Primeiro passo para realizar o sonho do viajante: ter um passaporte. Verdade que para viajar pela América do Sul, o RG já é suficiente.

Mas, se você vai viajar para o exterior e já tem o seu, não se esqueça que a validade dele precisa ser de, pelo menos, seis meses, à partir da data de retorno da sua viagem. Caso contrário, você poderá ser impedido de entrar no país destino.

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O mundo é nosso!

Nesse caso, você precisa “renovar” o seu passaporte.

Tirar e renovar o passaporte, qual a diferença? Nenhuma. Isso mesmo, a Polícia Federal trata qualquer pedido como “novo”. Você informa no momento da sua solicitação, se possui um documento anterior (veja abaixo).

Lembrete: Ter passaporte e ter visto são coisas distintas. Falaremos de vistos no próximo post 🙂

Parece ser complicado e demorado, mas não é. Bora resolver isso agora? Você não vai gastar nem 10 minutos.

Passaporte brasileiro

Ao contrário do que parece, o valor é bem justo. Em 2019, tirar o passaporte custa R$257,25.

A validade do passaporte brasileiro é de 10 anos.

Pode ser negado? Caso você esteja em débito com a justiça – não votou e não justificou ou não cumpriu suas obrigações com o exército, por exemplo, ou ainda, se seus documentos estiverem em péssimo estado ou muito antigos, vai precisar acertar sua vida antes.

E a dica número 0 é: Não feche sua viagem antes de ter seu passaporte, beleza?

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Vamos aos checklist do passaporte

Passo-a-passo para tirar o passaporte

  1. Documentação necessáriaCertidão de Nascimento (consulta apenas)
    1. Documento de Identidade (RG, CNH ou similar com validade em todo o Brasil)
    2. Passaporte anterior (se houver)
    3. Endereço completo, e-mail e um número de telefone

Hoje não é mais necessário informar dados como título de eleitor ou comprovante de quitação de obrigações militares – os mesmos serão consultados no dia do atendimento.

2. Preencher formulário

Com esses dados em mãos, acesse o formulário de Nova Solicitação de Passaporte. São quatro telas fáceis de preencher.

Nova Solicitação de Passaporte

O que é e onde encontro o ‘Orgão emissor’ do documento de identidade?

Esse é o órgão que emitiu o seu documento. Se for o RG, o órgão é a Secretária de Segurança Pública (SSP), se for a CNH, o órgão é o Departamento Nacional de Trânsito (DETRAN).

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Depois de revisar, não se esqueça de anotar o número de protocolo.

3. Emitir GRU

Após preenchimento do formulário, o site vai gerar um boleto para pagamento ou GRU. O valor atual é de R$ 257,25. Esse valor não pode ser pago com cartão de crédito, como no caso do visto americano.

Você pode imprimí-lo ou copiar seu código para pagamento pela internet. É importante respeitar a data de vencimento, senão, você terá que começar o processo novamente.

GRU Passaporte

Tá com $$ na mão? Faz vendaval não, TIRA o passaporte

4. Agendar atendimento

Para solicitar o agendamento basta acessar o link de Agendamento Eletrônico com seu CPF, número de protocolo (que foi gerado ao término do preenchimento do formulário) e data de nascimento.

Você vai escolher o posto da PF mais próximo para tirar foto, registrar biometria digital e demais consultas, se necessário. Veja aqui a lista de postos da PF disponíveis.

Seu agendamento terá dia e horários determinados.

5. Consultar andamento

Você pode consultar, cancelar ou reagendar seu atendimento através do link de consulta, também com CPF, número de protocolo e data de nascimento.

Consultar agendamento

Consulte o seu agendamento pelo site

6. Passaporte emergencial

Esse é o passaporte dos “desesperados” que, por algum motivo (e isso não inclui viagem de turismo) não possam aguardar o prazo de entrega padrão. E sim, pode acontecer a necessidade de viajar com urgência e por razões graves e fora do nosso controle.

De acordo com o site da PF, são consideradas emergências:

  • catástrofes naturais;
  • conflitos armados;
  • necessidade de viagem imediata por motivo de saúde do requerente, do seu cônjuge ou parente até segundo grau;
  • para a proteção do seu patrimônio (o que NÃO inclui o mero prejuízo com passagens, hospedagem etc);
  • por necessidade do trabalho;
  • por motivo de ajuda humanitária;
  • interesse da Administração Pública;
  • ou outra situação emergencial QUE NÃO SE PODERIA PREVER, cujo adiamento da viagem possa acarretar grave transtorno ao requerente;
Passaporte emergencial

Passaporte emergencial: só se for emergência mesmo!

Você pode solicitá-lo pelo site, preenchendo o mesmo formulário padrão, porém NÃO precisa agendar, pode diretamente à um posto da PF – com protocolo, documentação comum e a que prove a urgência da sua viagem.

Caso a PF aceite emiti-lo, você receberá uma GRU no valor de R$334,42.

Após fotos e biometria, o prazo para confecção do passaporte é de até 24h úteis.

Esse passaporte tem validade de apenas um ano e não é aceito em todos os países, independente do motivo pelo qual você o solicitou.

7. Dúvidas sobre o serviço de passaporte?

O prazo para retirada do seu passaporte – você o retira – é de 6 a 30 dias corridos.

Atualmente, o atendimento por telefone NÃO está disponível. Porém, no site há uma área de Dúvidas Frequentes.

Agora é só ser feliz…

Sabe quantas páginas tem o passaporte? 32. Haja viagem né? Nelas serão estampados os seus carimbos, vistos e onde você pode “colocar”, também, certificado internacional de vacina amarela, por exemplo.

Aliás, sempre bom deixá-los juntos e bem guardados. Não queira perder seu passaporte em uma viagem!

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O passaporte novo e o antigo (até 2017). Esses são meus! O antigo fica com você, só perde a validade.

Agora, já foi o primeiro passo para tirar seus sonhos de viagem do papel. Não espere a viagem “aparecer”, a grana sobrar, a ocasião perfeita… se adiante, faça aos poucos e em breve, o primeiro carimbo estará aí – o meu demorou dois anos, mas eu não desanimei.

Te desejo muitas viagens e carimbos!

Te ajudei? Compartilhe com alguém, isso ajuda o blog a crescer e me diz se estou, ou não, no caminho certo!

Me segue lá no Instagram @toindoatoaoficial 😉

Thaise

 

Quais lugares do nosso país você tem vontade de conhecer? Sabia que fazer viagens baratas e sem perrengues pelo Brasil é totalmente possível?

É verdade que há muita estrada ruim e alguns destinos bem salgados… mas, existem muitos outros, perto de você, que você pode conhecer já.

Vamos combinar que, a menos que você tenha dinheiro sobrando e (tempo!), não dá para fazer viagens longas e nem ao exterior o tempo todo. E, não sei vocês, mas viajar só nas férias pra mim, não dá…

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Pôr do sol, sem filtro, em um dos passeios nos Lençóis Maranhenses

Por que então, não dar uma chance ao nosso Brasil, descobrir vários lugares incríveis, com ótimo custo x benefício e deixar aquela trip pra Paris para quando for possível e menos caro, ein?

Nosso país tem opções para todos os gostos e bolsos claro, mas, como o foco do blog é mais voltado à natureza, ecoturismo e botar o corpinho para trabalhar, vou me concentrar nesses destinos aqui nesse post.

Mas não se preocupe, todos os destinos aqui são indicados para todas as pessoas!

Listei aqui 5 viagens baratas e imperdíveis para você fazer no Brasil ainda esse ano:

  1. Carrancas/ MG

O meu crush do mundo é Minas Gerais, falo isso sempre, mas eu garanto que quem der uma (ou várias chances) a esse estado tão rico, não vai se decepcionar.

Para começar, não há nada mais barato nesse país, principalmente para quem já está no Sudeste. E, para quem não sabe, poucos lugares escondem tantas belezas naturais e cachoeiras quanto a terra do pão de queijo.

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Uma das locações favoritas da Globo, a Cachoeira da Fumaça é perigosa. O banho é proibido por lá, mas é linda!

Carrancas é daquelas cidades que você vê nas novelas da Globo, algumas das novelas de época foram filmadas por lá, inclusive.

São oito complexos para visitação, sendo que cinco são pagos (não passam de R$25) e muitas, muitas cachoeiras… além de trechos originais da Estrada Real – quem ai também ama história?

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Banho no poço esmeralda… GRÁTIS!

Dica 1: Vá de carro e reserve, pelo menos, 3 dias inteiros.

Dica 2: Se hospede na Pousada Céu e Serra… que amor. Lógico, você pode se hospedar onde quiser, mas se você conhecer essa pousada, duvido você querer procurar outra.

Não é a mais barata – então, fique em outra se isso for um problema, desde que você vá – mas, valeu cada centavo a experiência de um chalé no alto do morro, com vista para o por do sol.

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Nossa carta… S2

Além de ser um lugar lindo e aconchegante, eles ainda nos serviram, de presente, um pavê – pelo aniversário de um amigo e o meu – com direito a um cartão. Fizemos um mini piquenique, no deck do chalé, vendo o por do sol. Inesquecível pra mim!

Visite: O Complexo da Zilda, a Cachoeira da Fumaça, o Poço Esmeralda, o Complexo Grão Mogol – o único que exige entrada com guia e que SUPER vale a pena,  a Cachoeira do Moinho, que fica ao lado da Pousada e custa apenas R$5 para entrar e o por do sol no Pico da Teta.

Três dias na cidade, fazendo várias coisas,  nos custou cerca de R$500 (Abril/ 2018) – considerando gastos com gasolina, hospedagem, uma diária do guia e entrada dos locais visitados. Como há vários campings e outras pousadas, esse custo pode ficar ainda menor.

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Lugar ideal para bancar a Jane – Complexo Grão Mogol

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E o poço verde, lindo, ao final da caminhada no Grão Mogol

Alguns restaurantes que indico: Uai Tchê, Cataguas Brasil e o lindinho Viradas do Largo (rende umas boas fotos ein).

2. Urubici/ SC

Eu nem sei falar, só sentir… foi o meu lugar favorito de 2018. É uma cidade de serra, fria, linda e perfeita para família, casal, amigos, todo mundo. Urubici serve de base para o início da viagem que terminará no final da Serra do Rio do Rastro, na cidade de Lauro Miller.

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Uma vista privilegiada, incrível e perigosinha (de derrapar o carro) – o Morro do Campestre, é ideal para uma tarde e um por do sol

Para essa viagem eu diria que quatro dias é bom, mas se você for de carro, como eu, dependendo de onde você partir, vai ser um pouquinho cansativo.

Saímos de SP e rodamos cerca de 2.400 km em quatro dias, nas estradas mais lindas que eu já vi no Brasil. Não nos arrependemos nem um pouco.

Urubici fica a 172 km de Florianópolis e do lado de São Joaquim – a cidade onde, às vezes, neva no inverno e de Bom Jardim da Serra, onde fica a famosa Serra do Rio do Rastro. Que lugar!

Dica: Alugue uma casinha de montanha ou chalé com lareira. Eu indico a Pousada e Casa de Campo Doce Vida. Casa linda, de madeira, com lareira e fogão a lenha e vista para o verde e os cavalinhos, soltos. Eles têm quartos e casas inteiras para alugar.

Visite: a Serra do Corvo Branco, o Morro do Campestre, a Cachoeira do Avencal, a Cascata Véu de Noiva, alguns mirantes pela cidade, além do Mirante da Serra do Rio do Rastro, e por favor, desça a Serra de mesmo nome (e haja freio!), sem pressa e ouvindo um som bem marcante, porque essa serra é uma EXPERIÊNCIA à parte. Ouvíamos “I CAN´T STOP LOVIN YOU”, mas teve Chiclete com Banana, Cher e Will Smith também rsrs.

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A Cascata do Avencal é vista de longe, na estrada, mas podemos chegar bem pertinho nesse parque.

Uma frustração: Não ter conseguido chegar na base da Cachoeira do Avencal e nem fazer o rapel nela, por falta de informações. Faça pelo menos a trilha, se puder.

Com um carro a diesel, nosso gasto com combustível saiu por cerca de R$250, pasmem. No total, gastamos cerca de R$500. Nossa refeição mais cara foi a pizza HEHE, porque não há muita opção na região, à noite.

3. Ilha Grande/ RJ

O Rio de Janeiro é lindo, acho que todo mundo ou quase todo mundo concorda, né? Mas, a Ilha Grande… poxa vida, que visu. Ela é a maior ilha da Baía de Angra dos Reis.

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A Praia do Bananal Pequeno era só nossa e só piscina…

Fica a 47 km de Angra dos Reis, onde deixamos o carro e seguimos de lancha, pois carros não entram na ilha. Há vários estacionamentos onde você pode deixar o veículo por quantos dias quiser – pago, claro. A Ilha Grande tem 193 km² e acreditam que, no passado, essa beleza era um lugar para receber presos?

Normalmente, a maioria das pessoas fica na Vila do Abraão, que é mais movimentada. Porém, se você puder, se hospede em outras praias mais desertas. Há opções de aluguel pelo AirBnb e pousadas, além de hostels também.

Dica: Se for em grupo, feche uma lancha só para vocês, por pelo menos, dois dias inteiros. Fica mais cômodo e mais barato. Negocie com os moradores da Ilha ao invés de negociar com o pessoal no continente, é mais barato e mais justo não? Afinal, eles vivem na Ilha Grande e dela tiram a sobrevivência.

