e olhe lá!

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Só tenho a dizer que o lugar nunca mais foi o mesmo. Imagina um restaurante “elegante”, com pessoas comendo quietinhas, com seus vinhos e ninguém coloca o cotovelo sob a mesa. Isso não é uma crítica maliciosa, educação é bom e todos gostam, apenas não era nossa vibe aquele dia. MAS, onde Diadema e Zona Leste (vulgo ZL) chegam, nada permanece como está HA HA

Fizemos nosso pedido, bebemos, conversamos em tom educado, ao som de MPB suave e quase sem volume (muito bom, na verdade!). Mas poxa, era sábado à noite e não queríamos procurar outro lugar.

De repente, de nossa mesa sai um “toca Raullllll”, o cantor nos atendeu e então, começamos a variar. Quando percebemos, estávamos todos no salão, dançando, cantando alto, o cantor mega empolgado, as pessoas saíram das mesas e terminamos todos dançando músicas do Wesley Safadão. Fomos de “Evidências” (veja o vídeo) à arrocha.

 

Depois disso, eu nem lembrei que tinha celular… só deixamos fluir rs 

Gente, até os funcionários estavam se divertindo! Foram demitidos… brinks. Foi muita risada, dança, interação com pessoas que nunca vimos na vida. Foi demais! Não sei que horas voltamos para o hotel. Única coisa que lembro é que deixei o carro morrer na estrada, escura, sem sinalização e na curva… ninguém morreu, passam bem.

Com certeza, você encontra lugares mais baratos para um jantar, mas eu paguei com muito gosto. Diria que é $$$ e cobram couvert artístico.

Dia 3

Essa galera é da trilha – aliás, 90% das pessoas com as quais ando hoje, amam trilhas e aventuras. Resolvemos pegar essa que, é das mais famosas na região e que todo mundo pode fazer.

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É um parque de trilhas e cachoeiras, particular e de preservação e o valor para acessar a trilha é R$30. Tem quiosque restaurante, banheiro na entrada e uma loja de souvenirs. Super recomendo boné ou chapéu, não é à toa que a chamam de Trilha do Sol, sombra só em alguns pedacinhos. Estão abertos das 9h às 17h.

São três pontos de interesse: Cachoeira do Grito, Poço Dourado e Cânion do Limite.

 

Todas as trilhas são tranquilas, sério, e o que encontramos ao final delas, nossa… que delícia de lugar, que água.

Infelizmente, minhas fotos não fazem justiça ao lugar, mas o Instagram deles não me deixa mentir.

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O poço dourado faz a gente se sentir num filme do Indiana Jones, andando cânion adentro, com água na canela e sem saber o que vem na frente, eu “paxônei”… E sim, é dourado mesmo.

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Poço Dourado – foto: Portal Capitólio

O esquema é ir sem pressa, parar para banho, descansar, curtir cada pedaço de trilha e sair de lá ao fim da tarde. Aproveita e já almoça por ali mesmo, a comida é boa e o preço é $$. Peço perdão, mas NUNCA fotografo comida, não tem quem me faça. Mas, tenho aprendido a pelo menos, mostrar o cardápio e o lugar. Nesse dia, eu ainda não fazia isso.

Noite

Nessa noite resolvemos fazer um churrasco perto da piscina, que era só nossa e foi sucesso. Acabamos brincando de bicho-bebe (prefiro não comentar), rindo até a barriga doer, deitamos nas cadeiras perto da piscina, com cobertores, todos juntos – faz frio à noite, no inverno. Vimos as estrelas e dormimos felizes.

Dia 3 

Paraíso Perdido e volta pra casa

Deixamos esse paraíso por último porque seria mais viável, assim já pegaríamos estrada dali mesmo. Ele fica em São João Batista do Glória, a mais ou menos 50 min de Capitólio.

Aproveitamos a manhã por lá e foi meu lugar favorito. São “cânions” com 18 piscinas naturais e oito quedas d’água.

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Chegar até ele foi um pouquinho chato, porque não tínhamos certeza se acertaríamos a entrada, à partir da rodovia. Mas vimos as placas, deu tudo certo.

Lá também tem uma pequena estrutura, estacionamento, restaurante com comidinha simples e bem baratinha, além do camping. A taxa cobrada para o pernoite é de R$ 40 (vai aumentar para R$ 50 em 01/03/2019). Você pode usar o day-use, como nós, sem ter que dormir por lá. Eles oferecem cortesia, a cada 10 pagantes, o 11º é grátis. Está aberto das 08 às 18h.

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É só seguir a trilha pelas pedras e ribeirão até o lago. Se você for apenas até o lago, talvez não goste tanto do lugar. A melhor parte é atravessá-lo.

Mas menina, você não disse que não sabe nadar? Pois é, por isso que nossos anos de montanha nos ensinam a dar a volta por cima, tínhamos dois guias de montanha (amigos) no grupo e eles deram um jeito para os não nadadores rs. Olha, o que eu não nado, eu escalo viu?!

 

Mas, todos podem ir, desde que seguros, ok? Duas das amigas não foram, nos esperaram no lago.

Você sobe paredão atrás de paredão e vai até onde sua coragem permitir. Sei que subimos bastante. Lá em cima, tem um laguinho super gostoso, uma área para sentar e tomar um sol, um riozinho com árvores nas beiradas. Um silêncio absoluto, quer dizer, só o som do vento, das árvores e dos passarinhos. Não, minto, tinha o drone do Mlk Piranha também. Credo, que delícia!

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Se você tiver um drone, esse é o lugar…

Achamos tudo bem fácil, apesar da “escaladinha”, mas mesmo assim, todo cuidado é pouco. Infelizmente, com tantas pedras molhadas, tivemos um infeliz acidente, que prejudicou muito um amigo nosso, foi bem na hora de voltar para a casa. Não foi culpa de ninguém, mas graças à Deus, não foi pior.