Se o orçamento estiver muito curto, vá mesmo assim, se hospede no Abraão ou mesmo em camping, e faça tudo o que puder a pé. Aproveite as trilhas e as praias próximas.

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A maioria das praias é assim: piscina e água clarinha. Uma das mais bonitas é a Praia do Aventureiro.

Visite: Faça o passeio que contorna a ilha e para em diversas praias lindas – Dentista, Ilhas Botinas, Dois Rios, Parnaioca, entre outras. Visite também a Praia do Aventureiro, onde você pode até acampar, lá está o famoso coqueiro deitado. Não suba nele, please! E nela mesmo você toma o melhor sacolé (geladinho) do mundo, por R$6. Visite também, o mangue e praia Saco do Céu e almoce por lá. Que paraíso!

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O famoso coqueiro… não suba nele, mas pode aproveitar as pedras por lá

Quatro dias é o mínimo para não sair de lá frustrado, mas, a gente sabe que sempre pode voltar. Há muito o que fazer, mesmo. Nossos gastos por lá, foram de cerca de R$700, porque levamos comida para fazer na nossa cabana exclusiva, na Praia do Bananal Pequeno. Não, não procure essa cabana, a praia é incrível, mas a casa, só por Deus…rsrs uma longa história, que fica pra outro post.

4. Sengés/ PR

Esse tem até post completo aqui. Fui conhecer essa cidadezinha no interior do Paraná, no Carnaval/ 2019. Mas, ninguém no grupo sabia o que era, onde era e o que veríamos lá, mas, grazaDeus, confiaram em mim.

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O cânion do Jaguaricatú tem uma das vistas mais chocantes que já vi no meu Brasil

Seguimos de carro por 361 km em busca de sossego e cachoeiras. Achamos muito, dos dois!

A cidade é bem pequena, tem cerca de 20 mil habitantes, zero vida noturna e muita natureza – gratuita – para curtir. Não pagamos uma atração sequer.

Dica: Ir de carro ou alugar um ao chegar no aeroporto de Curitiba, o mais próximo. Assim, fica bem fácil conhecer tudo, sem precisar pagar um guia.

Todos os detalhes dessa linda viagem, a mais econômica dessa lista, clique aqui.

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Por onde você for, sempre haverá uma Véu da Noiva pra visitar… e essa é demais!

5. Lençóis Maranhenses/ MA

Se você ainda acha que para conhecer um dos maiores paraísos do Brasil, os Lençóis Maranhenses, precisa de MUITO dinheiro, está errado.

O gasto é maior que o das opções acima, claro, mas totalmente viável e por isso, quis colocá-lo aqui.

Dica: Vá fora de temporada, mas não esqueça de conferir o nível de água das lagoas antes. Eu visitei em Outubro/ 2018, vi água, comi bem, fiz passeios e NÃO vi muvuca. Quem me conhece sabe que eu fujo mesmo dos lugares cheios.

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Adoro fazer o coração rs… um dos vários lugares privilegiados para ver o por do sol

Quatro dias são suficientes para que você conheça a região, se hospedando em Barreirinhas. Eu escrevi todos os detalhes da minha viagem nesse post, e o melhor, gastei cerca de R$1000 em tudo – o que descobri com outras pessoas que foram que eu fiz milagre – ou seria planejamento? rs

A dica maior é: se hospedar bem, mas sem frescuras, fugir da alta temporada e aproveitar as promoções de passagens com dinheiro ou pontos.

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses tem muitas atrações, inclusive uma travessia de 2 ou 3 dias, se hospedando com as famílias locais, mas quatro dias já é bom para começar. Ainda volto para essa travessia, Quem vamos comigo?

Todo brasileiro devia visitar esses paraísos pelo menos uma vez na vida! E muitos outros que ainda vamos descobrir.

Infelizmente, o Norte e o Centro-Oeste do Brasil não estão aqui ainda, porque preciso, URGENTEMENTE, conhecer. Planos? Sempre tenho…

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Foto por Jonny Lew em Pexels.com

#TurismoNoBrasil

Se animou de visitar algum? Viu alguma novidade nesse post? Comenta aí embaixo e deixe suas dúvidas também, vou adorar ajudar nos seus planos de viagens.

Bjs

Thaise

 

 

Você já conhecem as praias de Ubatuba? Localizada no litoral norte e famosa por suas praias desertas e de água verde ou transparente, é um dos melhores refúgios de natureza do estado.

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Flora de Ubatuba. Foto da amiga Rafa Machida

O que todos concordam é que essa é a mais bela região do litoral paulista para encontrar praias lindas – são mais de 100 – e desertas, além de cachoeiras, trilhas e ilhas.  E certamente, é perfeita para quem vai surfar.

Pois hoje, vou compartilhar com vocês como foi esse dia inteiro conhecendo praias maravilhosas, andando e gastando pouco. Topam?

Trilha das 7 praias

“Thaise, nem me venha com trilha… eu não gosto!!” – AHA, aí que está a parte boa… seja de trilha ou seja de barco, TODO MUNDO vai poder conhecer e curtir esse paraíso.

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Vista constante na Trilha das 7 praias

São cerca de 10 km de caminhada, de nível leve-moderado que acredito, qualquer pessoa em boas condições de saúde pode fazer.

Uma boa notícia é que podemos fazer a trilha na ida e voltar de barco ou até ir e voltar de barco, parando nas praias que mais interessar. Contudo, se estiver bem e puder escolher, vá de trilha, afinal, o conjunto da obra toda é incrível 😉

Vamos aos detalhes…

Preciso de guia para fazer a trilha?

Não!

Como assim? Logo eu, que sou sempre à favor de ir com guia, para ter mais segurança e informação?!

De acordo com tudo o que  eu pesquisei muito antes de ir e, depois de ler alguns artigos, inclusive esse que me ajudou muito, do blog Go Ubatuba – o mais completo que achei – me convenci de que não seria necessário.

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Não sei você, mas acho que caminhar ouvindo o mar é divino

Eu valorizo muito o trabalho dos guias, raramente eu deixo de contratar um, mas não vi a necessidade. Além disso, não gosto de gastar sabendo que não é algo obrigatório.

Informação de amiga aventureira: sempre que quiser fazer qualquer esporte de aventura e/ ou ecoturismo, vai encontrar informações sobre nível de dificuldade, exigência de guiamento, equipamentos específicos, etc. Pesquise sempre e não se preocupe!

Embora esteja acostumada com trilhas e ecoturismo, ter feito toda essa pesquisa,  me deu mais tranquilidade. Na dúvida, contrate  sem dó!

Prefiro ir de barco

Pode ficar tranquilo! Se você for na alta temporada, que vai de Novembro a Abril, pode ser interessante reservar um com alguma antecedência, especialmente para grupos. Ah, e os preços sobem bastante nessa época.

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Nunca se esqueça! Respeite a natureza…

Se você for, como nós, na baixa temporada, fica mais fácil encontrar barqueiros disponíveis e mais baratos. Baixa temporada é vida, é quando os preços são justos e os lugares, mais vazios.

Por onde começar?

Seja de trilha ou de barco, são dois pontos iniciais – Praia da Fortaleza e Praia da Lagoinha.

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Coloque “Praia da Lagoinha” no GPS, entre no condomínio na mesma praia e estacione no canto esquerdo, o mais extremo que puder. Lá tem zona azul, portanto, deixar o carro é tranquilo. O Zona Azul vale o dia todo e para qualquer praia de Ubatuba.

Estacionamos, para ser mais exatos, na Rua Bom Retiro, o mais perto do início da trilha possível. Você pode começar pela outra ponta, a Praia da Fortaleza – a maioria das pessoas começa a trilha por ela, então, resolvemos seguir o contra fluxo e achamos ótimo.

O início da trilha é em uma outra guarita do condomínio (não sabemos se é o mesmo, não tinha placa) – seguindo a rua à direita da Rua Bom Retiro, onde você parou o carro – a Rua José Reis Dores. Siga até o fim e você verá a entrada da trilha, à sua direita.

Na dúvida, pergunte. Não há muitas placas por lá.

Por trilha você tem a liberdade de parar em todas as 7 praias e permanecer o tempo que quiser. De barco, precisa combinar com o barqueiro onde quer ficar e/ ou se quer que ele fique com você o dia todo, parando de praia em praia.

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Primeira praia depois do início da trilha – Praia do Oeste

Isso vai definir o valor total pago por esse passeio. De trilha, o gasto será apenas com o barco, para voltar. Vou deixar os preços (Maio/ 2019) no final do artigo.

Quanto tempo preciso para fazer a trilha?

Isso depende de cada pessoa ou grupo, mas no nosso caso, levamos cerca de 3 horas para fazer 6 praias. Paramos onde queríamos e sem pressa, sabíamos que teríamos tempo para curtir.

Não se esqueça de checar os horários dos barcos disponíveis para voltar – na baixa temporada, pegamos o último barco às 17h30. E se perdêssemos esse, teríamos que voltar pela trilha porque não há sinal de internet para tentar conseguir outro.

Já aconteceu isso em outra trilha, que tinha mais que o dobro da distância dessa e, vai por mim, você não vai querer voltar andando rsrs…

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E essa fofura que estava trilhando também?

E além disso, não se esqueça que fazer trilha no escuro pode ser perigoso, por isso, tome cuidado com a hora. Especialmente, se você resolver parar antes da praia final (Lagoinha ou Fortaleza), onde há estrutura, sinal e pessoas.

Um dia eu conto os perrengues das minhas aventuras por aí, incluindo descer uma montanha no escuro e sem lanterna… HAHA

DICA: sempre avise, pelo menos uma pessoa, onde você vai trilhar e o horário que pretende voltar. Em caso de emergência, alguém poderá ajudar.

Estrutura das praias

Eu adoro lugar onde não há muita interação do homem com a natureza, mas, para quem quer fazer essa trilha e está começando nessa vida de aventura, a estrutura da Trilha das 7 Praias é ideal.

Há um quiosque com bebidas, comida, petiscos e um banheiro – sem sinal de internet ou luz elétrica – na praia do Oeste e um outro na praia do Cedro. Pelo que entendemos, só abra em dias de sol, ok?

Aliás, eu prefiro levar minha água, isotônico, barras de cereal (as boas e nutritivas, nean?), salgadinhos assados e/ ou lanchinhos e frutas que não estraguem, para garantir. Não dá para fazer trilha com fome.

Melhor época?

Ubatuba é conhecida como “Ubachuva” rs imaginem porque, né? Então, a melhor coisa é programar a trilha e acompanhar a previsão do tempo até um dia antes de ir.

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Foto por icon0.com em Pexels.com

Mas, minha experiência me diz que, se o deslocamento não for muito longo e caro, vale a pena arriscar, mesmo com previsão ruim. Já cansei de desafiar a previsão e, em geral, dá certo! Nesse dia, por exemplo, foi assim. Não tem como saber mesmo!

Li que a melhor época para ir é entre Maio e Agosto, época com menos chuvas. Pode ser muito perigoso trilhar com chuva e principalmente, se aventurar no mar.

Se preferir o verão, saiba que costuma ser bem quente e o ideal é começar o mais cedo possível e eu começaria, no máximo, até às 8h, depois de um bom café da manhã.

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Na hora dessa foto, tínhamos subido a parte mais “chatinha” e o calor estava demais. Foto: Rafa Machida

No verão também, a trilha fica mais cheia e logo, as praias que vimos desertas podem não ficar tão vazias e tranquilas assim.

Ordem das praias

Essa é a ordem das praias começando pela Praia da Lagoinha. Para começar pela Praia da Fortaleza, é só inverter:

Praia do Oeste > Praia do Peres > Praia do Bonete > Praia do Grande Bonete > Praia do Deserto > Prainha do Deserto > Praia do Cedro do Sul

Lembrando que, o trecho mais longo é entre a Praia do Cedro do Sul e a Praia da Fortaleza (a última), com 3 km de extensão.

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Vista (linda) da Praia do Deserto

As praias do Deserto, Prainha e Cedro do Sul são coladas uma na outra, parecem até a mesma. Porém, são separadas por pedras.

A distância entre as praias é bem curta, coisa de 10 a 15 minutos, como eu disse, dependendo do ritmo. O trecho em que demoramos mais foi entre a praia do Grande Bonete e a Praia do Deserto.

A única praia com identificação – rústica – é a praia do Bonete, as demais só sabíamos os nomes porque vimos o mapa antes de começar.

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Não se deixe enganar, as últimas praias são bem juntinhas, por isso, caminhe e veja tudo, para não perder todos os detalhes.

Decisão difícil

Parar e curtir a praia favorita ou seguir até o fim? Eis a questão.

É, decidimos abortar a Praia da Fortaleza (fica para a próxima) para curtir mais, a tarde toda, na Praia do Cedro do Sul e na Praia do Deserto. Que praias! Minhas favoritas de SP – junto com a Barra do Una da Juréia (litoral sul).

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Minha favorita: Praia do Cedro

Ficamos apaixonados, é praticamente uma piscina de água clara, com rochas – eu AMO uma pedra rs – e tartarugas para lá e para cá. Não toque nelas, por favor!

Você decide se vai ou se fica e tá tudo bem, seja lá o que você decidir. Sempre podemos voltar, certo?

E foi uma ótima decisão, porque ficamos com a praia do Cedro só para nós – Lagoinha e Fortaleza são muito mais acessíveis, portanto, mais cheias, E ainda pegamos um barco de volta para o carro por apenas R$20, que encontramos por lá mesmo. Um luxo!

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Na pedra mais alta, você vai ver qual é, é de onde dá pra ver as tartarugas pra lá e pra cá

Saindo de Fortaleza, esse mesmo barco custaria, pelo menos, R$35, se não mais. Fica a dica!

Os barcos na alta temporada, os mesmos, chegam a custar R$100/ pessoa. Vai vendo! Baixa temporada é vida. No verão, eu prefiro estudar, tem menos concorrência HAHA e você? 

Dicas e sugestões

Minha sugestão é que você se hospede na cidade, aproveite o fim de semana porque há muita coisa linda para visitar na região. Eu indico o bairro Itaguá, no Centro, onde as opções de restaurantes, bares e vida noturna estão.

Há muitas opções de hotel, pousada, hostel e aluguel de casas e aptos na cidade. Uma delas vai agradar seu gosto e seu bolso.

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Bebezinhos que encontramos (muito) pelo caminho

Aliás, opções na cidade não faltam: Ilha das Couves, Projeto Tamar, Praia do Félix, Itamambuca, Brava da Almada, Praia e Cachoeira de Prumirim. Essas praias, aliás, foram eleitas entre as 13 mais paradisíacas do litoral norte de São Paulo, segundo a revista Viagem & Turismo.

Lembrando que, reservando sua hospedagem pelo Booking, você acumula pontos que viram milhas e que você troca por passagens aéreas, entre outros produtos. Não sabe do que eu tô falando? Saiba mais!

Ganhe R$40 reservando sua hospedagem com meu link.

Foto: Rafa Machida

Se você não pode ir de carro, não tem problema, há viações de ônibus saindo de São Paulo que te deixam no centro – o app Clickbus é muito bom para encontrar qualquer trecho de ônibus Brasil afora.

Há, também, opções de ônibus (transporte público) na cidade, além dos táxis de aplicativo que funcionam muito bem por lá.

Leve itens básicos para a trilha, nada que uma mochila de 10L não resolva: lanterna, toalha, canga, boné ou chapéu, dinheiro, protetor e repelente.

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Vá com roupa confortável, com sua roupa de banho por baixo – não há banheiros – e use tênis, você nem vai molhá-los, mas pode evitar de se machucar. Nunca se esqueça do protetor solar e do repelente.

Tudo bem usar short nessa trilha, a vegetação não castiga, mas, você vai voltar parecendo que foi atingida (o) por bolinhas de paintball, de tantas picadas de inseto rs

Gastos do dia

Pedágio e gasolina (saindo de São Paulo) – R$ 59/ pessoa – use o site Mapeia para calcular seus gastos de forma mais rápida e fácil, e ainda facilita a divisão dos gastos com a galera

Pastel na Praia do Cedro – R$ 10

Barco de volta da Praia do Cedro à praia da Lagoinha – R$ 20

Total do dia – R$ 89

Muito caro… #sqn. Com esse valor, muitas vezes, não pagamos nem uma saidinha básica na nossa cidade – aqui em São Paulo, então, mal paga o Outback rsrs

Sabe o que eu acho?

Lembre-se, não é apenas o fato de ir ou viajar, ou sobre gastar muito ou pouco. É sobre experimentar, é ter o dia todo com os amigos ou a família sem a interferência do celular ou da TV… é o por do sol, é a água gelada, o cheiro de mato…

É a vista que enche os olhos, os amigos que se faz na estrada. É a borboleta azul neon que você vê o caminho todo, como se te acompanhasse.

É o gosto do desafio superado ou até mesmo o riscar algo da sua lista de desejos, se isso te faz feliz!

Vai lá e veja você mesmo! Junte as moedas, gaste menos com o que não tem necessidade. Faça amigos novos se os atuais não te acompanham.

Os velhos amigos continuarão no seu coração e na sua vida, mas os novos também podem estar. Não tenha preguiça! Ela nunca levou ninguém á lugar nenhum 😉

Gaste energia e quebre a rotina com coisas maravilhosas e simples…

Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.

Albert Einstein

Nesse dia, com exceção da minha irmã e cunhado, todas as outras pessoas eu conheci assim, viajando, no grupo de outras pessoas ou até pela internet. E até hoje, só me fez bem!

Quer fazer um passeio desse (ou qualquer outro) e está sem grana?

Qualquer dia, eu posto um artigo detalhado sobre esse assunto, mas quantos amigos/ conhecidos você tem? Olha a quantidade de contatos no seu celular. Quantas dessas gostariam de viajar mais?

Monte um grupo no Whatsapp, escreva um roteiro bacana, bem pesquisado, com valores e mais informações, sugestões de datas e os convide para viajar.

Se ofereça para pesquisar e organizar tudo, até a divisão dos carros e a hospedagem (se for o caso). Seja proativo e anime a galera, mande fotos dos locais e avaliações. Seja o agente de turismo personalizado deles.

Fechou um carro com 5 pessoas? Ótimo. Só ir! Não espere mais do que isso e nem precisa. Converse com eles e depois de todo seu trabalho e esforço para ter um dia como esses, será que eles não poderiam bancar o seu dia?

Se cada um dos quatro restantes te “pagasse” R$20, você levasse seu lanchinho e esquecesse o pastel que falei rs, você já não poderia curtir esse dia sem colocar a mão no bolso? Sim, poderia e PODE.

Eu já fiz MUITO disso e vai por mim, ninguém que veja seu esforço e dedicação vai te negar isso. É totalmente dentro da lei e indolor.

Hoje os tempos são outros, mas um dia eu disse que eu não queria ver mais só ver TV nos fins de semana por causa de grana e fui lá e… “dei meus pulos!”

Eu te encorajo a fazer o mesmo por você, em qualquer área da sua vida. Pense nisso! Boa sorte e depois me conte! 🙂

Descontos

Não viaje sem ter um seguro viagem, queremos nunca usar, mas é melhor se prevenir. O seguro viagem pode custar muito menos do que você imagina. Se tiver alguma dúvida sobre como escolher, deixa um comentário que eu te ajudo. Faça um orçamento!

A passagem aérea está cara? Experimente o Buser e vá de ônibus – os mais confortáveis que existem – e economize muito. A primeira viagem custa apenas R$10 e nas demais você economiza até 60%. Cadastre-se e conheça as cidades disponíveis.

Está sem carro, vá de 99 – baixe o app, use meu código e receba R$10 em suas corridas – digite BR9AG558.

Agradeço muito a sua visita, deixe seu comentário sobre o texto, as ideias, os locais e prometo responder. Deem aquela força comentando e curtindo, isso ajuda o blog a crescer da maneira mais honesta possível.

Me acompanhem também no Instagram 🙂

Ah, só queria dizer que todas as fotos tanto no blog quanto no instagram são minhas, a menos que eu mencione o contrário. Levo direito autoral à sério!

Bjos!

Voo de asa delta no Rio de Janeiro

Sengés-PR: 4 dias de cachoeiras e belezas naturais

Capitólio/ MG – Mar de Minas, Cachoeiras e precinho camarada

O que fazer em 4 dias nos Lençóis Maranhenses?

Pedra da Gávea e Mirante Dona Marta/ RJ – Como é a subida?

 

 

 

Voar de asa delta? E aí galera, já sentiram vontade de curtir um voo desses? E se for no Rio de Janeiro?

Aliás, não existe sensação melhor e de mais liberdade do que a de voar, você concorda?

Então, veja nesse post todas as dicas para a sua experiência ser incrível.

Com toda a certeza, você aventureiro já pensou, pelo menos uma vez, em voar. Não importa como: Parapente, paraquedas, parasail, asa delta, balão… wingsuit (esse eu passo), ser jogado de uma catapulta HA HA Quem nunca?

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Foto por Ekrulila em Pexels.com

Se bem que isso não é regra, há todo tipo de aventureiro: os da terra, os da água e os do ar, os do sofá…cada um na sua. Eu, definitivamente, sou do ar.

Eu já tive o prazer de experimentar quase todos, falta só o parasail. e posso dizer, definitivamente, é impossível não amar.

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@instanaviagem me deu uma saudade vendo seu voo de balão ein?! 📌 Itú/ SP (Kaparóça) Acordei numa sexta, olhei a “brack friday” e lá estava, voo de balão com direito a pouso na fazenda, com café da manhã (e champagne! Cuidado AA! Rs) Fui no dia seguinte, sozinha e sem a menor preocupação por isso. O café nem foi lá essas coisas, mas o voo, ah o voo!! 1h30 de ventos perfeitos e pouso com adrenalina 😳 Voei com a @ecoturbr e tivemos aula de história, conhecendo a charmosa Itú. Super indico!! #trilheirosdobrasil #tireabundadosofa #jornadasincriveis #blogtevejoporai #loucosporgopro #viajenaviagem #destinosimperdiveis #wanderlusts #shootoftheday #goodvibes🍀 #eaiquetalviajar #viajeiviciei #prefiroviajar️ #goworld #globetrotters #vibenaviagem #viajarėpreciso #sejogacomigo #gentequetrilha #itstraveltime #roadtrip #trilhandolitoral #braroundtheworld #melhoresdestinos #conexao_eco #trilhasetravessias #trilhandotrilhas #goprobr

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Meu primeiro salto de paraquedas ainda está no YouTube (ignorem o tamanho da testa):

Por onde começar?

Primeiramente, você precisa pensar em onde quer voar. Não sei ao certo, mas existem pelo menos 5 lugares incríveis para esse voo de asa delta, aqui no Brasil.

E escolhemos, claro, o Rio de janeiro… S2

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Topo da Pedra da Gávea – outro pico lindo do Rio

Sobre a Pedra da Gávea, visite esse post.

Em seguida, escolher a dedo com quem você vai voar. Depois de muitas pesquisas, minha amiga Jenni – mochileira com 35 carimbos no passaporte – clica aí e vai conhecê-la – e eu, escolhemos voar com a @asadeltainrio01

ALERTA: O voo de asa delta é, inegavelmente,  um esporte radical de ALTO RISCO. Tenha certeza de encontrar um profissional, afim de que você entenda como tudo funciona.  Desconfie de preços muito baixos, porque é uma baita estrutura por trás do clube e dos voos. Acima de tudo, sempre fique atento às instruções e ao clima.

Saiba mais sobre como funciona a asa delta

Cuidados

Antes de mais nada, de falar quão f*** foi essa experiência, eu não vou esconder que é sim super tranquilo e suave voar, mas que há sempre algum risco.

Sempre prefiro dizer toda a verdade, por mais que doa. Um dos esportes no ar com maior número de acidentes que existe é o voo de asa delta. É verdade esse “bilete”!

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Imagina contar apenas com o vento? Óbvio que existe um trabalho mega profissional por trás, por isso, o esporte ainda é praticado.

Apesar disso, tenha em mente que pode dar tudo certo – e dá na maioria das vezes – como pode acontecer algo errado. A responsabilidade ainda é sua!

Os instrutores têm conhecimento e preparo para isso, e voam, na sua maioria, há muitos anos – dessa maneira podem levar outras pessoas com eles.

No Rio de Janeiro, pelo menos, o Clube de Voo Livre de São Conrado cede a estrutura para os voos e as aulas, tanto de alunos quanto de turistas, controla toda a movimentação e monitora todos os serviços. Isso garante um pouco de paz para quem voa.

Onde fica?

O ponto de encontro no Rio de Janeiro é na praia de São Conrado – que aliás, eu não conhecia e já considero pacas.

Há um quiosque, cheio de asa delta ao lado, onde os instrutores buscam os clientes.

 

 

 

 

 

De lá vamos direto ao Clube de Voo, que fica em frente, para fazer um cadastro online com dados básicos e para aceitar os termos de voo. Eu só não consegui ler, mas tudo bem… na dúvida, leia.

Ali pagamos a taxa do clube que é de R$60, recebidos em dinheiro. Obrigatório!

Como chegar?

A estação de metrô São Conrado (R$4,60) fica à 15 minutos de caminhada.

Você pode usar táxis de aplicativo também, do centro do Rio até o Clube custa cerca de R$30, dependendo do dia e da hora.

Você pode usar, ainda, o app de ônibus do RJ ‘Vá de ônibus’ para descobrir um que te sirva. Pode compensar muito dependendo de onde estiver hospedado.

Rampa de Voo Livre 

O instrutor nos leva do Clube, de carro, até a Rampa de Voo Livre, que fica na Pedra Bonita, no mesmo bairro. É de lá que saem todos os voos, inclusive os voos de parapente.

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É lá de cima, nas nuvens, que saem os voos

A subida é um pouco cansativa, ainda bem que dessa vez subimos de carro. Falo mais sobre ela nesse post. Ainda que você não vá voar, vale muito a pena conhecê-la e apreciar mais essa vista incrível do RJ, especialmente no fim de tarde.

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E… além disso, é um ótimo lugar para fotos! 🙂

Você pode ir com seu carro, há estacionamento no local, pago. Basta combinar isso com o instrutor. Ah, e não tem sinal de celular por lá, ok?

O Voo 

Nosso instrutor confirmou o voo no fim da noite de sábado e só teríamos aquele domingo para aproveitar. Ufa! Achávamos que não ia mais rolar…

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Checando se não tinha nada solto hehe

De fato, eu vi o significado da expressão “se joga”. Confesso que apesar de ser um sonho e de estar bem animada, dessa vez, estava morrendo de medo. Em resumo, eu torci, na noite anterior, para que ele cancelasse o voo. Que coisa, não?