Recadinho do local: Se for entrar nos ribeirões lembre-se que todos os ribeirões com piscinas naturais profundas oferecem perigo de morte e aqui existem váriaspor isso é importante trazer colete salva-vidas, tênis com solado de borracha que possa molhar que ajudam a evitar escorregões ao caminhar pelos ribeirões. Algumas marcas pintada em forma de pezinhos foram colocadas no chão para ter uma ideia da direção a seguir, mas você só deverá ir ate onde se sinta seguro. A pessoa deve ter uma boa mobilidade física e estar com bom condicionamento físico e mental. Evite chegar nas margens dos ribeirões a noite que é quando as cobras saem para caçar e não se pode prever enchentes.”

Ainda assim, foi a viagem mais gostosa que já fiz com amigos. Não sei explicar a sintonia, as risadas, os perrengues, nos ajudamos e nos divertimos muito mais do que podíamos planejar.

Outras dicas

Os únicos bancos na cidade são Bradesco e Sicoob.

Não se preocupe com refeição, não tem como você ficar sem opção. Saia e pare no primeiro que te der vontade. O custo da cidade, em geral, é barato.

Combustível nesses lugares costuma ser muito mais caro que em SP, por exemplo. Prepare o bolso!

O que eu vou visitar na próxima?

Morro do Chapéu – eu sempre prefiro a trilha, mas se você tiver um carro maior ou motor 1.6, vai até o topo direto. Aprecie sem moderação! Entrada grátis.

Cachoeira Lagoa Azul, Cachoeira Diquadinha, Cachoeira Fecho da Serra e do Grotão – Entrada Grátis.

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Fomos embora tristes…
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mas com trocos!!

Relato mais recente da Beatriz do @canalnossab

Gente, pedi para uma querida nova instamiga que mandasse um breve relato da experiência dela, mais recente, de 25/01/2019. Veja o que ela disse:

“Capitólio é um destino que dá para curtir muito as cachoeiras e piscinas naturais. Eu amei!

O paraíso perdido custa R$ 40/ pessoa e dá pra curtir o dia inteiro! A água de lá é gelada e as pedras são escorregadias. Lá não pega sinal de internet, o que é muito bom para realmente aproveitar! Sugiro levar dinheiro em espécie, já que o cartão dificilmente pega (por conta do sinal de internet). Lá tem banheiros, estacionamento e restaurante.

O passeio de lancha de 3h está em torno de R$ 90 reais/ pessoa [verificamos em outras empresas e achamos até por R$70, então bom pesquisar bastante] e te leva para conhecer os cânions (maravilhosos!), mas só tem 20 min para se banhar e nadar.

Aconselho se hospedar em Capitólio mesmo, porque achei Passos um pouco longe.

Não é um lugar muito aconselhável para viagens de terceira idade, porque as pedras dificultam a caminhada. Inclusive sugiro usar aqueles sapatinhos antiderrapante para água [vende na Decathlon], porque as pedras escorregam muito! Outros itens para não esquecer: água, capinha à prova dagua para celular, roupa de banho, toalha, boné e óculos de sol.”

Muito obrigada Bia, acompanhem a trip dela no instagram =)

Enfim, esse relato ficou um pouco maior do que os que costumo escrever, mas acredito que boas viagens são feitas de bons encontros e boas histórias. E é uma forma de dizer que também estou com saudades desses malucos.

Capitólio, obrigada porque foi em você que meu despertar ganhou força! 

Quer ganhar R$130 de desconto na sua primeira reserva de hospedagem no AirBnb? Clique aqui.

E não viaje sem plano de saúde com cobertura nacional. Se você não tem, importante contratar um seguro viagem, que é muito mais barato do que você possa imaginar. Clique aqui. E com meu cupom TOINDOATOA5, você ganha 5% desconto 🙂

Divirtam-se e me marquem quando estiverem por lá.

Beijão,

Thaise Caires (@toindoatoaoficial)

 

 

 

 

 

 

17 comentários em “Capitólio/ MG – Mar de Minas, Cachoeiras e precinho camarada

  1. Que legal este post! Capitólio é um dos destinos que está na minha lista de desejos há tempos. Quero tentar fazer uma viagem para Minas, incluindo BH e Capitólio. Obrigada por compartilhar as dicas!

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  2. Depois que descobri q tenho dupla cidadania – curitibana e mineira – preciso voltar urgente para MG! 😂 Agora, com esse roteiro tão detalhado roteiro….. #partiucapitolio!

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  3. O legal é que pareço estar nas viagens , em cada lugar que você publica!! Tudo muito organizado e cheio de detalhes especiais !!! Parabéns, poderia ter um canal mostrando um pouco mais em vídeo ! Daria muito certo também ! Eu pelo menos iria viajar junto dentro da tela do YouTube ! Parabéns por fazer com muita excelência ! Uhuuuu

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  4. Eu participei desse dia, e não me arrependo de ter ido com pessoas que eu não conhecia, hoje tenho uma círculo de amigos fantástico, super indico as pessoas a fazerem isso, conhecer MG e principalmente Capitólio, que um dia irei voltar com a To indo à toa.
    Agradeço de coração por ter vivenciado esses momentos. Foi demais só tenho que agradecer. 🥰❤️😘

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  5. Eu participei desse dia, e não me arrependo de ter ido com pessoas que eu não conhecia, hoje tenho uma círculo de amigos fantástico, super indico as pessoas a fazerem isso, conhecer MG e principalmente Capitólio, que um dia irei voltar com a To indo à toa.
    Agradeço de coração por ter vivenciado esses momentos. Foi demais só tenho que agradecer. 🥰❤️😘

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