Na rampa mesmo, eu pedi para desistir… mas não conta pra ninguém, tá? rs

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Ao fundo, o Morro Dois Irmãos

Nos preparamos para o voo vestindo a roupa, como se fosse um macacão, que envolve só nosso tronco. As pernas vão soltinhas, presas só nos joelhos por um fecho e usamos capacete.

O treino é ensaiar a posição correta da corrida e durante o voo – eles não te deixam segurar na estrutura da asa. Como precisamos correr com o instrutor, na rampa, é bom alinhar com ele qual a velocidade. Essa corridinha é de, no máximo, três passadas.

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Momento manobra, chamamos de Mulher Maravilha

O monitor do clube checa os equipamentos (o auxiliar do instrutor já montou e deixou tudo pronto só para o voo). Todo instrutor assina uma ficha alegando que tudo está em perfeitas condições, ficha essa que o clube arquiva.

Você pode levar alguém para tirar fotos de antes do voo, se quiser, tem um auditório embaixo da rampa, cuja vista é bem maneira. Enquanto você voa, ela/ ele pode ficar apreciando a linda vista. Rende fotos boas!

Experiência do voo

A sensação de correr na rampa é deliciosa e ao mesmo tempo, tensa. Você se atira no abismo… e quer uma dica? Olhe pro horizonte e não para a rampa, funciona.

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A experiência é linda… é incrível. Dinheiro não paga ver aquela cidade linda do alto, voando como um pássaro, vendo a praia, o Morro Dois Irmãos, a favela da Rocinha, as casas dos ricos e famosos… E assim, depois que decola é só alegria e calmaria.

Uma coisa que eu adorei: tem manobras, se você quiser. Para quem já saltou de paraquedas, sabe, é muito bom dar vários mortais no ar, brincar de montanha russa (amooo!). É massa!

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Eu não me arrependo de ter voado na cidade mais linda do mundo – e pra mim, tinha que ser lá! E que bom que eu não desisti. Foi meu presente de aniversário, 33 aninhos S2.

E o pouso? É suave, na areia da Praia de São Conrado, facinho para ir embora ou pegar aquela praia delícia. Leve a mochilinha preparada, você pode usar os banheiros do clube de voo, se precisar.

Eu não só recomendo como os encorajo: se joguem! Quantas pessoas você conhece que podem dizer que comeram nuvem?

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Ah, e se aceitam uma sugestão, voem pela manhã… muita luz, tempo aberto e menos gente na rampa.

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Aquele momento em que você pode pilotar e vê que não é tão simples assim

“Dá mais medo do que saltar de paraquedas?”

A pergunta que mais ouvi foi: “Dá mais medo do que saltar de paraquedas?” ORRA! Muito mais.

No paraquedas o instrutor está acoplado à você, literalmente, e basicamente faz tudo sozinho, você só curte…

Só para ilustrar: Você além de correr em uma rampa, não apenas com neblina, mas também com medo, cuidando para não atrapalhar o instrutor, ainda lida com o fato de DEPENDER só do vento.

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Não foca na testa! Ha Ha Ha #WhatATesta . O céu NÃO é + o limite! 🎯 Qdo foi a última vez que vc fez algo pela 1a vez?! . Quem vê pensa que eu nem tava com medo, curti demais, saltamos já com acrobacia! E gostei tanto, que já saltei de novo. Uma das coisas que quero fazer nas viagens futuras – saltar em todos os lugares possíveis, até chegar em #Dubai ❤️. . Escolha um medo hoje e mostre quem é que manda! 👊🏻 Fica a dica que tem alguns cupons de desconto pra saltar no @peixeurbano | 🇺🇸 When was the last time you did sth for first time? Gnarly, so gnarly. . #toindoatoa #paraquedasboituva #gnarlygirl #nofearnogain #theskyisntthelimit #parachuting #adventuresports #goforit #gnarlylifestyle #prefiroviajar

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Mas é por isso que eu amo a ADRENALINA!

Adrenalina: hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais e fundamental no mecanismo da elevação da pressão sanguínea; importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos

Não há nenhum equipamento envolvido. De tudo o que eu já fiz na vida, isso foi o que mais me deixou nervosa e apreensiva.

Ele nos contou que há um paraquedas para a asa e um para nós, caso aconteça algum acidente. Menos mal, eu acho.

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E sobre o medo na hora do voo: se você não se sentir bem ou preparado, você pode pedir para sair da fila de asas e voltar assim que se sentir melhor. No seu tempo!

Quanto tempo dura o voo de asa delta?

O meu voo durou quase 9 minutos. Isso depende do peso das pessoas e do vento. Foi um bom tempo! Passou voando – tum tum pá! 😀

Eles não costumam prometer tempo de voo, o que vimos é uma média de 7 a 20 minutos. Se alguém voar 20 minutos, por favor, me conta. Sério!

Preço do voo de asa delta no Rio de Janeiro

Pagamos R$500 pelo voo, que inclui:

  • Taxa do Clube de Voo – R$60
  • Instrutor + fotos e vídeos (lateral e frontal) – R$440 (choramos desconto, porque esse valor era para ter apenas um ângulo de fotos)

O valor pode ser pago no cartão, porém, com adicional de 10% – seja débito ou crédito.

Ano passado falei com muitos instrutores e recebi valores entre R$350 a R$600. Acredito que depende da experiência, da fama, da agenda, dos equipamentos em si. Vale a pena conversar.

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Empresa

Eu indico o trabalho do Giovani do @asadeltainrio01, que foi super correto, profissional, gente fina e nos tranquilizou, claro. Você pode falar com ele no whatsapp também, o que garante comunicação o tempo todo antes do voo.

Importante agendar porque, por depender do tempo, nem sempre será possível encontrar um instrutor livre em um dia bom, sem agendamento.

Antes de viajar

Seguro Viagem – Se você não tem plano de saúde com cobertura nacional, faça a cotação de um seguro viagem. É um investimento e claro que sempre torcemos para não usar, mas se precisar, estará à mão. Você pode usar meu cupom TOINDOATOA e ganhar 5% de desconto e mais 5% se pagar no boleto. Clique aqui!

Booking – Já pensou na hospedagem da próxima viagem? Usando meu link você ganha uma recompensa de R$40 e eu também.

99 Taxi – Se você ainda não usa o app, use esse código promocional BR9AG558 e ganhe R$10 na sua primeira corrida e eu ganho também… economizando sempre para viajar mais 😉

E aí me conta? Curtiu essa experiência e esse post? Teria coragem?!

Comenta aqui embaixo, curte se gostou e help the blog a crescer 😉

Sempre bom receber sua visita… todas as minhas aventuras estão no instagram, acompanha lá?!

Beijo

Thaise

 

 

 

Quer passar 4 dias de cachoeiras e belezas naturais gastando pouco? Então, está na hora de conhecer Sengés, no Paraná.

Foi lá que decidi passar o carnaval 2019, tentando fugir dessa festa que não é nada minha cara.

Então… como estou focada nas férias esse ano, reforma, cursos (vida adulta é isso!), os rolês do primeiro semestre TÊM que ser baratos. Vocês me entendem?!

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Mas, aliás, como dizem por aí, vamos parar de choradeira com esses problemas de branco e vamos à luta! Quer dizer, viagem.

Eu queria um lugar barato, fora de São Paulo e sem carnaval, afinal não é minha data favorita. Pensei em 10 lugares antes de decidir ir pra lá. Arrependida?! Não mesmo.

Portanto, se você curte lugar bonito, natureza e ama viajar de carro como eu, essa viagem é pra você!

Por onde começar?

Ter pelo menos 3 dias inteiros é a pedida.

Importante escolher o lugar mais estratégico para se hospedar, para não se cansar tanto nos trajetos, bem como não gastar tanto combustível.

Além disso, escolher uma boa época, por causa do clima. A região sul é mais fria em boa parte do ano.

Recomendo ir de carro, a menos que queira contratar algum guia e na minha opinião, não há necessidade.

Como chegar?

O aeroporto mais próximo é o de Curitiba, mas você vai precisar de carro mesmo assim.

Saindo de SP, seguimos por cerca de 400 km até Jaguariaíva, uma cidade depois de Sengés, onde nos hospedamos.

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A cidade grande mais próxima é Itararé, ainda em São Paulo e Ponta Grossa, essa já no Paraná. Lugares bacanas e baratos para visitar também!

Hospedagem

Em Sengés, pelo menos pela internet, encontrei apenas uma hospedagem e estava lotada. Mas, me informaram, que há mais opções sim, a luta é encontrá-las se não estão on-line.

A opção mais fácil e econômica que achei foi em Jaguariaíva. Há opções em Itararé também.

Ficamos no Hotel Conde Matarazzo, reservei pelo Booking – reserve através do programa Multiplus e ganhe pontos que viram milhas – falo sobre isso nesse post aqui. Mas você pode reservar por telefone também.

O wi-fi não é dos melhores nos quartos, mas quem viaja comigo sabe, não faço questão alguma, então eu nem me atento à isso nas reservas.

É mais uma pousadinha do que um hotel, tudo na região é bem simples. Tem café da manhã, muito básico, com duas frutas, suco artificial, bolo, pães e frios, café e leite.

As 4 diárias saíram por R$150/ pessoa – quarto triplo ou R$165 em quarto duplo. Pechincha! Para o nosso tipo de viagem, achamos suficiente, fomos apenas para dormir.

Essa é a mascotinha do hotel…

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Mas também, vimos dois outros lugares muito bons também, que serão minhas opções nas próximas visitas – Pousada San Juan e Hotel Conde Alemão.

Roteiro

Vimos que se ficássemos uma semana toda teríamos o que fazer, mas tínhamos os quatro dias do carnaval apenas, sendo que o último dia é só aquela correria para voltar pra casa.

Encontramos pouca informação em blogs – e não conhecíamos ninguém que tinha ido – e um que ajudou muito foi o da Aline do Blog Uma Sulamericana.

Enfim, decidimos fazer assim:

Dia 1 – Cachoeira do Lago Azul + Cachoeira da Andorinha

Dia 2 – Trilha das 7 Cachoeiras – 14 km

Dia 3 – Cachoeira do Navio, Cachoeira do Erva Doce, Cachoeira do Sobradinho (Véu da Noiva) e Cânion de Jaguaricatu

Dia 4 – Mirante da Cachoeira do Corisco

Refeições em Jaguá (íntima já!)

Gente, pense em um lugar BBB? Ficamos impressionados e animados com os precinhos camaradas – o que certamente não significa má qualidade.

Um curitibano me disse que são preços normais e que nós, paulistas, somos ricos mesmo rs enfim, eu achei muito em conta.

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Aliás, em Sengés eu me lembro de ter visto apenas uma padaria aberta nos dias que passamos por lá, tudo bem simples mesmo.

Em Jaguá, comemos em buffet à vontade por R$22,90. Jantamos lanches fartos – x-tudo, x-salada – por R$10. Comemos pizza bem recheada por R$20. Vi até mega coxinha por R$5. Meu Deus!!! HA HA

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Foto por Pixabay em Pexels.com

E aí? Barato ou não?

Detalhes

Em resumo, a cidade de Jaguariaíva possui apenas uma farmácia 24h, a farmácia dos Trabalhadores. A cidade tem Bradesco, Caixa Econômica e Itáu e não existe vida noturna, então, quem gosta de sair costuma ir à Itararé, que fica a cerca de 56 km.

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Foto por Chad Kirchoff em Pexels.com

Internet por lá, se 4G, só a TIM funcionou – testamos Vivo, Tim e Nextel.

Há uma borracharia na cidade e outra na rodovia, essa 24h. Nós precisamos! Um parafuso furou o pneu do carro e só vimos antes de pegar estrada.

E todos os lugares que visitamos aceitam cartão.

Sobre os proibidos

Com certeza você vai ver fotos do Poço do Encanto e do Pontilhão Parque da Barreira. Sim, você vai querer tirar fotos, entretanto, estão proibidos e fechados.

O Poço fica dentro de uma propriedade particular, que pertence à uma empresa chilena e não há acesso. Além disso, soubemos que a água também não está própria para banho.

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Foto do blog Uma Sul Americana

Não lembro bem do relato dela sobre o poço, mas podem conferir no blog. Na cidade fomos avisados que agora há vigilantes por lá. Eu não estava muito afim de tomar tiro dessa vez HAHAHA

Comentário: andei vendo umas propagandas de Itararé usando esse poço como se fosse deles. Estamos de olho!

Cachoeira do Lago Azul + Cachoeira da Andorinha

Se eu contar ninguém acredita rs fica há apenas 20 min do centro de Jaguá e ainda assim, conseguimos nos perder.

Embora placas na cidade sejam coisa quase rara, para não dizer inexistente… erramos a entrada que dava acesso ao estacionamento, MAS, como sempre, o erro deu bom. Postei no stories do instagram e deixei nos destaques.

Não fosse isso, não teríamos encontrado uma linda estrada de terra cheia de eucaliptos e outras cheias de pinheiros. Claro que teve sessão de fotos!

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Nossa sorte foi que não estava chovendo, o carro era mais alto e que, tínhamos o drone.

Não há necessidade de ser um veículo 4×4, mas os carros baixos sofrem um pouco naquelas bandas.

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Vou contar no stories (Instagram) o segredo por trás desse céu 🙂

Sim, precisamos colocá-lo no ar para achar o que queríamos e ainda assim, quase não deu.

No fim, paramos no fim do percurso, sentido contrário, onde pelo que vimos, ninguém vai. Paramos o carro às margens do rio, descemos poucos metros no meio do mato em um pouco de lama e chegamos.

Curtimos o primeiro trecho de piscina e queda do rio Jaguaricatu e fomos descendo pelo próprio rio, que não passa da canela, parando em alguns lugares até chegar à Cachoeira das Andorinhas e depois, ao lago azul.

Nesse caminho encontramos o Carlos e a Bel e resolvemos pedir informação sobre o tal lago azul. Se não fosse por eles, teríamos voltado porque não havia ninguém além de nós e nenhuma sinalização.

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Para pegar a trilha até a Cachoeira das Andorinhas, andamos no rio e antes da queda d’água mais forte, entramos na trilha à esquerda. A trilha é fácil e segue até à cachoeira. Para acessar a queda e a piscina, é preciso trepar num cipó (mais conhecido como raíz), mas é bem tranquilo.

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Ali já encontramos uma meia dúzia de pessoas lendo, tomando banho… não tem lugar para sentar à não ser nas pedras. Subindo as rochas, é possível ver o precipício que a queda forma e que termina em um cânion. Surreal!

Mas não só é um local mais perigoso, como também, desnecessário. Mas para quem faz questão, só não morrer, por favor.

 

Subindo pela trilha há um mirante onde você pode ver a queda de cima e é muito mais seguro.

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Antes da cachoeira há uma trilha para a parte de dentro do cânion, queríamos muito fazer, mas como demoramos para nos achar, deixamos para outro dia. Entretanto, esse dia não chegou e ficou pra próxima mesmo.

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Na volta, encontramos uma padaria em Jaguariaíva, na rua do hotel, única melhorzinha que encontramos aberta, onde jantamos um belo lanche por R$10.

Uma coisa sobre os moradores: que povo simpático e fofo! Não sei vocês, mas já ouvi muito falar sobre a falta de hospitalidade do povo do sul, mas eu até hoje, não provei dela. GrazaDeus!

Gasto do dia: R$30 – almoço + lanche + bebida

Trilhas das 7 cachoeiras – 14 Km

Se não tivesse uma trilha, não seria eu né não?rs Claro, porque a galera topou. Tudo é democraticamente decidido nessas viagens.

Para esse dia precisamos contratar um guia, única vez aliás, e infelizmente, também foi difícil encontrar um. Depois de muito pesquisar, um dos amigos encontrou um rapaz novinho, que apelidamos de Toddinho HA HA, e que cobrou super barato.

Como somos meio sem parafuso, fomos. Sempre com lanterna, bússola, canivete, mapa off-line!

Aliás, logo menos, vou fazer um post com dicas do que levar para as trilhas e vou indicar perfis e blogs que são experts nesse assunto, onde aprendo muito.

Não vou divulgar o nome dele aqui, primeiro porque é muito jovem, segundo porque ainda não tem cadastro no Cadastur – não é um guia oficial. Portanto, posso acabar com sua carreira sem nem tê-la começado ainda rs

Posso dizer que deu tudo certo! Visitamos 5 cachoeiras na verdade… mas, porque descobrimos que eles contam duas vezes uma mesma cachoeira que tenha duas quedas.

Encontramos o Toddinho em Itararé e de lá, voltamos para Sengés para seguir até a Cachoeira do Postinho, a primeira parada da trilha.

O caminho é basicamente de terra e campos de soja. O visual é muito lindo nessa região! Há muitos agricultores por ali. E falando nisso, você sabia que o Paraná é o maior produtor de grãos do Brasil?

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No caminho, paramos na casa da Dona Augusta, que serve, sob encomenda, um café da roça ao final do dia para os trilheiros cansados. Fizemos a encomenda e partimos para a trilha.

Há um estacionamento antes de começar o percurso e de lá, caminhamos cerca de 5 min até a primeira cachoeira.

De cara, já ficamos bestas com a vista linda da região, de muitos pinheiros e aquela água cor de coca-cola. E demos muita sorte com tempo aberto e firme (mesmo com a previsão horrível que vimos dias antes!)

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Começamos na parte alta da Cachoeira do Postinho e aproveitamos para fazer umas imagens de drone.

Depois dela, não passamos na segunda cachu, segundo o guia, não tão interessante quanto o resto das quedas e então, seguimos para uma subida tranquila #sqn. O bom é que tudo é tão bonito que nem sofremos.

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Quem viu a corda de rapel, é viciado como eu!rs

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A segunda parada foi na Cachoeira dos Veadinhos, onde fica o melhor poço para banho, e encontramos até a galera do pedal. Ficamos por um pouco mais de tempo nela.

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Não achamos a trilha difícil não, apenas um pouco cansativa. O fato de estar bem quente, faz parecer pior.

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A terceira queda, a Cachoeira do Lageadão, que eles contam como duas, tem a parte de cima, boa para fazer imagens do drone, ficar pensando na vida… e a parte de baixo, cuja descida é literalmente se agarrando em raiz e cipó, onde tem o poço. A queda é bem forte!

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Parte de cima

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Parte de baixo (Efeito foto LIVE do Iphone. Modo Alta Exposição)

Seguimos depois para a Cachoeira dos Bugres – cuja subida apelidamos de subida do ‘The Monio’. Essa só dá pra curtir a parte de cima, mas claro, veja na foto abaixo, curtir literalmente.

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Vista do drone, sentados na borda da queda!

Na minha humilde opinião, não façam isso rs Meu lema é “aventureira sempre, não idiota”…

O visual é incrível, apesar de os pinheiros serem considerados pragas na região, uma porque não são nativos de mata brasileira, vieram do Canadá, outra porque sugam muita água e nutrientes da terra, o que prejudica o restante da vegetação.

Acho que quando olhamos o conjunto da obra, ficamos ainda mais encantados.

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Última parada, Poço Fundo. Dizem que nem os bombeiros conseguiram encontrar o fundo desse poço, devido à pressão debaixo d´água. Mas para nadar, liberado, se joga!

Há uma queda d´água também, que não dá pra ver do Poço, é preciso descer as pedras para acessá-la.

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Poço sem fundo

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Todo mundo merece seu próprio gif

De lá, seguimos a trilha final até o estacionamento. A trilha não é ida e volta, em resumo, damos uma volta do início ao fim.

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Pegamos o carro e seguimos para o cafezinho de Dona Augusta… Aliás, fome? Temos!

Casa simples, gente simples, comida simples… que vida boa ôôô, que vida boa! Tomamos uma cafezinho muito bom, com calma, por R$15. E lá você pode usar o banheiro também.

Nesse dia, o fim de noite foi com pizza e jogando mau mau – jogo criado para criar discórdia entre família e amigos!

Gasto dia: R$75/ pessoa – guia + café da tarde + pizza

Cachoeira do Navio, Cachoeira do Erva Doce, Cachoeira do Sobradinho (Véu da Noiva) e Cânion de Jaguaricatu

Enfim, acho que foi o dia que eu mais gostei. Lembra do casal de amigos que conhecemos no primeiro dia? Foi dia de reencontrá-los e foram super legais de nos levar para o roteiro de hoje.

De Sengés, foram cerca de 15 minutos até à Cachoeira do Navio. Achamos um lugar muito gostoso e ótimo, por ser muito perto.

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Você pode descer até a base da queda, mas não é o caminho mais fácil, tem que tomar cuidado e ir devagar. Além disso, a correnteza é bem forte.

É nesse rio que é feito o rafting do Encanadão, que só fiquei sabendo que existia quando cheguei lá… apesar das chuvas, o rio não estava tão alto. Assim tenho mais um motivo para voltar.

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De lá, seguimos para a cachoeira do Erva Doce, que fica no bairro do Erva Doce. Vimos vários lotes, como se fossem pequenas chácaras por lá. É um bairro bem rural.

Deixamos o carro na rua-estacionamento e caminhamos em trilha “creme de avelã famoso” por cerca de 5 min.

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A faixa de areia é bem pequena e no poço a água bate na canela. Muito bom para crianças. Aliás, até encontramos algumas.

A queda é bem bonita, pena que não bate muito sol ali, fica bem gelado…

Da estrada já vemos a maior de todas, a mais famosa, musa… Cachoeira do Sobradinho (ou Véu da Noiva). Os moradores de Itararé e Sengés escolhem os nomes que querem, então muitas tem dois nomes. Rola uma certa briga entre as cidades.

A entrada leva à uma trilha, fácil também, que leva à queda. Essa é surreal! O lugar todo é incrível.

A queda é bem forte, ainda que soubemos que nem estava no seu máximo. O poço é muito grande, tem as bordas rasas e o meio, fundo. Tem vegetação à volta e algumas pedras para sentar.

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Fiquei encantada e agora é a minha segunda cachoeira favorita no Brasil… a Casca D’Anta, em MG, ainda é minha musa maior!

Foi onde passamos maior parte do dia… sem pressa. De lá, seguimos para a parte alta da queda.

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Vista de cima

Tem sinalização? Não. Tem mata? Sim. Pode ter cobra? Também. Afinal, é natureza…

Seguimos de carro por 3km estrada acima, deixamos o carro em um canteiro e como o Carlos, nascido em Sengés, sabia o caminho, nos embrenhamos no mato até o início da queda. As pedras lembram o Vale da Lua na Chapada dos Veadeiros (que conheço por foto).

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Há algumas piscininhas para banho e podemos chegar bem perto da borda, embora eu não aconselhe. Quando você chega perto, as pessoas lá embaixo gritam “Sai daí seu filho da @#&*!” kkkkkk

Satisfeitos, seguimos para o Cânion do Jaguaricatu. Não seria possível ver o pôr do sol, que se punha do lado oposto, mas a luz ainda era muito boa. Mas antes, uma grata surpresa – campos enormes de soja, amarelos… um céu azul de doer e um coração grato à Deus pelos dias lindos.

A trilha, também, é muito fácil. O mirante é bem largo, cabe muita gente, mas, ficamos a sós! Ver aqueles cânions gigantescos, com paredões de até 80 m, por onde o rio corre… é divino.

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Certamente eu tirei uns minutos para deitar, fechar os olhos e me desligar por um momento.

Me apaixonei! Meu primeiro cânion… meu ano cheio de primeiras vezes já.

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Voltamos para o hotel gratos ao Carlos e à Bel, que nos levaram, foram super gentis e nos fizeram lembrar o porque viajamos. Foi um dia delicioso e custou vários nadas!

Gasto do dia: R$15 – lanche + bebida (jantar)

Mirante da Cachoeira do Corisco

Não teve! rs Pessoal resolveu acordar tarde, sabe? Fiquei brava, sim. Reclamei? Um pouco. Mas eu voltarei!

Enfim, fica essa dica para quem for – visite o Mirante. Você vê a queda de longe apenas, mas pelas fotos e relatos, vale a pena.

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Foto: Deskgram

Custo zero!

Em suma

Dicas para todas as atrações: leve lanchinhos, água, isotônico, use bota ou um bom tênis e lembre-se, você vai se molhar. Um boné também não é nada mal, apesar de que há muita sombra. REPELENTE é essencial!

Se você mora no Sudeste, Sul ou MS, vale muito a pena ir de carro. É um destino que ainda vai ser descoberto… aproveite enquanto ainda não foi.

Sem dúvidas, há mais o que conhecer na região, quatro dias é apenas um gostinho de tudo o que cada lugar pode oferecer.

Com medo do trânsito, pegamos a estrada cedo, mas nem precisava. Podíamos ter aproveitado mais a manhã. Se programe pra curtir tudo, deixa pra dormir quando morrer ou quando estiver em casa né?!

Mais fotos, vídeos e dicas dessa viagem, me segue lá no instagram @toindoatoaoficial

Espero que tenha gostado!

Dicas, sugestões de lugares novos e inexplorados, perguntas, deixe aí nos comentários 🙂

Bjão

Thaise

 

 

 

 

 

Nessa era onde todo mundo é super tecnológico e, que tal conhecer ou usar os apps para organizar seus roteiros de viagem e até economizar com eles?

No meu instagram @toindoatoaoficial, eu tenho compartilhado minhas dicas de planejamento de viagens…

E por aqui, achei bacana trazer esse artigo com 10 aplicativos para facilitar e melhorar sua experiência de viagens (e até economizar!). Tem memória no smartphone? Então taca-lhe pau carrinho

Hospedagem (e nesse tem economia!)

Gente, o custo de hospedagem chega a ser 30% dos nossos gastos com viagens, em geral. É muito dinheiro não? Ok, dependendo do seu estilo de viagem, essa dica não será útil, mas para a grande maioria, pode ser.

Couchsurfing – muitos já o conhecem e já usaram e outros só ouviram falar. Esse é o tipo da hospedagem em que você se cadastra como viajante e/ ou anfitrião e busca/ oferece hospedagem. O uso pode ser no app ou no próprio site deles.

Apesar do nome couch (sofá, em inglês), cada anfitrião oferta uma área da casa que tem disponível. Pode ser um sofá, uma cama sobrando, um canto em um saco de dormir. A parte boa? É GRÁTIS.

Os anfitriões têm a opção de ser verificados, pagando uma taxa, isso traz maior segurança para eles e para quem se hospeda.

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Foto por maitree rimthong em Pexels.com

Aí eu te pergunto, você acha que só o fato de ser gratuito é que é vantagem? Em Dezembro/ 2018 me hospedei no apto de um amigo em Blumenau/ SC. Esse amigo é anfitrião no Couchsurfing e recebeu um pedido de um casal, para 1 noite.

Como uma amiga e eu estávamos lá, ele ficou meio receoso, mas lendo o perfil do rapaz, ficamos animadas e topamos. Pois bem, jantamos juntos, conversamos horas sobre viagens e coisas da vida, descobrimos muitas coisas juntos e no fim, foi uma ótima experiência.

No dia seguinte, fomos para nosso rolê e eles ficaram no apto, à vontade, quando chegamos, eles já tinham ido e deixaram tudo como encontraram. Achei muito bacana pela troca de experiências que hotéis não nos dão.

House Carers – Nesse, que apenas está disponível em inglês, os anfitriões trocam estadia por trabalhos em suas casas, enquanto eles estão fora. Por exemplo, você pode ser babá de algum animalzinho, cuidar do jardim, arrumar uma garagem, consertar alguma coisa, etc. Acho que serve muito bem para quem viaja com mais tempo e acaba podendo economizar demais com essa opção.

Fazendo o cadastro, você pode cadastrar seus locais de interesse e receber notificações quando algo novo surgir. Também tem a opção de se cadastrar como anfitrião e a versão paga, para ser verificado.

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Estou de olho em um para esse ano, numa cidade MEGA cara, porque eu não sou obrigada. Vamos ver, posto a experiência aqui se der certo.

HomeExchange ou GuesttoGuest (Troca Casa)

Como o nome já diz, são pessoas que trocam de casas por um período, uma espécie de intercâmbio. São 187 países e mais de 400 mil casa (uau!).

Ele funciona no mesmo estilo do AirBnb, você se cadastra e procura a casa dos seus sonhos, a diferença é que é uma troca, ou seja, fica mais difícil achar se não houver reciprocidade. Isso é muito bom para quem mora em locais bem turísticos e caros, logo, a casa vai ser muito procurada. Site em português.

Eu moro em Diadema né gente, vou trocar o que? HAHAHAHA

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Foto por Alturas Homes em Pexels.com

Trabalho

Imagina trocar trabalho por hospedagem em hostels, fazendas, etc? Pois é, apesar de parecer que você está trabalhando de graça, é importante lembrar que a economia com hospedagem vai te render inúmeras experiências incríveis, muita cultura, poderá aprender um novo ofício… Essa é a proposta do World Packers.

São tantas as ofertas que eu fico louca vendo tudo. Funciona como nos outros, você se cadastra, paga uma taxa anual de USD49 – tem muita gente que tem cupom de USD10 de desconto, mas eu ainda não tenho para oferecer.

O pagamento é no cartão de crédito e eles parcelam em até 3x. Você faz a solicitação de onde quer ficar e o que pode fazer dentre as atividades oferecidas e aguarda o anfitrião te aceitar (ou não). Importante o inglês para se comunicar com os anfitriões gringos.

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Foto por Tabitha Mort em Pexels.com

Bacana no site que você pode salvar os seus favoritos para quando puder ir. Esse é outro na mira para esse ano, já salvei os meus favoritos! Site em português também.

Refeições/ Restaurantes

Além de apps que mostram o que tem ao seu redor, pelo gps, esses aqui vão um pouquinho além…

Dinneer – Ai esse app, que maravilhoso! O que pode ser melhor que ir almoçar uma verdadeira pasta italiana, em uma casa de família italiana, tendo acesso à cozinha, à mesa de jantar, aos anfitriões e possivelmente, fazendo uma amizade no final? Ou então, aproveitar uma bela comida indiana preparada por uma família indiana?

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Foto por Chan Walrus em Pexels.com

Essa é a proposta dessa plataforma, que traz essa experiência muito mais “gourmet” do que qualquer restaurante badalado possa oferecer e além disso, com preços muito mais acessíveis.

Hoje eu toparia uma autêntica comida mexicana. No app, achei um em Quintana Roo no México e sairia por uns R$25/ pessoa. Bom, não? Para você ter ideia, achei até Vaca Atolada em Paris. Vai brincando!

Site em português. Experimentem!

Happy Cow – esse é para ajudar quem é vegetariano/ vegano a encontrar boa comida em qualquer lugar. Sabemos que em muitos lugares as opções são poucas, embora eu mesma vi que fora do Brasil, isso é bem normal. As maiores dificuldades acho que estão aqui mesmo, prova disso é que eu encontrei 300 opções em São Paulo e mais de 1000 em Londres.

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Foto por rawpixel.com em Pexels.com

Você cria sua conta, digita a cidade onde procura e voilà, pode ser feliz! Apenas em inglês.

Open Table – Esses app é para reservas em restaurantes. Dependendo da cidade e do lugar, vai ser bem útil, haja vista a alta procura pelos lugares da “moda”.

Ele mostra também a classificação de valores, se $ ou $$$$, por exemplo, e mostra quantas reservas foram feitas no local nos últimos dias. É perfeito para aquela programação que não pode falhar.

É agora que eu conheço o Locanda Verde, restaurante do ator Robert De Niro, em Manhattan. Mesa pra dois, please!

Passeios e afins

Vayable – Já ouviu falar? Vamos concordar que buscar diversão e passeios em agências pode até ser cômodo, mas é caro.

Nele, logado ou não, você consegue buscar as atrações por cidade e com valores. É muito bom para começar as comparações de preços e planejar bem os gastos, porque muitas vezes, só sabemos quanto as coisas vão custar quando chegamos no local.

Eu, por exemplo, já vi um tour pelo distrito de Wynwood, bairro das artes de rua de Miami, por USD 13. Com certeza, em uma agência, eu pagaria mais do que isso.

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Foto por Snapwire em Pexels.com

As atrações estão classificadas por tema e sim, tem aquelas que não valem a pena, como por exemplo, rafting no rio Juquitiba, em São Paulo, por cerca de R$ 400. Pelamor, não façam isso! Se informe bem antes de comprar.

Site em inglês e moeda dólar.

Viajar sozinho (a)?

Rent a local friend (Alugue um amigo) – sim, temos! Por isso que eu falo que sozinho só ficamos se quisermos mesmo. Essa plataforma é bem legal porque liga moradores à turistas/ viajantes. Você pode contratar alguém para ser seu guia e amigo.

Como assim, Thaise? Que solidão é essa? Sim, você está contratando uma pessoa que não vai te tratar com um cliente apenas, afinal, ela é uma pessoa comum, ganhando uma grana extra e te ajudando. Logo, vai rolar uma amizade sincera e sem interesses (ou com, aí você que sabe rs).

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Foto por Snapwire em Pexels.com

Sim, você precisa pagar, os valores aparecem nas fotos das pessoas conforme você faz as pesquisas. E também vale a máxima de que pode ou não valer a pena. Nunca se sabe!

No site, você tem a opção Google tradutor. Em Miami vou fazer a experiência e trago aqui também!

Mapas

Galileo Offline Maps – Imagina ficar perdido e sem internet em alguma ruela no Egito, igual os @pandaspelomundo? Rindo, de nervoso!

Então, faça esse favor para você hoje ainda e baixe esse app. Os mapas ficam salvos e podem ser usados em modo offline. Gente, isso salva vidas, é sério. Vai por mim, ninguém quer se perder, à noite, sozinha e em uma cidade desconhecida – palavra de quem já passou por isso e morreu, mas passa bem.

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Foto por Jens Johnsson em Pexels.com

Com esses apps, e claro que existem milhares de outros (e preciso trocar o celular cuja memória já eras!), suas viagens serão apenas inesquecíveis pelo lado bom. Ok, perrengue é bom, vai? Disse ninguém.

Ah, e como eu perdi a trilha do fim de semana, a praia e nem um cinema pra fingir que eu sou romântica eu vou hoje, deixo aí o chorinho, o 11º app para vocês:

Pack Point – atire a primeira pedra quem nunca arrumou uma mala de dois dias como se fosse ficar fora o mês todo? Marque aquela amiga nos comentários kkk

Bom, esse app ajuda na arrumação de malas. Sugiro que seja usado para se acostumar mesmo, um dia você pega o jeito e aí não vai mais nem querer usar malas, apenas mochilas e das menores. Nele você faz a lista do que precisa e organiza o que já está certo para suas bagagens.

É isso por hoje pessoal…

Esse artigo foi útil pra você? Me conte aí qual você não sabia que existia e qual não pode faltar no seu celular. Envie para alguém que pode aproveitar pelo menos um deles e faça sua parte na corrida dos 5000 seguidores para garantir o e-book de PLANEJAMENTO DE VIAGENS! HELP ME!

Tenham um ótimo fim de semana!

Bjs

Thaise

 

 

 

 

 

 

Fala viaxantes desse blog! Tudo bem por aí?

Antes de mais nada, esse não será apenas um post sobre o que fazer em Capitólio, suas cachoeiras e seu precinho camarada. Não, afinal, se você digitar isso no buscador, vai encontrar “só” um milhão de artigos à respeito, né?

Hoje, vou reunir as dicas da cidade com a história dessa viagem e contar porque ela deu o start na minha vida de “organizadora de viagens que não ganha nada com i$$o”, com o intuito de conhecer pessoas que eu jamais conheceria de outra forma, a não ser viajando.

Lembrando que, respondendo às perguntas que recebo, às vezes, no insta, eu não trabalho com viagens ou turismo, tudo o que organizo é só pelo prazer de reunir a turma

Primeiramente, há alguns anos eu já sabia de Capitólio, ainda não era moda, era pouco explorada e muito barata. Porém, sempre sem companhia para as viagens e irritadinha com excursões, eu decidi que ia começar a chamar as pessoas que conhecesse pelo caminho para montar grupos e conhecer os lugares mais próximos de SP, e comecei por ela.

No começo éramos apenas três amigos, sem muitas expectativas. No meio desse planejamento, fechei com um grupo para subir o Pico Agulhas Negras, no Parque Nacional de Itatiaia/ RJ (ainda vou escrever sobre esse dia!), era um tipo de “excursão de aventura” e ali conheci uma galera.

Quando já estávamos prontos para ir embora, conheci uma das meninas do grupo, e conversando sobre viagem, comentei com ela sobre Capitólio e ela, na mesma hora, se animou de ir. No dia seguinte, ela já havia convidado mais duas pessoas desse mesmo grupo.

Eu, que já conhecia duas outras pessoas do grupo, comentei a respeito e eles também se animaram – inclusive, os conhecemos porque nos deram carona de SP até nossa base em Itamonte/ MG, para subir o pico no dia seguinte. Já éramos oito pessoas depois desse rolê. Na mesma semana resolvi fechar a acomodação e um dos amigos resolveu chamar mais duas pessoas, que gostaram da ideia. Fechamos o dia com dez!

Mas, como dez é pouco rsrs, convidei um casal muito amigo, sem muita expectativa de que topassem e no fim, eles também foram. Só sei que entre nós poucos se conheciam, íamos dividir carros de SP até lá, quarto de hotel e 4 dias inteiros.

Mas, e aí Thaise? Com esse tanto de gente desconhecida, como foi?

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Parece que foi bom! rs

Foi a primeira viagem em grupo que organizei, fiz amigos muito queridos e nos divertimos muito, muito mesmo.

Agora, contada essa história, vamos às dicas dessa cidade gracinha – Capitólio/ MG.

Por que ir à Capitólio?

Bom, nossa viagem foi em Junho/ 2017 – mas, acredite, esse post é bem atual –  pegamos um feriadão. Apesar de hoje estar na moda e muito cheio, vale a pena conhecer e se você puder, vá em dias de semana, fora de feriados.

Capitólio faz parte do Parque Nacional da Serra da Canastra, um parque gigantesco, com 198 mil hectares, que preserva a nascente do rio São Francisco. É a cidade mais famosa e com mais estrutura para o turismo. Só o fato de ser parte do parque já seria suficiente para conhecê-la. Ela é muito famosa por causa dos altos cânions, com mais de 20 m de altura, invadidos pela água verde do Lago de Furnas.

São muitas trilhas, muitas cachoeiras e piscinas naturais, muito verde e o Lago de Furnas, de onde saem os famosos passeios de barco que vocês veem no Instagram.

Melhor época

Nós fomos no início do inverno, chovia muito em SP, mas ao chegar lá, só vimos sol e tempo aberto. À noite as temperaturas caiam bem, vocês podem ver pelos trajes da noite de sábado, mais abaixo.

Sempre aconselho checar os apps de tempo e temperatura alguns dias antes, mas toda vez que vou à MG e vou muito, nunca consigo pegar a chuva que o app previa. Fica difícil prever muita coisa.

Ir após a época de chuvas é bom porque tanto as cachoeiras como o lago estão mais cheios.

Como chegar?

Para quem sai de SP, RJ ou outras cidades de MG, é bem fácil ir de carro. Também, existem opções de ônibus, é importante conferir o itinerário das empresas. A Expresso União leva saindo de São Paulo. A Viação Gardênia leva saindo de Belo Horizonte. Não encontrei nenhum saindo do Rio de Janeiro. Confesso que sem carro, é um pouquinho complicado, você acaba tendo que contratar guia para tudo, mas se seu orçamento permite, vai fundo.

O site da Click Bus é muito útil para fazer as buscas de onde saem ônibus e para quais lugares, mas a taxa de inconveniência, me desagrada – acho alta, mas é só minha opinião.

Se for de avião, a descida é em Belo Horizonte e de lá, você segue de carro.

Uso sempre o site do Mapeia, para calcular distância e gastos com combustível e pedágio, usando um valor médio para os dois itens. Faça a conta de acordo com o seu veículo.

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Isso ajuda muito na hora de convencer as pessoas de que o rolê não vai sair tão caro e assim, todo mundo já vai bem preparado.

Quantos dias ficar?

Sempre gosto de falar que isso quem decide é você, é a sua experiência. Ainda que você more em um lugar, não tenha a pretensão de achar que você vai conhecer e saber tudo. Por isso, faça como você puder!

Eu com certeza voltarei para essa região algumas vezes.

Minha sugestão? Quatro dias para curtir com calma e ver o que precisa ser visto de mais famoso.

Hospedagem

Hoje, se você buscar no Booking hospedagem com café da manhã, cancelamento gratuito (isso é bem importante) e localização de ótima à excelente, você tem 23 opções. A decisão tem que ser de acordo com a quantidade de pessoas e com o bolso delas.

Eu também sugiro que faça pesquisas de hospedagem fora dos sites de busca, nesse caso, foi o que eu fiz. A vantagem do buscador, como o Booking, é que você não paga nada antes, apenas usam o cartão de crédito como uma garantia.

Nós ficamos no Cyrilo’s Palace Hotel, reservamos quartos triplos. Uma porque tinha cama para todos, fica na entrada da cidade e à 700 m do centro. Ah e tem piscina e churrasqueira. Sim, usamos. Além disso, fica de frente para o Lago de Capitólio, uma baita vista.

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“Esse arrocha é pra você que achou que aqui tava chovendo, uh, vai vendo!” – eles cantaram.

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Vista da piscininha amor do hotel

Eles servem um ótimo café da manhã, são muito atenciosos e é super limpo.

Orçamento

Eu não sei vocês, mas não tenho problema algum em fazer o possível para economizar e ainda assim, ter as melhores experiências. Não veja isso como “pão durice”, “ser muquirana”, etc. Isso é uma forma de fazer tudo o que você precisa fazer na vida e ainda, viajar.

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Foto por Snapwire em Pexels.com

Estipulamos um orçamento e o cumprimos – foram R$ 700, incluindo tudo.

Dia 1

Check-in e Cachoeira do Lobo

Como dirigimos a noite toda, fizemos o check in e até a gente se arrumar, já era quase hora do almoço.

Saímos meio sem rumo atrás de um restaurante e em busca, também, da Cachoeira do Lobo.

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São 16 km do centro de Capitólio, metade em estrada de terra, e fica dentro de uma área de camping e pousada. É cobrada um taxa para entrar e tem estacionamento, é permitido o uso da piscina também. Infelizmente, não consegui nenhuma informação sobre o valor atual, mas pagamos cerca de R$25/ pessoa na época.

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A trilha até a cachoeira tem apenas 300 m e é super simples – mas, nesse dia aprendi que cada um tem seu limite e por via das dúvidas, faça devagar e com alguém. Não sofra!

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Foto: Google

Passamos a tarde nela e voltamos para o hotel, jantamos lá mesmo, eles têm um cardápio à la carte para quem quer fazer as refeições nele.

Dia 2

Passeio de lancha e buggy até a Lagoa Azul

O passeio de lancha é o mais tradicional da cidade, são inúmeras lanchas disponíveis. Na época, eu reservei duas lanchas com antecedência, mas pelo que soube, está bem fácil conseguir ali mesmo, nas barraquinhas.

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O local do embarque é na Ponte do Rio Turvo, um pouco antes da entrada da cidade. Inclusive, em frente à ponte, também tem as opções de restaurante para esse dia – que, aliás, indico o Restaurante do Turvo. Ali também fica o quiosque do buggy. Dia mais fácil, impossível.

 

Dica: procure saber sobre a reputação da empresa de lanchas que vai contratar, veja se tem colete para todos e se possível, espaguetes, para quem não sabe nadar (eu!).  

Gostamos muito da que contratamos, os pilotos até juntavam as lanchas só para que todos saíssem nas fotos. Eu realmente não vou lembrar o nome, se não, postava aqui, mas os valores não mudam muito. Hoje, vi que está em torno de R$70/ pessoa – quando fomos era R$50 e o meu ainda saiu na faixa, porque eu levei 11 pagantes. Olha a economia aí gente!

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O passeio dura cerca de três horas, tem vários horários ao longo do dia, mas os primeiros são os melhores – não está tão quente, não tem muita gente (não tinha né?!) e você pode aproveitar o resto do dia para curtir outras coisas. É nesse passeio que você conhece os famosos cânions e infelizmente, nenhum rapel estava permitido neles quando fomos #chateada. Nossa lancha nos permitiu levar os coolers, o que foi ótimo.

Mesmo que você saiba nadar, tome cuidado, é uma represa e assim como todas, tem muitos riscos. Eu entrei na água, de colete, e ainda assim, era “pesado” me manter no mesmo lugar.

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Essa foto foi tirada no pier de um estabelecimento que fica no lago. Juro que não lembro bem o que era.

Na volta, era 11h30 ainda, decidimos que queríamos alguma outra coisa e sem querer – esse não tava no roteiro – eu avistei um quiosque escrito “PASSEIO DE BUGGY”. Como diria meu caro amigo Gil – “AI QUE TUDOOOOO!”.

O passeio, que nos levaria até à Lagoa da Pedreira, que também não estava no roteiro, custava R$130/ pessoa (cada buggy leva 03 pessoas). Claro, que nosso querido amigo, vamos chamá-lo aqui de Muleke Piranha, um negociador nato, conseguiu, com muito custo, que ficasse por R$100. Carinho né? Mas é aquilo gente, só se vive um vez…

 

O caminho em si é bem bacana, com certa adrenalina, muita pedra, mas também um baita visu. Nós subimos, subimos e enfim, chegamos à borda da Lagoa da Pedreira ou Lagoa Azul, como os turistas chamam. Sim, é artificial, de uma pedreira desativada, mas a água é de chuva, ou seja, não há riscos.

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Olha, que lugar lindo ein! As “mina pira” para as fotos…

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O bugueiro para em algum lugar se você pedir e paramos em um mirante, de onde vimos a cidade toda e demos uns pulinhos. Amamos o passeio!

 

Antes de voltar ao hotel, eu tomei um baita rola, de cara no chão, em cima das pedras… fiquei com alguns belos hematomas, um roxo gigante na coxa, um caucário preso no dente (só saiu um mês depois, na cadeira da dentista, isso depois que ela acabou de rir da minha desgraça kkk). Meus amigos preocupados, mas rindo por dentro… enfim, com exceção da minha dignidade, estava tudo bem!

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Passamos no Mirante dos Cânions, já sem a luz do sol, mas onde deu pra curtir o visual. O bugueiro ficou em cima de mim, com medo que eu caísse de lá de cima, num tropeço haha. O mirante fica na rodovia, “facin” de achar. Ouvi boatos de moradores, recente, dizendo que uma rede de hotéis comprou a área e que esse mirante logo deixa de existir – pelo menos para quem não se hospedar no hotel. Será?

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Foto linda do Trilhando Montanhas, mostrando o mirante sem edição. Por que é cada filtro que colocam, que nem reconheço. É lindo assim!

Obs.: Não tenho foto sozinha no Mirante, pois a pessoa que as tirou nunca “a las envió” :S rindo de nervoso! Não sejam essa pessoa, tá migos?!

Noitada

Chegamos do passeio, tomamos aquele banho e sobrou para mim a missão de escolher um lugar legal. Essa é uma tarefa bem difícil viu, especialmente quando você não curte balada e bebida (SIM, sou uma aventureira careta e feliz!).

Encontrei um condomínio/ bairro chamado Escarpas do Lago onde há barzinhos e restaurantes. Resolvemos procurar um restaurante por lá… entramos no Hud´s Lounge.

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Bebo uma taça de vinho à cada 6 meses… e olhe lá!

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Só tenho a dizer que o lugar nunca mais foi o mesmo. Imagina um restaurante “elegante”, com pessoas comendo quietinhas, com seus vinhos e ninguém coloca o cotovelo sob a mesa. Isso não é uma crítica maliciosa, educação é bom e todos gostam, apenas não era nossa vibe aquele dia. MAS, onde Diadema e Zona Leste (vulgo ZL) chegam, nada permanece como está HA HA

Fizemos nosso pedido, bebemos, conversamos em tom educado, ao som de MPB suave e quase sem volume (muito bom, na verdade!). Mas poxa, era sábado à noite e não queríamos procurar outro lugar.

De repente, de nossa mesa sai um “toca Raullllll”, o cantor nos atendeu e então, começamos a variar. Quando percebemos, estávamos todos no salão, dançando, cantando alto, o cantor mega empolgado, as pessoas saíram das mesas e terminamos todos dançando músicas do Wesley Safadão. Fomos de “Evidências” (veja o vídeo) à arrocha.

 

Depois disso, eu nem lembrei que tinha celular… só deixamos fluir rs 

Gente, até os funcionários estavam se divertindo! Foram demitidos… brinks. Foi muita risada, dança, interação com pessoas que nunca vimos na vida. Foi demais! Não sei que horas voltamos para o hotel. Única coisa que lembro é que deixei o carro morrer na estrada, escura, sem sinalização e na curva… ninguém morreu, passam bem.

Com certeza, você encontra lugares mais baratos para um jantar, mas eu paguei com muito gosto. Diria que é $$$ e cobram couvert artístico.

Dia 3

Essa galera é da trilha – aliás, 90% das pessoas com as quais ando hoje, amam trilhas e aventuras. Resolvemos pegar essa que, é das mais famosas na região e que todo mundo pode fazer.

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É um parque de trilhas e cachoeiras, particular e de preservação e o valor para acessar a trilha é R$30. Tem quiosque restaurante, banheiro na entrada e uma loja de souvenirs. Super recomendo boné ou chapéu, não é à toa que a chamam de Trilha do Sol, sombra só em alguns pedacinhos. Estão abertos das 9h às 17h.

São três pontos de interesse: Cachoeira do Grito, Poço Dourado e Cânion do Limite.

 

Todas as trilhas são tranquilas, sério, e o que encontramos ao final delas, nossa… que delícia de lugar, que água.

Infelizmente, minhas fotos não fazem justiça ao lugar, mas o Instagram deles não me deixa mentir.

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O poço dourado faz a gente se sentir num filme do Indiana Jones, andando cânion adentro, com água na canela e sem saber o que vem na frente, eu “paxônei”… E sim, é dourado mesmo.

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Poço Dourado – foto: Portal Capitólio

O esquema é ir sem pressa, parar para banho, descansar, curtir cada pedaço de trilha e sair de lá ao fim da tarde. Aproveita e já almoça por ali mesmo, a comida é boa e o preço é $$. Peço perdão, mas NUNCA fotografo comida, não tem quem me faça. Mas, tenho aprendido a pelo menos, mostrar o cardápio e o lugar. Nesse dia, eu ainda não fazia isso.

Noite

Nessa noite resolvemos fazer um churrasco perto da piscina, que era só nossa e foi sucesso. Acabamos brincando de bicho-bebe (prefiro não comentar), rindo até a barriga doer, deitamos nas cadeiras perto da piscina, com cobertores, todos juntos – faz frio à noite, no inverno. Vimos as estrelas e dormimos felizes.

Dia 3 

Paraíso Perdido e volta pra casa

Deixamos esse paraíso por último porque seria mais viável, assim já pegaríamos estrada dali mesmo. Ele fica em São João Batista do Glória, a mais ou menos 50 min de Capitólio.

Aproveitamos a manhã por lá e foi meu lugar favorito. São “cânions” com 18 piscinas naturais e oito quedas d’água.

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Chegar até ele foi um pouquinho chato, porque não tínhamos certeza se acertaríamos a entrada, à partir da rodovia. Mas vimos as placas, deu tudo certo.

Lá também tem uma pequena estrutura, estacionamento, restaurante com comidinha simples e bem baratinha, além do camping. A taxa cobrada para o pernoite é de R$ 40 (vai aumentar para R$ 50 em 01/03/2019). Você pode usar o day-use, como nós, sem ter que dormir por lá. Eles oferecem cortesia, a cada 10 pagantes, o 11º é grátis. Está aberto das 08 às 18h.

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É só seguir a trilha pelas pedras e ribeirão até o lago. Se você for apenas até o lago, talvez não goste tanto do lugar. A melhor parte é atravessá-lo.

Mas menina, você não disse que não sabe nadar? Pois é, por isso que nossos anos de montanha nos ensinam a dar a volta por cima, tínhamos dois guias de montanha (amigos) no grupo e eles deram um jeito para os não nadadores rs. Olha, o que eu não nado, eu escalo viu?!

 

Mas, todos podem ir, desde que seguros, ok? Duas das amigas não foram, nos esperaram no lago.

Você sobe paredão atrás de paredão e vai até onde sua coragem permitir. Sei que subimos bastante. Lá em cima, tem um laguinho super gostoso, uma área para sentar e tomar um sol, um riozinho com árvores nas beiradas. Um silêncio absoluto, quer dizer, só o som do vento, das árvores e dos passarinhos. Não, minto, tinha o drone do Mlk Piranha também. Credo, que delícia!

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Se você tiver um drone, esse é o lugar…

Achamos tudo bem fácil, apesar da “escaladinha”, mas mesmo assim, todo cuidado é pouco. Infelizmente, com tantas pedras molhadas, tivemos um infeliz acidente, que prejudicou muito um amigo nosso, foi bem na hora de voltar para a casa. Não foi culpa de ninguém, mas graças à Deus, não foi pior.

Recadinho do local: Se for entrar nos ribeirões lembre-se que todos os ribeirões com piscinas naturais profundas oferecem perigo de morte e aqui existem váriaspor isso é importante trazer colete salva-vidas, tênis com solado de borracha que possa molhar que ajudam a evitar escorregões ao caminhar pelos ribeirões. Algumas marcas pintada em forma de pezinhos foram colocadas no chão para ter uma ideia da direção a seguir, mas você só deverá ir ate onde se sinta seguro. A pessoa deve ter uma boa mobilidade física e estar com bom condicionamento físico e mental. Evite chegar nas margens dos ribeirões a noite que é quando as cobras saem para caçar e não se pode prever enchentes.”

Ainda assim, foi a viagem mais gostosa que já fiz com amigos. Não sei explicar a sintonia, as risadas, os perrengues, nos ajudamos e nos divertimos muito mais do que podíamos planejar.

Outras dicas

Os únicos bancos na cidade são Bradesco e Sicoob.

Não se preocupe com refeição, não tem como você ficar sem opção. Saia e pare no primeiro que te der vontade. O custo da cidade, em geral, é barato.

Combustível nesses lugares costuma ser muito mais caro que em SP, por exemplo. Prepare o bolso!

O que eu vou visitar na próxima?

Morro do Chapéu – eu sempre prefiro a trilha, mas se você tiver um carro maior ou motor 1.6, vai até o topo direto. Aprecie sem moderação! Entrada grátis.

Cachoeira Lagoa Azul, Cachoeira Diquadinha, Cachoeira Fecho da Serra e do Grotão – Entrada Grátis.

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Fomos embora tristes…

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mas com trocos!!

Relato mais recente da Beatriz do @canalnossab

Gente, pedi para uma querida nova instamiga que mandasse um breve relato da experiência dela, mais recente, de 25/01/2019. Veja o que ela disse:

“Capitólio é um destino que dá para curtir muito as cachoeiras e piscinas naturais. Eu amei!

O paraíso perdido custa R$ 40/ pessoa e dá pra curtir o dia inteiro! A água de lá é gelada e as pedras são escorregadias. Lá não pega sinal de internet, o que é muito bom para realmente aproveitar! Sugiro levar dinheiro em espécie, já que o cartão dificilmente pega (por conta do sinal de internet). Lá tem banheiros, estacionamento e restaurante.

O passeio de lancha de 3h está em torno de R$ 90 reais/ pessoa [verificamos em outras empresas e achamos até por R$70, então bom pesquisar bastante] e te leva para conhecer os cânions (maravilhosos!), mas só tem 20 min para se banhar e nadar.

Aconselho se hospedar em Capitólio mesmo, porque achei Passos um pouco longe.

Não é um lugar muito aconselhável para viagens de terceira idade, porque as pedras dificultam a caminhada. Inclusive sugiro usar aqueles sapatinhos antiderrapante para água [vende na Decathlon], porque as pedras escorregam muito! Outros itens para não esquecer: água, capinha à prova dagua para celular, roupa de banho, toalha, boné e óculos de sol.”

Muito obrigada Bia, acompanhem a trip dela no instagram =)

Enfim, esse relato ficou um pouco maior do que os que costumo escrever, mas acredito que boas viagens são feitas de bons encontros e boas histórias. E é uma forma de dizer que também estou com saudades desses malucos.

Capitólio, obrigada porque foi em você que meu despertar ganhou força! 

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E não viaje sem plano de saúde com cobertura nacional. Se você não tem, importante contratar um seguro viagem, que é muito mais barato do que você possa imaginar. Clique aqui. E com meu cupom TOINDOATOA5, você ganha 5% desconto 🙂

Divirtam-se e me marquem quando estiverem por lá.

Beijão,

Thaise Caires (@toindoatoaoficial)

 

 

 

 

 

 

Quais países exigem visto para brasileiros? Você já se fez essa pergunta mesmo sem estar planejando viagem alguma?

Antes de lidar com os temidos vistos, você precisa estar com seu passaporte em dia. Não está? Não sabe como fazer? Então, se liga nesse post.

Pra começar: o que é visto?

O visto é um documento oficial que permite que possamos entrar legalmente em um país estrangeiro. Normalmente, são estampados ou colados no passaporte. Pode ser eletrônico também.

Existem muitos tipos de vistos – trabalho, estudo, tratamento médico, trabalho nas férias, trabalho, de trânsito, imigrante, refúgio, etc – cada um concede uma permissão ao viajante.

Quiz: Você sabe em quantos países o brasileiro tem passe “livre”?

Posso preencher meus próprios pedidos de visto?

Em geral sim, se você tem familiaridade com o idioma local. Caso fique na dúvida, contrate uma assessoria, não garante que seu visto seja aprovado, mas garante preenchimento e instruções corretas para não jogar dinheiro fora.

Eu mesma posso assessorar você no caso de pedido de visto americano B-2 (Turismo). 

close up photography of flying pigeon

Liberdade, liberdade, bate as asas sobre nós…

Passe livre ou mais liberdade de ir e vir?

Passe livre pode ser mal interpretado se não entedermos que tipo de passe é esse. Pouquissímos países liberam nossa permanência por tempo indeterminado sem exigência de visto.

A maioria deles estipula um período e uma vez passado esse prazo, é hora de recorrer à um outro tipo de visto, como de residência ou estudo, por exemplo.

Por isso, é muito importante conhecer as leis do país antes de decidir “ir ficando”.

Site Passport Index

O site Passport Index reúne todos os passaportes do mundo e mostra quem precisa de visto para entrar em cada país e o ranking dos passaportes mais poderosos.

Qual seu palpite?

O site é apenas em inglês, mas eu vou mostrar como funciona:

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Você clica no passaporte que quiser  ou seleciona na lista suspensa à direita

Ao clicar no passaporte, cliquei no brasileiro, o site mostra em quantos países temos entrada livre, quais exigem visto na entrada e quais exigem visto antecipadamente, como os Estados Unidos, por exemplo.

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Resumo do Brasil

Mostra, também, qual nossa posição no ranking mundial – comparado aos demais países.

Ao clicar em mobility score (abaixo do número 158), você vai encontrar a lista de países e suas exigências para quem tem passaporte brasileiro, em ordem alfabética.

Comparar países e vistos

Relação de países e vistos

Os países em vermelho exigem visto antecipado, em verde não exigem visto para períodos de permanência que vão de 30 a 360 dias – a maioria não exige por até 90 dias. Em azul, são os países que exigem visto na chegada e em amarelo, exigem visto eletrônico (eTA).

Então, já sabe quantos países podemos visitar sem visto?

Dos 218 (caraca, achava que era 190), temos liberdade de ir e vir em 111 deles. Isso nos coloca na posição 12 do ranking, junto com a  Argentina – até que somos privilegiados vai.

Porém, não se iluda, por experiência própria, mesmo esses países podem te impedir de entrar, se assim eles decidirem.

Nessa mesma tela, você pode comparar os países, só escolher o país que deseja no campo “Compare to”. Eu comparei os países da América do Sul e o Suriname é o país com mais restrições, seguido por Bolívia e Guiana.

Você nem lembrava que o Suriname existia né?rsrs

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Onde fica o Suriname? 

Atualmente, os passaportes mais bombados – bem aceitos – são os dos Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Luxemburgo e Espanha.

O país com menos abertura do mundo é o Afeganistão, apenas cinco países liberam entrada desse passaporte sem visto.

Agora, para poupar o seu trabalho de pesquisar no site, segue a relação de países onde o brasileiro tem passe livre, escolha seu próximo destino:

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Santa Lúcia libera por 42 dias, Filipinas e Quirguistão por 60 dias, Ilhas Fiji por 120 dias e Geórgia por 360 dias.

Agora entendemos um dos motivos dos brasileiros gostarem tanto da Irlanda. O Reino Unido me surpreendeu, mas com a possível saída da UE, nunca se sabe quando isso pode mudar.

Qual desses países você sonha ou está planejando conhecer? Eu nem sei qual é a prioridade, mas a Nova Zelândia me chama.

Espero que tenham curtido essa curiosidade do mundo dos viajantes!

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Passaporte e visto – portas em automático

Quer saber mais detalhes sobre um determinado visto? Deixe seu comentário. Nos vemos no próximo post.

 

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Carnaval à porta, alguns amam e outros odeiam! Mas, de qualquer forma, quem pode, quer viajar. Certo? Ainda mais que esse ano não temos muitos feriados para aproveitar, então, qualquer um já é mega esperado.

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Porém, se você não pode, não fique triste. Um pouquinho de ânimo e criatividade e você vai aproveitar seus dias de folga como todo mundo.

Nem vou entrar aqui na dica de Bloquinhos de Rua, até porque não é minha praia e nada entendo rs o que posso dizer é que a programação de todo o país você encontra no app Blocos de Rua Carnaval 2019 – para iOS e Android.

1 – Planejar sua próxima viagem

Pô Thaise, eu pensando que você ia vir com uma baita ideia! Gente, pense… se você tem 5 dias de folga, o que são 2h no computador organizando suas lindas férias?

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Foto por rawpixel.com em Pexels.com

Que outro dia você poderá fazer isso?

Eu te ajudo com esse post aqui e com vários destaques nos stories do Instagram. Depois que você fizer isso, sobra tempo pra curtir tudo o que quiser.

2 – Assistir séries em que você se divirta e aprenda algo

Se a chuva que ameaça continuar não for embora, essa é uma ótima opção. Você pode unir o prazer de curtir uma boa série e treinar seu inglês, por exemplo.

Assiste uma vez sem legenda, depois outra com legenda em inglês e por último, em português – pra ver o que você realmente entendeu. Enfim, é uma dica de teacher e que eu usei muito para aprender 😉

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Junta com alguém e prepare a pipoca e converse sobre a série ou filme falando inglês também.

3 – Alugar uma bike ou patinete

Se você mora em uma cidade em que isso já seja realidade, né? É muito simples e fácil de usar.

Você baixa o app da Yellow, encontra uma bike e coloca créditos (cartão ou dinheiro, nesse caso, nos pontos de venda) na sua conta, para andar. Localiza a bike com o QR Code e já pode ser feliz.

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Veja se na sua cidade já está disponível, clicando aqui.

Além disso, já aproveita que está com esse veículo e já engata a dica quatro.

4 – Curtir exposições na cidade

Em São Paulo, pelo menos, isso é algo que nunca falta. Além dessas, tem mais um zilhão pra escolher. Eu iria nas seguintes, se não fosse viajar agora:

Mickey 90 anos – Shopping JK – ingressos à partir de R$35 (estudante paga meia)

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Rugendas, um cronista viajante (!!!) – Traz conjunto de obras do artista alemão que foi um dos primeiros a retratar o Brasil – Caixa Cultural SP – GRÁTIS

Quadrinhos – “A megaexposição Quadrinhos apresenta uma ampla retrospectiva da 9ª Arte contada através de revistas, artes originais e itens raros dos diversos gêneros das HQs” – R$ 30 – GRÁTIS às terças-feiras.

5 – Visitar alguma fazenda ou procurar uma cachoeira grátis

Tem coisa mais gostosa que área verde, comida boa e uma queda d´água, se estiver calor?

No Google, se você procurar, você acha. Em São Paulo, recomendo uma cachoeira na região do ABCD e uma Fazenda, também com cachoeira.

Em São Bernando do Campo, tem a Cachoeira da Torre, que fica na famosa Estrada Caminho do Mar, que vai até Cubatão – aliás, que também vale a visita.

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Foto: Coco do Mato

Em Caieiras, você pode visitar a Fazenda Maravilha, fica próximo ao Parque Estadual da Cantareira. Tem reserva de Mata Atlântica, dá pra ver alguns bichinhos, curtir algumas trilhas e tomar um bom banho de cachoeira também.

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Foto: Passeios baratos em SP

Agende a visita pelo telefone (11) 99749-1724. Terça à Domingo das 9h às 18h.

6  – Subir um pico pra ver o nascer (ou pôr) do sol

Junte alguns amigos, ou não, procure um pico em sua cidade – que seja seguro – e vá contemplar essa obra linda que é ver o nascer ou o pôr do sol.

Uma das melhores experiências pra se ter na vida. É um tempo de descanso, de contemplação, de se alegrar com a obra de Deus. Se for no por do sol, de repente pode rolar até um piquenique, não?

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“Nunca houve uma noite, ou um problema que pudesse derrotar o nascer do sol ou a esperança.” Bern Williams

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Você pode procurar algum até em outra cidade, ou algo mais radical, MAS contrate um guia. Normalmente, as diárias são super acessíveis para grupos. Não faça nada sem antes consultar quem entenda! 

7 – Reúna os amigos que também não vão viajar

Saiam para conhecer e fotografar os grafites da cidade. Vá conhecer um terraço bacana, tomar algo, jogar conversa fora.

Assista um filme ‘não-americano’ em algum espaço cultural.

Conheça um café novo e coma algo que você nunca comeu.

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Foto por Tim Gouw em Pexels.com

Faça um café em casa e chame o pessoal só pra cantar, conversar ou qualquer coisa.

E aí? Qual dica vai servir pra você nesse Carnaval?

Só não volte ao trabalho sem ter, pelo menos, curtido um merecido descanso! Afinal, é de Deus descansar.

Bom feriadão e até mais!

Bjs

Thaise

 

 

 

 

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